domingo, 22 de março de 2015

Insegurança está incontrolável na Ilha



               Voltou a ficar incontrolável a falta de segurança nas ruas da Ilha. Desta vez parece pior. Relatos de moradores de quase todos os bairros da região assustam quem é obrigado andar nas ruas, a pé ou de carro. Além dos sequestros relâmpagos em diversos bairros - antes uma ação mais frequente no Quebra Coco -, a bandidagem está causando terror em motos onde agem em duplas. O medo e o sentimento de absoluta impotência tomam conta dos insulanos.
               Os assaltos estão sendo protagonizados por bandidos violentos que ameaçam de morte suas vítimas e que agem principalmente nos ônibus no trajeto em direção à Ilha e nas ruas da região. Segundo as pessoas assaltadas a origem dos bandidos é de fora da Ilha ou da Vila Joaniza, cuja quadrilha coordenada por traficantes é de outra facção diferente e inimiga da que atua nos demais morros da Ilha. Entre as vítimas há quem entenda que a intensificação das ações criminosas seria um plano para desestabilizar a facção que controla o tráfico da Ilha, cujo principal objetivo criminoso é assaltos na região. Preferem agir em outros setores milionários fora da lei, como gatonet, venda de gás, pedágio de kombis e vans.
               A PM que, segundo o comando, só planeja suas ações com base nos resultados estatísticos faz seu trabalho com informações atrasadas ou absolutamente equivocadas. Muitas vítimas não registram as ocorrências porque simplesmente não acreditam na recuperação de seus bens e valores saqueados pelos criminosos. As autoridades chegam a colocar a culpa nas vítimas por sua paralisia e falta de ação. E festejam quando seus índices de violência – homicídios e assaltos , por exemplo - ficam abaixo das falsas estatísticas. 
              Assim, vamos de mal a pior. Precisamos de polícia nas ruas. Agindo.

joserichard.ilha@gmail.com

segunda-feira, 16 de março de 2015

Onda de assaltos preocupa moradores da Ilha do Governador

Bandidos agem dia e noite usando motos e carros para 
sequestros relâmpagos e assaltos a pedestres

              Voltou a ficar quase incontrolável a falta de segurança nas ruas da Ilha. Desta vez parece pior. Relatos de moradores de quase todos os bairros da região assustam quem é obrigado andar nas ruas, a pé ou de carro. Além dos sequestros relâmpagos em diversos bairros - antes uma ação mais frequente no Quebra Coco -, a bandidagem está causando terror em motos onde agem em duplas. O medo e o sentimento de absoluta impotência tomam conta dos insulanos.
              Os assaltos estão sendo protagonizados por bandidos violentos que ameaçam de morte suas vítimas e que agem principalmente nos ônibus no trajeto em direção à Ilha e nas ruas da região. Segundo as pessoas assaltadas a origem dos bandidos é de fora da Ilha ou da Vila Joaniza, cuja quadrilha coordenada por traficantes é de outra facção diferente e inimiga da que atua nos demais morros da Ilha. Entre as vítimas há quem entenda que a intensificação das ações criminosas seria um plano para desestabilizar a facção que controla o tráfico da Ilha, cujo principal objetivo criminoso é assaltos na região. Preferem agir em outros setores milionários fora da lei, como gatonet, venda de gás, pedágio de kombis e vans.
              A PM que, segundo o comando, só planeja suas ações com base nos resultados estatísticos faz seu trabalho com informações atrasadas ou absolutamente equivocadas. Muitas vítimas não registram as ocorrências porque simplesmente não acreditam na recuperação de seus bens e valores saqueados pelos criminosos. As autoridades chegam a colocar a culpa nas vítimas por sua paralisia e falta de ação. E festejam quando seus índices de violência – homicídios e assaltos , por exemplo - ficam abaixo das falsas estatísticas. 
             Assim, vamos de mal a pior. Precisamos de polícia nas ruas. Agindo.

joserichard.ilha@gmail.com

quinta-feira, 12 de março de 2015

A orla pode ser considerada uma moldura da Ilha do Governador

Entre as Pitangueiras e a Praia da Bandeira uma bela residência avança sobre a orla

              A orla faz a Ilha do Governador diferente das outras regiões da cidade e qualquer investimento público no urbanismo dos bairros localizados junto às praias, pode gerar importante fluxo de desenvolvimento. A orla bem cuidada com atrações gastronômicas e atividades turísticas, como passeios de barcos pela Baía de Guanabara pode proporcionar a criação de novos negócios e a geração de muitos empregos, tirando o setor da estagnação.
              Com a despoluição das areias da Praia da Bica, que por mais de vinte anos sofreu com três grandes línguas negras, surgiram diversas atividade de lazer e esportivas que atualmente atraem centenas de novos frequentadores, e se tornou um point da juventude. E, neste final de semana a prefeitura inaugura as obras da orla da Freguesia, com novos quiosques, iluminação e obras de infraestrutura. 
            Essas novidades na Freguesia devem trazer de volta a antiga vocação bucólica e de lazer do bairro, que agora terá estímulo natural para o retorno de bons restaurantes como Don Franguito, Tabuão e A Tasca da Ilha que atraíam clientes de toda cidade.
             Na Praia da Engenhoca ainda é preciso resolver a questão do refluxo das águas pluviais que recebem esgoto de ligações clandestinas para manter-se como alternativa de lazer importante. Um olhar sobre o trecho entre o Cocotá e o Zumbi revela que esse pedaço de orla também precisa receber um tratamento urbanístico, talvez com foco para o turismo e alguma estrutura para os barcos à vela e pequenas lanchas. 
            A orla é uma verdadeira moldura para a Ilha. Nenhuma outra região da cidade tem esse potencial. Talvez o entusiasmo com o resgate da orla da Freguesia estimule nossas autoridades a entender a importância da orla e beneficiar toda a sua extensão.

