sábado, 3 de dezembro de 2016

OS BANCOS EXPLORAM A POVO BRASILEIRO E A CADA DIA TRATAM PIOR SEUS CLIENTES DIFICULTANDO ATÉ O PAGAMENTO DE UMA SIMPLES CONTA. ESTIMULAM O USO DA INTERNET ONDE "CONVERSAMOS" COM FRIOS COMPUTADORES

Quando um banco está mal o governo ajuda com dinheiro público

             Com a situação econômica do Brasil precisando de tratamento para sair do CTI, não vejo nenhum movimento para ajudar o país a sair desta situação, cuja origem são as organizações financeiras que continuam explorando a população e obtendo lucros fantásticos. Falo dos bancos, empresas insensíveis, que comemoram lucros extraordinários a cada trimestre, enquanto o restante dos brasileiros sofre com a falta de dinheiro e emprego.
              Eles, os donos do nosso dinheiro, dificultam cada vez mais os serviços que antes prestavam à população, como, por exemplo, o simples pagamento no caixa de contas de luz, e criam normas excludentes para a população menos favorecida. Os juros já chegam a impensáveis 400% e as autoridades não fazem nada para defender a população endividada que nesse momento precisaria de amparo para viver.
            Hoje, é quase impossível ter uma vida normal sem depender dos bancos, seja para realizar pagamentos ou comprar qualquer objeto. O dinheiro de papel foi substituído pelo cartão em função das facilidades e o perigo de ser assaltado. O brasileiro está forçado a ter conta no banco cuja contrapartida é absolutamente nenhuma. Tudo é cobrado. Devolvem cheques por divergência de assinatura sem avisar o correntista para deixar a conta devedora e cobrar juros estratosféricos. É má fé.
              Na Ilha do Governador, o Itaú, por exemplo, tem oito agências, mas as empresas precisam se deslocar até outra região – Bonsucesso –, tudo feito para complicar a vida do correntista. 
              Enquanto nós estamos distraídos com as loucuras e prisões dos políticos e empresários de construtoras, o Brasil sangra e os bancos festejam os lucros obtidos “legalmente” da população refém de um sistema bancário que não gera nenhuma riqueza para o Brasil. Muito pelo contrário, só explora o povo e o país. Na Ilha eles não participam nem apoiam nada.

domingo, 27 de novembro de 2016

ILHA ESTÁ SE TRANSFORMANDO EM ÁREA DE DESOVA DE CARROS ROUBADOS E DO GOLPE DO SEGURO

Uma das carcaças abandonadas em cima de uma calçada na Ilha

            A Comlurb informou nesta semana, que cerca de 20 veículos abandonados nas ruas e calçadas da Ilha, são enviados mensalmente para um depósito público localizado na cidade de Duque de Caxias.
             Infelizmente, com essa declaração, do órgão público responsável pela remoção de veículos e carcaças abandonadas, está confirmada a suspeita de que as ruas da Ilha do Governador estão sendo utilizadas como verdadeiros depósitos de carros cujas procedências são evidentemente criminosas.
             A Polícia Militar já teria manifestado suspeitas de que carros roubados em outras regiões da cidade estariam sendo transportados para as ruas da Ilha e incendiados. A desconfiança é de que seriam veículos utilizados em crimes, que após depenados, estão sendo deixados na “lixeira”, se é que existe termo mais digno. Por outro lado, a polícia suspeita que uma quadrilha especializada no golpe do seguro, também tenha a Ilha como lugar para essas desovas.
             Até pouco tempo, as margens da estrada que dá acesso ao bairro de Tubiacanga, era o local preferido para essas ações fora da lei. É possível que o funcionamento da maior unidade do Detran no Estado, logo na entrada dessa via, tenha inibido os bandidos, diante do movimento e a presença de autoridades nas redondezas.
             Quem queima um carro quer esconder algum crime, e essas ações precisam ser investigadas pela polícia. Para ajudar as autoridades nessas investigações e acabar com essa mania criminosa de deixar esses entulhos nas ruas da região é necessário comunicar às autoridades a placa dos reboques e caminhões que abandonam esses veículos que tanto transtorno traz aos moradores da Ilha.

sábado, 19 de novembro de 2016

CAOS NA SEGURANÇA É AMEAÇA NA ILHA DO GOVERNADOR

Este é o brazão da Ilha do Governador, 
região que precisa resgatar os tempos
 em que as forças de segurança 
garantiam tranquilidade à população

