quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Ilha do Governador com medo do crack

As autoridades da Ilha precisam agir rápido e não permitir que os viciados em crack se estabeleçam nas ruas da Ilha. As primeiras escaramuças já estão acontecendo por conta da presença de alguns “cracudos” que durante o dia vêm tentar arrumar alimentação e dinheiro para comprar mais droga. Na cidade de São Paulo, onde o uso do crack teria começado, até agora ninguém conseguiu acabar com a cracolância e os viciados que se organizaram em grupos transformam as regiões ocupadas em verdadeiras sarjetas de degradação humana. A solução não é ocupar os espaços do crack e permitir a transferência dos grupos para outros lugares. Enquanto essa legislação irracional não permitir o recolhimento forçado para tratamento humanitários dos viciados, a sociedade precisa reagir cobrando das autoridades uma solução imediata, para que não surjam novas cracolâncias e mais jovens sejam atraidos para o uso da droga. A Ilha do Governador está muito vulnerável a se tornar um território dos “cracudos,” caso não sejam tomadas providências imediatas. Muitas pessoas desse grupo de viciados, que já ocupou diversos lugares na entrada da Ilha pelo acesso da Avenida Brasil, tem sido vistas perambulando pelas ruas da Ilha. O Ilha Notícias já recebeu diversas denúncias de constrangimentos e ao mesmo tempo sentimento de tristeza pelos jovens viciados. São pessoas, que andam imundas, com sinais de inanição e cuja cama são as calçadas durante o dia. Entretanto, agora já surgem casos de brigas quando eles forçam embarcar em ônibus. O medo começa o tornar o clima mais agressivo contra essa gente que se transformou em verdadeiros trapos humanos, sem rumo, sem futuro, sem vida. Mas a Ilha não pode se tornar território do crack. Já bastam os problemas de segurança, sequestros e outras coisas imponderáveis na nossa rotina.