sexta-feira, 26 de abril de 2013

O trânsito complicado de caminhões com produtos químicos e derivados de petróleo incomoda moradores


 Na edição 1620, que circulou no dia 19 de abril, o Ilha Notícias publicou uma matéria que denuncia os graves problemas de trânsito na Rua Pires da Mota. Ali a rotina é tensa para moradores e comerciantes. Eles são obrigados a conviver com o barulhento vai e vem de centenas de caminhões que diariamente transportam derivados de petróleo para a Shell. Essa fábrica da Shell é a maior da América Latina e fica localizada logo após a Casa do Índio e tem um movimento fantástico de cargas. 
 
A aparente vida pacata sob a paisagem bucólica nas imediações do Manguezal do Jequiá contrasta com o ruído potente e a confusão dos caminhões gigantes, cujas cargas são perigosas e provocam certo receio na comunidade. A Rua Pires da Mota é mão dupla e estreita. Tem buracos — como todas as ruas — e uma curva de quase 90 graus, que impede a passagem de mais de um caminhão de cada vez e causa um transtorno enorme no trânsito. O caos é quando caminhões em sentido contrário se encontram. A rua congestiona até que seja encontrado um jeitinho. Muitas vezes usando a calçada.
 
Mas a solução é fácil: basta transformar a via em mão única, em qualquer sentido, como já disse a reportagem do jornal. Tenho certeza que não é preciso esperar estudos demorados para isso. Basta fazer.