domingo, 19 de fevereiro de 2017

QUEM POLUI NÃO ESTÁ À ALTURA PARA COBRAR DOS GOVERNOS A OBRIGAÇÃO DE LIMPAR NADA, PRINCIPALMENTE A BAÍA DE GUANABARA

             É inadmissível que quase nada tenha sido feito para a despoluição da Baía de Guanabara nos últimos anos. A grande esperança era o legado dos jogos olímpicos que infelizmente não aconteceu e a poluição continua a avançar com a contaminação química e orgânica das águas e do fundo do mar.
             Não fosse a ação das marés que trazem águas limpas da costa fluminense, a situação da Baía de Guanabara seria muito pior. Os 34 rios que desaguam nela trazem, diariamente, toneladas de lixo flutuante, que são jogados irresponsavelmente pela população das cidades no entorno da baía, tripulantes e passageiros de embarcações que, sem cultura e noção dos danos que provocam ao meio ambiente e à vida, precisam mudar de atitude em favor do coletivo e das futuras gerações que poderão se surpreender com um caldo podre no lugar de água.  
             Milhares de sacos plásticos, animais mortos, garrafas pet, sofás, e outros objetos ameaçam as embarcações que navegam perigosamente entre objetos que podem 
danificar hélices, motores e o casco, provocando problemas que podem gerar graves acidentes. Além disso, banhistas desavisados dos perigos que correm nessas águas contaminadas podem ser vítimas de doenças graves. É impossível encontrar um lugar na baía, onde o esgoto e a sujeira não estejam presentes de forma ameaçadora à vida humana.
             No verão faltam campanhas públicas para alertar à população sobre os danos à saúde que um simples banho de mar pode provocar. É preciso também conscientizar o povo, crianças e adultos, para não jogar objetos e lixo nas águas. É claro que dos governos deve-se exigir mais ações para evitar o despejo de esgoto. Entretanto, falta também dizer, para aquela parte da população sem noção e mal educada que joga o lixo em qualquer lugar que, agindo assim, não estão à altura para cobrar dos governos a obrigação de limpar a poluição gerada por sua absoluta falta de educação.


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

VAMOS ÀS RUAS BRINCAR E CONFRATERNIZAR COM OS NOSSOS VIZINHOS E AMIGOS COM OS ESPÍRITOS DESARMADOS E TRANSFORMAR ESSE PERÍODO CARNAVALESCO EM SAÚDAVEIS MOMENTOS DE MUITA ALEGRIA

Bloco Foliões do Rio desfilou na Praia da Bica

               Depois do ensaio técnico da União da Ilha no Sambódromo no dia 15, foi aberta a agenda dos eventos de carnaval na Ilha do Governador. Serão 38 blocos que vão desfilar pelas ruas da Ilha e certamente arrastar milhares de foliões em um clima de alegria e diversão, sempre acompanhados de potentes carros de som ou do ritmo forte das baterias nas cores de cada grupo.
            As mudanças que fortaleceram o carnaval de rua e o crescimento dos blocos, revitalizou a criatividade no reinado de Momo. Os nomes dos blocos são divertidos e alguns bizarros. Muitos participantes chegam a acompanhar diversos grupos e esgotam energias em uma rotina de suor e alegria interminável.
            Na União da Ilha, a expectativa é da realização de um grande desfile e uma boa classificação esse ano. A presença do consagrado coreógrafo Carlinhos de Jesus na Comissão de frente é a garantia de que a escola já entra bem na Sapucaí, fato que dá segurança para a evolução da escola e destaque na apresentação do samba enredo cuja letra está bem avaliada pela crítica.
            Por fim, para que tudo agrade a todos, mesmo aos que não curtem o carnaval, é preciso que a turma que as vezes exagera na bebida não cause constrangimentos aos moradores dos trajetos onde vão desfilar os blocos. Urinar nos muros e portas de residências é um desrespeito que não se justifica com o nosso povo, que sabe os limites e o respeito que devemos ter com todas as famílias da Ilha.
            O carnaval na Ilha esse ano promete. Então, vamos às ruas brincar e confraternizar com os nossos vizinhos e amigos com os espíritos desarmados e transformar esse período carnavalesco em saudáveis momentos de muita alegria.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

A ILHA PRECISA SER EXEMPLO DE CIDADANIA NA CIDADE. O LIXO DEIXADO NAS RUAS MEDE A CULTURA DE SEU POVO.

