sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Ilha Notícias comemora 38 anos de fundação

              Desejamos agradecer aos leitores, anunciantes e amigos do Ilha Notícias pelo prestígio, confiança e apoio que nos proporcionam a oportunidade de comemorar mais um ano de fundação. A primeira edição do jornal circulou no dia quatro de setembro de 1976, durante o desfile da Semana da Pátria, que naquela época era realizado na Avenida do Magistério.  Hoje, depois de 1692 edições o jornal mudou de sede algumas vezes e o estilo gráfico ficou mais moderno. Entretanto, continua o mesmo nos seus propósitos e princípios. Nada nos fez mudar o rumo. Continuamos a produzir conteúdos informativos e de prestação de serviços de qualidade para os moradores da Ilha do Governador. Obstinados, olhamos em direção ao futuro e pretendemos continuar participando de modo firme e positivo na vida insulana pelo tempo e vontade de Deus.
             Consideramos importante destacar que a nossa obrigação para executar a tarefa de colocar nas ruas, semanalmente, o Ilha Notícias tem em primeiro lugar a referência de valores cristãos, completamente comprometidos com a seriedade e responsabilidade na produção das notícias e serviços de utilidade pública, que o jornal oferece gratuitamente aos seus leitores. Queremos continuar lutando cada dia com mais vigor pela Ilha do Governador, agindo, sobretudo, de modo independente como o porta voz dos moradores e a tribuna de denúncias contra o que está errado e é injusto.
              A força e importância do Ilha Notícias pode ser avaliada, atualmente, pela expressiva quantidade de exemplares da edição impressa que circula as sextas, cujo conteúdo se multiplica nas plataformas da edição virtual, na internet e nas redes sociais, contando mais de meio milhão de leitores. Isso é confiança.
             Obrigado Ilha do Governador! Estamos juntos há 38 anos.

joserichard.ilha@gmail.com


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Poluição na Baía de Guanabara exige mais atitude

A Praia da Bica sem as línguas negras  
              
             A questão da despoluição da Baía da Guanabara é uma luta que deveria ser enfrentada de modo permanente e em conjunto por todos os governos das áreas afetadas. É inaceitável que os governos federal e estadual não contem com a participação absoluta de todas as cidades cujos rios ajudam a fertilizar as terras e desaguam na Baía de Guanabara. Essas cidades e as do entorno da Baía deveriam ter responsabilidades mais sérias no conjunto de ações pela despoluição com legislação fiscalizadora atuante e punitiva, abandonando a postura contemplativa.
              É grave e vergonhosa a qualidade da água da Baía de Guanabara, sobretudo após períodos de chuvas quando tudo o que há de podre nos rios é despejado criminosamente na Baía. Vai ser complicado esconder isso do planeta nas Olimpíadas de 2016. Há poucos meses, o prefeito do Rio declarou que o problema não será resolvido até lá, fato que não criou nenhuma polêmica porque a população também acha isso.
               Conheço o trabalho específico de algumas autoridades que trabalham sério para diminuir a quantidade de esgoto orgânico. Na Ilha já foram feitas obras que acabaram com as línguas negras na Praia da Bica e é reconhecido o esforço pontual dos dois minúsculos Ecobarcos que diariamente retiram o lixo flutuante na orla em frente ao Jardim Guanabara. 
              O problema é grave e exige soluções contundentes. É preciso denunciar, principalmente, os despejos criminosos de produtos químicos ao longo das margens dos rios até a Baía. É um absurdo o que há décadas devasta o meio ambiente e a vida marinha, além de causar doenças naqueles que se arriscam a banhar-se em águas suspeitas. Isso só terá solução através de uma nova atitude do carioca, exigindo dos governos ações permanentes e denunciando empresas e outros agentes poluidores, incluindo indivíduos cuja ignorância age como se os rios e a Baía de Guanabara fossem uma lata de lixo.
joserichard.ilha@gmail.com

terça-feira, 26 de agosto de 2014

O uso das novas plataformas na internet destacam a credibilidade dos jornais e aumenta o número de leitores