joserichard.ilha@gmail.com

segunda-feira, 2 de março de 2015

A Ilha do Governador é uma região próspera

               
O aeroporto Tom Jobim é importante na economia da Ilha do Governador 
e o complexo aeroviário ocupa mais de 1/3 do território insulano 

               A Ilha do Governador tem uma população equivalente a grandes cidades brasileiras. No nosso Estado, a Ilha – se fosse uma cidade - seria nona com maior número de habitantes, fato que revela a importância da região na cidade do Rio de Janeiro. Além disso, a Ilha conta com grandes empresas em seu território, como a Cosan, Shell, Eisa, Optisol e outras, além do Aeroporto Internacional, cujos impostos devem gerar recursos públicos imensos. Esses recursos deveriam ser aplicados proporcionalmente no desenvolvimento da região que gera a arrecadação. 
               Menciono o fato para lamentar. Não acho justo que a Ilha tenha apenas uma obra: a da Vila Olímpica na Estrada Rio Jequiá. Enquanto a cidade se moderniza com centenas de obras importantes. O atraso no urbanismo e o caos na mobilidade urbana projetam um cenário péssimo para os próximos anos. Os avanços e ganhos com a realização das olimpíadas em 2016 deveriam ser capitalizados em obras agora. Depois, só vamos conseguir avanços com muito esforço político e razões extraordinárias. A exceção está no aeroporto cujas obras andam por conta da privatização e dos investimentos gigantescos do consórcio que toma conta do Tom Jobim. Eles sabem que para gerar lucros precisam criar ambientes modernos e atraentes.
               Com o mercado de imóveis na iminência de voltar a normalidade, a Ilha precisa avançar mais no desenvolvimento e criar ambientes urbanos para fixar a população atual e atrair novos moradores. A Ilha é estratégica não apenas pelo aeroporto, mas principalmente por estar cercada pelas águas da Baía de Guanabara, cujas perspectivas de recuperação e belezas naturais podem gerar, no mínimo oportunidades de negócios náuticos e turísticos, imensos. É preciso sair da inércia. E repito, os recursos gerados na região precisam ter destino aqui. A preservação do meio ambiente e estímulos para investimentos na orla desta bela baía que nos envolve são prioridades urgentes.     

joserichard.ilha@gmail.com

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Recomeçando 2015

       

               Com o fim do período de carnaval e de férias escolares, a expectativa é o Brasil voltar à normalidade, se é que isso é possível. Desde o Natal, portanto há cerca de dois meses, o país vive tradicionalmente um período de quase paralisia. As decisões são transferidas para depois das festas de Momo, ou início de março. Daqui prá frente com dez meses para tentar recuperar os prejuízos produzidos pela inércia do início de ano, o brasileiro se dá conta que o problema é maior com o aumento geométrico da conta de luz, pagamento de IPVA, IPTU, matrículas nos colégios e, sobretudo, o pagamento das dívidas contraídas em dezembro. Esses próximos meses mais parecem uma segunda feira prolongada de tanto trabalho e problemas que vem pela frente, até o próximo dezemb
              É preciso força, coragem e determinação para continuar progredindo nos negócios, almejar promoções no trabalho e ter estímulos animadores de carreira para manter boas notas no colégio. A expectativa para 2015 ainda não gerou horizontes favoráveis de modo a animar ninguém. O cenário é de incertezas diante dos desdobramentos dos casos de corrupção e propinas revelados pela Operação Lava Jato, na Petrobras e, principalmente, pelo mau desempenho de gestão da turma que controla o país.
              O momento afeta também a nós insulanos. Entretanto, não vejo outra solução do que cada um buscar melhorar seu desempenho para fazer a diferença no trabalho e nos estudos. Quem decidir parar para assistir os acontecimentos pode ficar para trás. Nossos problemas internos estão mais localizados nas dificuldades de mobilidade urbana com um péssimo serviço de barcas, falta de ônibus e mais linhas para outras regiões, além da ordenação de vans e kombis piratas que tornam nosso trânsito perigoso e desorganizado. Com o novo aeroporto muitas oportunidades estão surgindo por lá e no entorno. Fique ligado no desenvolvimento.     

joserichard.ilha@gmail.com