              
 
O lixo jogado pela população nas ruas e ao 
lado dos contêineres sujam a cidade e provocam enchentes

            A questão do lixo jogado nas ruas e calçadas da Ilha é um grave problema cultural de parte da população cuja atitude é inexplicável em razão das consequências ruins que geram para os demais moradores e para si próprios.
            Além do aspecto de sujeira, o lixo entope ralos e galerias provocando enchentes que podem causar prejuízos materiais e acidentes aos indivíduos que tentam atravessar ruas alagadas expondo-se a sofrer ferimentos ou serem vítimas de doenças. 
            Na Estrada Rio Jequiá existe um péssimo exemplo disso. Sobre a calçada em frente à Vila Olímpica estão colocadas dez containers laranjões que absurdamente não são usados por grande parte dos moradores da Vila Panamericana. Os sacos de lixo são deixados ao lado dos equipamentos que ficam invariavelmente vazios, provocando sujeira e mau cheiro, além de servir de criadouro de ratos e baratas. Uma vergonha!  
            Outra insanidade é provocada por vândalos nas ruas que quebram as lixeiras presas aos postes apenas para mostrar que não são cidadãos comuns e usam a força bruta da irracionalidade para provocar desordem e sujeira. Deveriam ser presos. 
             Nas comunidades e nas praias muitos latões para recolhimento de lixo são roubados para servir de objeto de decoração ou produto de venda para ferro velho. 
            A limpeza de uma cidade revela o nível cultural do seu povo, objetivo que temos que alcançar, começando pelas escolas e contagiando as famílias por uma mudança de atitude daqueles que ainda resistem em sujar as ruas.

domingo, 22 de janeiro de 2017

A CONSTANTE FALTA DE LUZ NA ILHA DO GOVERNADOR GERA DESCONFORTO PARA A POPULAÇÃO E PREJUÍZOS AO COMÉRCIO. A LIGHT OPERA MUITO MAL.

As contas da Light chegam pontualmente mas 
os serviços da companhia revoltam a população 
e causam grandes prejuízos ao comércio.

                    A questão da constante falta de luz em diversos bairros da Ilha está tirando do sério os moradores da região que, além de sofrerem com o calor são vítimas das terríveis consequências. 
              Nas residências, os picos de luz, que antecedem os apagões queimam aparelhos elétricos como geladeiras e ar condicionado, gerando prejuízos e sérios desconfortos aos moradores, principalmente para as crianças, idosos e doentes.
              No comércio à questão dos prejuízos é ainda maior. Além dos equipamentos que não resistem as alterações de energia elétrica, os estoques de alimentos e outros produtos que precisam ser conservados em refrigeração é incalculável.
             Com a economia desfavorável, a falta de luz constante, torna as condições de desenvolvimento das atividades produtivas e empregabilidade ainda mais críticas.
             A Light que é responsável pela distribuição da energia faz pouco caso da Ilha, presta um serviço ruim, cobra caro e dificulta o atendimento dos consumidores. Prova disso é que a empresa fechou a loja que mantinha no Ilha Plaza Shopping, transferindo os serviços de novas ligações, transferências e outros para o bairro da Penha, trazendo desconforto para todos consumidores.
            Vez por outra, a Light manda uma unidade móvel para as ruas da Ilha para atendimento ao público, mas não avisa ninguém. Ou seja, tratam os moradores com desprezo e desconsideram a importância da Ilha cuja população já supera os 300 mil habitantes, quantidade maior que muitas cidades.
             Fica o meu protesto contra a Light que trata mal a todos nós e coloca o lucro como prioridade, não se importando com as pessoas que sofrem e os prejuízos que gera.

sábado, 7 de janeiro de 2017

UM DOS LUGARES MAIS APRAZÍVEIS DA CIDADE, A ILHA PRECISA AVANÇAR NA QUESTÃO DA SEGURANÇA E DO DESENVOLVIMENTO

A Praia da Bica é um dos polos gastronômicos da Ilha, 
com restaurantes e quiosques com muitas opções de 
petiscos e´comidas típicas

             A mudança no comando da prefeitura renova a esperança e a expectativa de que a Ilha do Governador possa ocupar o destaque que sempre deveria ter no cenário da cidade.
              Com uma população de quase 300 mil habitantes, a Ilha requer mais atenção das autoridades em diversos aspectos para avançar na qualidade de vida dos seus moradores e desenvolvimento urbano. Infelizmente, os órgãos públicos têm agido, há bastante tempo, com certo desprezo diante da importância da Ilha no contexto da cidade.
             Por exemplo, nesta edição o Ilha Notícias denuncia que há mais de cinco meses um pontilhão que caiu no Bancários, permanece sem sua reconstrução trazendo graves transtornos e prejuízos à população. Fosse isso na Zona Sul ou Barra, em menos de uma semana o problema estaria resolvido. É desproporcional a pouca atenção que as autoridades têm com a Ilha, embora em seu território funcione o segundo maior aeroporto do país e estejam instaladas indústrias de porte, como Shell, Cosan, Fischer e Eisa, entre outras. 
              Faltam incentivos e oportunidades para novos empreendimentos, sobretudo aqueles naturais na região, como a indústria naval de pequeno porte, turismo com viagens marítimas na baia e polos gastronômicos, entre outros. A Ilha resiste porque seus empresários são de fato empreendedores e ainda prospera um forte clima de bairrismo. 
            Mesmo com a crise econômica absurda, dezenas de novos empreendimentos estão surgindo na região e, em pouco tempo, vamos superar as dificuldades econômicas e voltar a crescer, gerando mais empregos e oportunidades. Entretanto, para ajudar a começar um novo momento, os governos precisam sanar o problema de mobilidade urbana, melhorando o sistema de ônibus, vans e barcas, cujos transtornos são imensos para a população da Ilha.
            Nossas expectativas são positivas.