              A participação do Ilha Notícias no 10º Congresso Nacional de Jornais realizado em São Paulo, no início dessa semana, foi importante para reposicionar as estratégias do jornal na região. Além de ampliar o inter-relacionamento com outras empresas jornalísticas, com os depoimentos de diversas autoridades mundiais sobre o avanço das tecnologias de informação como ferramenta dos jornais. A produção de notícias é, e continuará sendo, a principal responsabilidade dos jornais. A expansão das notícias na internet através dos smartfhones, tabletes e computadores estão contribuindo para fortalecer os jornais. Esse fato consolida definitivamente os jornais como a principal fonte de produção de conteúdos.  A pesquisa também identificou que os anúncios publicados nos jornais geram a maior memória e obviamente mais resultados para os anunciantes. 
              Outra pesquisa divulgada no congresso da ANJ dá conta que os jornais são campeões de credibilidade com 47%, comparado com todos os outros veículos de comunicação. Os números impressionam. Diariamente são 73 milhões de brasileiros que leem jornais impressos e mais 50 milhões que leem as notícias dos jornais nas redes sociais e compartilham multiplicando as informações de modo fantástico.
              Outro dado importante da pesquisa garante que para 53% dos brasileiros, os jornais são a mídia mais confiável.  Os jornais estão ficando cada dia mais fortes e as informações virtuais geradas por eles são as que têm mais credibilidade na internet. 
Antenado com essas mudanças, o Ilha Notícias se moderniza e além da expressiva circulação do jornal impresso conta com mais de 84 mil leitores no facebook e outros 100 mil que leem notícias no site.

joserichard.ilha@gmail.com

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

É tempo de analisar os candidatos

              
          
              Daqui a uns 60 dias, mais exatamente no domingo, dia 5 de outubro, acontece a eleição mais importante dos últimos tempos. Os eleitores terão que escolher candidatos para cinco cargos: presidente, senador, governador, deputado federal e deputado estadual. Só preparando a cola para guardar o número de todos. E, se você ainda não sabe, a cola é permitida.
             Quero refletir com você, caro leitor, sobre as nossas responsabilidades políticas. Os bons e maus políticos são eleitos pelo nosso voto. Portanto, temos que assumir a responsabilidade e achar critérios próprios para escolher gente séria e trabalhadora para exercer com competência e eficiência os mandatos. Não há uma receita, crie seus próprios critérios para fazer uma boa seleção de candidatos. 
             Nas próximas semanas, avalie os candidatos para os cinco cargos. Não fuja desse compromisso. É preciso reservar um tempinho para analisar quais se identificam com as suas ideias. Conheça como eles se expressam, pesquise sobre suas atitudes pessoais e como são na vida profissional. Acredite, existem homens e mulheres que estão preparados para exercer o poder com competência. Conheço alguns e garanto que as coisas poderiam estar piores caso esse grupo de políticos sérios não estivessem atuando.
             Valorize o seu voto. A Ilha do Governador precisa eleger candidatos que, de alguma forma, estejam identificados e possam entender como resolver as nossas prioridades estruturais, sobretudo nas áreas básicas de saúde, educação e transporte. Procure saber o conteúdo das propostas dos que você considera merecer o seu voto. Escolha candidatos que tenham estatura para exercer com dignidade o cargo que pretendem. A Ilha precisa que você escolha bem.

joserichard.ilha@gmail.com

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

A guerra traz grandes reflexões

As guerras agora atingem toda humanidade. A TV nos coloca dentro do campo de batalha

              Logo depois que terminou a Copa do Mundo no Brasil, a guerra entre Israel e o Hamas tomou conta do noticiário e as centenas de mortes anunciadas a cada dia pela imprensa, nos remete a algumas reflexões.
              Não é possível acompanhar o sofrimento de milhares de famílias em ambos os territórios e ficar indiferente. A tragédia dessa guerra sem fim, ou de qualquer outra guerra, atinge hoje toda humanidade. Os relatos instantâneos transmitidos pelos repórteres nos colocam aos campos de batalha e nos deixam tristes e perplexos. No Brasil, estamos em tempo de eleições e vivemos em um país em paz com todo planeta. Graças a Deus. Todavia acredito ser pertinente saber dos candidatos a presidente suas posições em situações de crise com outros países. Nossa guerra é outra, mas também pode produzir muitas vítimas e sofrimento, causadas pela eventual inabilidade dos comandantes, como os graves problemas de desemprego e saúde. Desconfio da nossa habilidade diplomática e confesso que não escuto nas conversas com pessoas amigas, nenhum sentimento de confiança nos países aliados apenas por simpatia ideológica, como os governos bolivariano ou cubano. Países que nosso governo tanto insiste em agradar, sem que se vislumbrem perspectivas de contrapartida para os brasileiros.
              Nossa guerra não pode ser por ideologias. Penso que nosso campo de batalha deveria ser de aproximação com países livres e democráticos que estejam à nossa frente tecnologicamente com economias fortes e que também possam nos ajudar.
              É oportuno cobrar dos presidenciáveis compromissos para estimular de modo pragmático ações que proporcionem oportunidades verdadeiras de avanços cujos desdobramentos garantam também cultura e educação ao povo brasileiro. O brasileiro merece mais oportunidades para prosperar. É essa, a nossa guerra!

joserichard.ilha@gmail.com