quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Cuidado! Sem retrovisores.

Cuidado, o motorista do trator da Comlurb não sabe quem vem atrás.
Na estrada Rio Jequiá -Ilha do Governador - dois tratores da Comlurb trafegam sem retrovisores. Mas a empresa é da Prefeitura. Então pode.
Cuidado, eles trafegam sem retrovisores
Você já deve ter visto um desses pequenos tratores que puxam uma carroceria com o lixo que recolhem das favelas. Pois bem, eles trafegam pelas ruas com o motorista usando um dispositivo nos ouvidos para evitar o forte barulho da engenhoca, só essa irrgularidade deveria ser proibido porque nunca o motorista vai ouvir as buzinas dos outros veículos ou o apito do guarda. Pior, esses veículos não dispoem de retrovisores, o que é gravissímo.
joserichard.ilha@gmail.com

Abuso da Autoridade

Abuso de Autoridade
Sempre fico muito indignado com o abuso da autoridade. Dia destes assisti a uma dessas cenas que deixam qualquer um muito chateado. Um veículo modesto com um casal parou na Estrada do Galeão (altura do número 2877) em frente a uma farmácia e o motorista saiu para provavelmente comprar um remédio. Não havia estacionamento perto, mas na frente do carro tinha um grande buraco com a profundidade de uns 20 centímetros. Certamente ele está arrebentando com os amortecedores de todos veículos que caem na armadilha. Todavia, a cena que assisti, enquanto o motorista estava na farmácia, foi de um guarda municipal anotando a placa do carro e aplicando certamente uma boa multa. Naturalmente o GM entendia que cumpria rigorosamente o seu dever. Porém, não vi nenhum gesto dele para orientação da pessoa que esperava dentro do carro. Simplesmente ele executava a multa, enquanto que ao mesmo tempo dezenas de kombis e vans ilegais passavam a sua frente cometendo irregularidades gravíssimas. Isto sem falar no buraco que a prefeitura não fecha e já existe no local por mais de três semanas causando muitos prejuízos aos motoristas. Minha indignação vem da postura da autoridade que antes de multar deveria determinar o deslocamento do veículo do local que atrapalhava o trânsito. Minha indignação é contra a prefeitura que não tapa os buracos e é impiedosa com motoristas que cometem pequenas infrações e não age com o mesmo rigor contra motoristas de veículos ilegais que estão na frente do seu nariz. Como ter autoridade para multar. Para cobrar é preciso que todos cumpram a sua parte.
Por essas razões, a falta de discernimento da autoridade é injusta porque não age com o mesmo rigor contra os que verdadeiramente destroem a imagem dessa cidade.
joserichard.ilha@gmail.com

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Edição 1406 - 13.02.2009 Edição 1405 - 06.02.2009
Edição 1404 - 30.01.2009
Edição 1403 - 23.01.2009
Edição 1402 - 16.01.2009
Edição 1402 - 09.01.2009
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terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Polícia de Qualidade?

Edição 1400 - 23.12.2008

Prêmio Qualidade?

No último dia 18, o 17° BPM recebeu o Prêmio Qualidade Rio (PQRio 2008), na categoria bronze, conferido pelo Governo do Estado para “a melhoria da gestão e aprimoramento do serviço público”. Antes de dar os parabéns, gostaria de uma breve reflexão.

O crescimento da violência e a falta de ação como contrapartida do poder público faz-nos pensar: onde está essa excelência na qualidade que merece prêmio? Exemplo: a atuação livremente de menores na região dos bancos - que, inclusive, é objeto de reportagem desta edição - e o verdadeiro jogo de empurra para uma solução desse problema na Portuguesa, o da criança de rua; a verdadeira farra das Kombis e vans, ignorando qualquer regra de trânsito, enquanto a indústria da multa arrecada cada vez mais para os cofres públicos, punindo com rigor, às vezes, pequenos deslizes de outros motoristas, nos leva a refletir: onde está a polícia que mereceu o prêmio de qualidade?

No caso dos menores perturbando na Portuguesa, a Guarda Municipal exime-se da segurança, alegando que “sua função é comunitária”. E recomenda - o que soa como uma piada -, aos estabelecimentos lesados a procurarem a polícia! E as câmeras de segurança? Por que nunca acionam agentes para coibir os pequenos furtos? Por que não evitaram “saidinhas de bancos” desastrosas, como já aconteceram no local? Não seria mais transparente e justo com o dinheiro público patrulhar física e ostensivamente a região? Afinal, está na lei: segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. E, aliás, um direito muito bem pago, através dos impostos que, todos os anos, não esquecem de cobrar rigorosamente, sob pena de altas multas para quem atrasa.

Qualidade no atendimento não é só, por exemplo, sofisticação em carimbar protocolos. É estar presente, atuante, pró-ativo, mostrando ao contribuinte qual o fim do imposto que é pago. Qualidade, dizem os gestores, é uma “sucessão de sucessos”, isto é, manter-se reconhecido e bem-sucedido em suas atividades-fim pelo máximo de tempo possível.

Isso é o mínimo que se pode esperar de um órgão público que é pago para atuar e ir para a linha de frente, na defesa da vida da população, fato que, por si só, já mereceria todas as medalhas de reconhecimento e mérito.

joserichard.ilha@gmail.com

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Papai Noel chega domingo, 21

Edição 1399 - 19.12.2008
Natal e Ano Novo

Com o Natal e o fim de ano chegando, é hora de fazermos um balanço sobre o que aconteceu ao longo de 2008. Especificamente o Natal, que simboliza o nascimento de Cristo, deveria ser encarado não como uma festa do consumo, mas também como um tempo de preparação de nós mesmos para uma vida melhor no ano que está por vir.

No geral, podemos dizer que 2008 foi um ano que nos deixou um bom legado: o Brasil foi às urnas, numa lição de democracia, em eleições limpas, transparentes e que, além de ser o início do traçado político das eleições gerais de 2010, são as que estão levando ao poder os governantes mais diretos - prefeitos e vereadores - que escolhemos para administrarem as nossas cidades.
No nosso caso específico, a eleição mostrou que o carioca quis uma mudança na forma de gestão do Rio: depois de oito anos consecutivos à frente do Palácio da Cidade, o prefeito César Maia cede a faixa e o cargo para Eduardo Paes, em quem o carioca depositou seu voto e sua confiança para estar à frente desta Cidade Maravilhosa pelos próximos quatro anos. Tudo isso, acontecendo de modo civilizado e limpo. Cabe-nos, agora, fiscalizar e cobrar dos futuros gestores e legisladores, uma postura ética e muito trabalho, pois a cidade está um tanto abandonada.
2008 também foi o ano da solidariedade. O carioca, como já falei em edições passadas, demonstrou total carinho e dedicação, ao se mobilizar, rapidamente e por conta própria, muitas vezes sem nenhuma interferência governamental, para arrecadar roupas, água, alimentos e produtos de higiene pessoal para as vítimas das enchentes de Santa Catarina e do norte do nosso Estado.
Essas duas rápidas datas - as eleições em outubro e a arrecadação em dezembro - que ocorreram ao longo dos 365 dias do ano mostra-nos que é nos pequenos detalhes que fica evidente o bom caráter do carioca e do povo brasileiro. Que este país ainda tem jeito. Só depende de nós.
joserichard.ilha@gmail.com