            Na quinta–feira, dia 17 uma viatura e dois policiais do nosso 17º BPM foram fotografados em atividade oficial, em Copacabana, por ordem do Comando Geral da PM. O deslocamento até a Zona Sul, foi para ajudar outras unidades policiais durante as manifestações que estão acontecendo pela cidade mas foi uma atitude absurda. A Ilha não pode abrir mão de nenhum policial nem de viaturas, diante do aumento das ações dos criminosos. 
             Enquanto reforçam por lá, a Ilha, que está com poucas viaturas e o contingente de policiais desfalcado, sofre com o aumento da insegurança e falta de vigilância em todos os bairros. Está semana quatros carros foram abandonados e incendiados na Estrada Brás Crispin (Tubiacanga - Canárias) mas ninguém registrou as ocorrências. Ou seja, a Ilha está se transformando em um verdadeiro depósito de carcaças abandonadas por bandidos que, queimam provas ou aplicam o “golpe do seguro.”
              A PM da Ilha está enfraquecida. Há 45 anos sofre com a redução da sua força operacional, e não tem as mínimas condições logísticas para manter viaturas e policiais em ronda ostensiva nos bairros da Ilha. Em 1970 eram cerca de 1.100 policiais no 17º BPM. Hoje não deve chegar a 300 agentes, considerando os oficiais e praças. O corte de policiais enfraqueceu a polícia e está transformando a Ilha em um lugar perigoso.
             Os assaltos realizados por bandidos violentos, com o uso de motocicletas, nunca tinham sido praticados dentro da Ilha. Agora são crimes rotineiros, para desespero da população. O sistema de segurança se aproxima do caos e a polícia não é a culpada. Se faltam policiais para garantir a ordem nas ruas, nas delegacias também não há papel para registrar as ocorrências. Pode-se chamar isso do início do caos. A bandidagem já percebeu isso e está cada dia mais atrevida.

sábado, 12 de novembro de 2016

Governo diminui verbas e o Colégio Newton Braga pode fechar as portas em poucos anos. O Ministério da Educação precisa agir urgente para tirar esse excelente colégio público federal da crise.

Fundado por militares da aeronáutica, o colégio 
sempre foi referência pela qualidade de ensino

            Aos 66 anos de existência o tradicional Colégio Newton Braga não consegue sair da crise gerada pela diminuição dos recursos federais encaminhadas pelo 3º Comando Aéreo Regional, instituição militar que é a principal mantenedora do colégio.
             Após cobrar de 1500 novos alunos a taxa de inscrição para o sorteio de 100 novas vagas para 2017, a direção do Newton Braga viu-se constrangida a anunciar que foram canceladas todas as turmas para o próximo ano e devolver os valores das inscrições.
             É uma vergonha que isso aconteça, e principalmente que não exista movimento do governo federal para normalizar a remessa dos recursos essenciais, através do Comar, para manter o funcionamento normal desse colégio que sempre foi um dos melhores da cidade. Os investimentos na educação precisam estar na pauta das prioridades de qualquer governo que verdadeiramente se interesse pela educação dos jovens e pretenda transformar o país em uma nação maior.
              Acredito que um movimento pacífico dos alunos, professores, pais e comunidade seja necessário, nesse momento, para sensibilizar as autoridades e restabelecer imediatamente o fluxo de verbas indispensáveis para o funcionamento com excelência do colégio. Não matricular novos alunos condena o colégio ao fechamento das suas portas em menos de uma geração, fato que é inaceitável tratando-se de uma escola e, principalmente quando ela possui o alto conceito e tradição do Newton Braga.
            Tenho certeza que toda comunidade da Ilha do Governador é solidária com essa bandeira, cujos propósitos são firmes para garantir que mais jovens brasileiros possam ter a oportunidade de uma formação de qualidade como o Newton Braga proporciona.

sábado, 5 de novembro de 2016

EMBARCAÇÕES COM TRAJETOS DA ILHA PARA DIVERSOS PONTOS DA BAÍA DE GUANABARA É O FUTURO

Embarcações robustas de porte médio atuando no transporte 
marítimo na Baía de Guanabara e realizando trajetos da Ilha para o
 Centro, Niterói, Paquetá, etc., deverão funcionar também nos finais
 de semana para o lazer. É uma das soluções que precisam ser estudadas 
urgente. 

             Uma das soluções para resolver o problema do transporte marítimo não é obviamente transferir para os ônibus essa tarefa. Além de contribuir para piorar, o já lento trânsito da Estrada do Galeão, a medida gera desconforto para os usuários cuja rotina de trabalho e compromissos foram planejados nos horários existentes.
             A concessionária CCR e o governo estadual não compreenderam que esse serviço é essencial para a Ilha do Governador, cuja população só possui a alternativa rodoviária pela ponte. Cercada de água, a região merecia mais comprometimento dos governos para melhorar o sistema de transporte marítimo, que se já era de péssima qualidade, agora ficou quase inexistente.
             O pior, é que a medida foi tomada repentinamente, sem nenhum aviso prévio, em uma demonstração de desprezo pelos insulanos e sem preocupação com os problemas que foram gerados às centenas de famílias e trabalhadores. 
             Há cerca de dois anos, um plano do governo pretendia fortalecer o sistema de transporte hidroviário, e incluía a compra de novas embarcações, em substituição às sexagenárias em operação. Até onde sei, o governo comprou, mas como não pagou, uma embarcação moderníssima está  enferrujando na baía.
              Diante desse panorama devastador, resta permitir que pequenas e médias embarcações possam realizar o serviço ampliando a oferta em diversos pontos da Ilha. Seria um estímulo para investimentos no setor e criaria muitos novos empregos. Basta as autoridades compreenderem que esse monopólio agoniza há décadas e que, abrir oportunidade desse serviço a novas empresas pode ser a solução.