sexta-feira, 8 de agosto de 2014

É tempo de analisar os candidatos

              
          
              Daqui a uns 60 dias, mais exatamente no domingo, dia 5 de outubro, acontece a eleição mais importante dos últimos tempos. Os eleitores terão que escolher candidatos para cinco cargos: presidente, senador, governador, deputado federal e deputado estadual. Só preparando a cola para guardar o número de todos. E, se você ainda não sabe, a cola é permitida.
             Quero refletir com você, caro leitor, sobre as nossas responsabilidades políticas. Os bons e maus políticos são eleitos pelo nosso voto. Portanto, temos que assumir a responsabilidade e achar critérios próprios para escolher gente séria e trabalhadora para exercer com competência e eficiência os mandatos. Não há uma receita, crie seus próprios critérios para fazer uma boa seleção de candidatos. 
             Nas próximas semanas, avalie os candidatos para os cinco cargos. Não fuja desse compromisso. É preciso reservar um tempinho para analisar quais se identificam com as suas ideias. Conheça como eles se expressam, pesquise sobre suas atitudes pessoais e como são na vida profissional. Acredite, existem homens e mulheres que estão preparados para exercer o poder com competência. Conheço alguns e garanto que as coisas poderiam estar piores caso esse grupo de políticos sérios não estivessem atuando.
             Valorize o seu voto. A Ilha do Governador precisa eleger candidatos que, de alguma forma, estejam identificados e possam entender como resolver as nossas prioridades estruturais, sobretudo nas áreas básicas de saúde, educação e transporte. Procure saber o conteúdo das propostas dos que você considera merecer o seu voto. Escolha candidatos que tenham estatura para exercer com dignidade o cargo que pretendem. A Ilha precisa que você escolha bem.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

A guerra traz grandes reflexões

As guerras agora atingem toda humanidade. A TV nos coloca dentro do campo de batalha

              Logo depois que terminou a Copa do Mundo no Brasil, a guerra entre Israel e o Hamas tomou conta do noticiário e as centenas de mortes anunciadas a cada dia pela imprensa, nos remete a algumas reflexões.
              Não é possível acompanhar o sofrimento de milhares de famílias em ambos os territórios e ficar indiferente. A tragédia dessa guerra sem fim, ou de qualquer outra guerra, atinge hoje toda humanidade. Os relatos instantâneos transmitidos pelos repórteres nos colocam aos campos de batalha e nos deixam tristes e perplexos. No Brasil, estamos em tempo de eleições e vivemos em um país em paz com todo planeta. Graças a Deus. Todavia acredito ser pertinente saber dos candidatos a presidente suas posições em situações de crise com outros países. Nossa guerra é outra, mas também pode produzir muitas vítimas e sofrimento, causadas pela eventual inabilidade dos comandantes, como os graves problemas de desemprego e saúde. Desconfio da nossa habilidade diplomática e confesso que não escuto nas conversas com pessoas amigas, nenhum sentimento de confiança nos países aliados apenas por simpatia ideológica, como os governos bolivariano ou cubano. Países que nosso governo tanto insiste em agradar, sem que se vislumbrem perspectivas de contrapartida para os brasileiros.
              Nossa guerra não pode ser por ideologias. Penso que nosso campo de batalha deveria ser de aproximação com países livres e democráticos que estejam à nossa frente tecnologicamente com economias fortes e que também possam nos ajudar.
              É oportuno cobrar dos presidenciáveis compromissos para estimular de modo pragmático ações que proporcionem oportunidades verdadeiras de avanços cujos desdobramentos garantam também cultura e educação ao povo brasileiro. O brasileiro merece mais oportunidades para prosperar. É essa, a nossa guerra!

joserichard@uol.com.br

Pichadores continuam a emporcalhar a Ilha

Vergonha!  

              Pichação é uma idiotice que um grupo de bobalhões resolveu estabelecer como hobby por pura exibição. Agem às escondidas pendurados em prédios durante a noite, quando produzem deliberadamente prejuízos em muros e fachadas de prédios. Normalmente, são pessoas jovens desajustadas que encontram na sujeira que fazem na propriedade alheia a satisfação das suas inseguranças.
              A ação é covarde porque acontece às escondidas e atinge moradores que convivem com as baboseiras que tornam feias e sujas suas casas, por absoluta falta de recursos para removê-las. Na Estrada do Galeão, dezenas de prédios comerciais também sofrem com as pichações e a Ilha, cuja imagem a maioria se esforça para tornar ainda melhor e mais bonita, sofre com essa gangue cuja ação ainda não é punida como merece.
              Há pouco tempo um deles foi pego agindo durante o dia no telhado de um prédio comercial da Portuguesa. Em flagrante disse que teria sido pago para fazer o serviço. Tinha em seu poder uma relação de prédios e os símbolos que deveriam ser pichados.  É inacreditável, mas o elemento não foi preso a pedido da mãe que se comprometeu a corrigir o hábito do bobalhão e pagar os prejuízos. Já se passaram algumas semanas e o condomínio não recebeu nenhum centavo de indenização. Bem feito! 
             Portanto, tenho que corrigir o início dessa coluna e incluir as pichações como bico para alguns malucos, que são usados por paranóicos que contratam otários para marcar territórios com seus desenhos horríveis nos nossos muros ou edifícios. Desvalorizando os imóveis e deixando parte da nossa Ilha feia. É importante denunciar a ação desses vândalos irresponsáveis.

joserichard@uol.com.br