domingo, 15 de outubro de 2017

JORNAL ILHA NOTÍCIAS COMEMORA 41 ANOS DE FUNDAÇÃO

              Criado para ser o porta voz da Ilha do Governador, o jornal Ilha Notícias completa neste mês de setembro 41 anos de existência mantendo os mesmos princípios e valores de quando foi fundado em 1976. Pode-se dizer que a história da Ilha do Governador das últimas quatro décadas está contada nas páginas das 1849 edições do jornal que já circularam até hoje. Cada uma dessas edições representa um capítulo dessa história que relata os acontecimentos mais importantes da semana na região. No futuro, certamente será importante fonte de consulta para pesquisadores.
            O Ilha Notícias conquistou a confiança dos insulanos. E, enquanto os jornais de circulação nacional dedicam atenção principalmente ao noticiário nacional e internacional, o Ilha Notícias trata exclusivamente de temas locais. As colunas Voz do Leitor e Boca no Trombone são exclusivas para as denúncias e reclamações dos moradores, enquanto Gente & Fatos é mais leve e destaca os acontecimentos e bastidores da sociedade local. Esses três espaços expressam o cotidiano. Já a página Gente da Ilha reconhece e destaca personalidades da região, que se superam no seu trabalho ou estudos, tenha talento artístico, ou seja, exemplo por sua conduta, ou ainda que a vida seja uma história de sucesso ou exemplo de superação. 
             Ilha Notícias considera a Ilha do Governador o lugar mais importante do planeta e usa de toda a sua capacidade jornalística para lutar por mais qualidade de vida para a região e estímulos para ajudar o desenvolvimento das empresas e negócios locais. Com 17 bairros e quase 300 mil habitantes, a Ilha precisa ter um peso diferente em todas as questões de infraestrutura e políticas públicas do estado. Poucas cidades do Rio de Janeiro tem a população da Ilha do Governador. É portanto inadiável que sejam feitos investimentos públicos em infraestrutura para colocar a região à altura da sua importância na vida da cidade.
               A população quer, e o jornal considera que devem fazer parte da agenda para transformar a Ilha, a urbanização das favelas e um sistema melhor de mobilidade urbana que contemple o resgate da qualidade do transporte marítimo integrado com vans e ônibus com linhas circulares e para a zona sul, . Temos orgulho da responsabilidade que exercemos na região e, com independência, vamos continuar lutando ao lado da população insulana que há 41 anos confia no Ilha Notícias. 

sábado, 14 de outubro de 2017

PERIGO! GRUPOS ORGANIZADOS PODEM INVADIR TERRENO DA UNIÃO QUE DÁ ACESSO À TUBIACANGA, JUNTO AO DETRAN

            A vasta área desabitada que separa a comunidade do Parque Royal até o bairro de Tubiacanga é um desafio para as autoridades, sobretudo agora, após o reconhecimento de parte da região como bairro. A estrada que faz a ligação entre os dois pontos é de quase um quilômetro e não tem nenhuma iluminação. Transitar à noite de carro é para corajosos, como são os moradores de Tubiacanga. À pé, só os abençoados que frequentam o monte de orações, ao lado da via.
             Com a inauguração do posto do Detran, há cerca de dois anos, a expectativa era de que as pessoas folgadas que vem de fora e jogam entulho e lixo nas margens da estrada, sofressem constrangimento diante do órgão cuja importância deveria merecer mais respeito dos desordeiros. Entretanto, a área continua sendo um depósito para carros roubados, alguns incendiados propositalmente, sob suspeita criminosa de aplicação do golpe do seguro. É tamanho o descontrole, que prospera inimaginável invasão de área ao lado Detran, com moradias, oficinas e outras atividades.
               O aproveitamento da grande faixa de terra entre às margens do mar e a pista do aeroporto merece, de modo urgente, ter um projeto urbanístico moderno que inclua, por exemplo, espaços generosos para a prática de diversas modalidades esportivas, passeios de bicicleta, caminhadas e outras atividades como hortas. São apenas sugestões que podem ser consideradas para uma ocupação que valorizasse essas terras e o bairro de Tubiacanga. Quem sabe a gente pede projetos para os universitários. Sai de graça.
              O importante é agir logo, antes que grupos organizados tomem conta de modo desordenado e irreversível.

EXPOSIÇÃO ABSURDA TEM QUADROS COM CENAS CHOCANTES DA DECADÊNCIA HUMANA

  
Um dos quadros expostos no museu em Porto Alegre

              Duas notícias revelam o quadro de degradação moral que uma minoria de um lado e os criminosos de outro, querem obrigar os brasileiros a acharem normal, embora as consequências sejam nefastas.
            Em Porto Alegre o Santander patrocinou, com apoio da Lei Rouanet, instrumento legal para incentivar a cultura, uma exposição escabrosa de quadros com cenas de pedofilia e zoofilia. Os quadros retratam cenas de sexo explícito generalizado de homens e mulheres em situações degradantes e de humanos transando com animais.
               A exposição gerou repulsa generalizada e o banco sofreu com encerramento de muitas contas de clientes perplexos de sentirem cúmplices de imoralidades e de uma grosseira agressão aos princípios de todas as religiões. Os cristãos foram os mais atingidos diante de um quadro que representa Jesus Cristo tendo em uma das mãos um vibrador.
              Sem noção, os organizadores da exposição acharam normal a exibição de imagens que retratam a monstruosidade humana e ainda se sentiram vítimas de preconceito. 
              Já no Rio de Janeiro os advogados de um mega traficante que cumpre pena em uma prisão federal, localizada em outro estado, propuseram ao Ministério Público a transferência do criminoso para uma prisão no Rio de Janeiro que em troca pelos ares cariocas garantiria a diminuição da violência nas ruas do Rio. 
             Estou desconfiado que coisas inaceitáveis como essas passem a ser mais comuns daqui para frente e venham desmoralizar os conceitos do cidadão que tem princípios e valores. Estamos perdidos. É inacreditável que o crime organizado tenha proposto negociar com o estado a segurança na cidade.

BOM SENSO EXIGE QUE O TERMINAL 2 DO AEROPORTO TENHA PONTO DE ÔNIBUS. INSULANOS SOFREM COM A DISTÂNCIA PARA CHEGAR AO TRABALHO

           A existência do aeroporto do Galeão no território da Ilha do Governador dá à região o status de ser o cartão de visitas da cidade do Rio de Janeiro e referência para passageiros de todos os países do mundo. Afinal, o estrangeiro que chega de avião à Ilha chega ao Brasil.
            Para a economia da região o aeroporto tem uma importância relevante pela quantidade de empregos que oferece aos moradores da Ilha. Outro fato que deve ser considerado é o movimento que milhares de funcionários do aeroporto e das companhias aéreas geram no comércio, shopping e restaurantes locais. Sem contar, naturalmente os serviços de transporte que apesar de ter trajetos do aeroporto para diversos pontos da cidade, é na Ilha que está concentração desses serviços, seja por ônibus ou vans que transportam a maioria dos trabalhadores do aeroporto.
           Todavia, a comunidade insulana que tem orgulho de estar ao lado desse complexo aeroportuário sente falta da integração. O isolamento que vive o Tom Jobim, dificulta os trabalhadores que moram na Ilha e que são submetidos a grandes deslocamentos para chegar nas suas empresas em virtude de poucas linhas de ônibus e, principalmente, pela distância do ponto que permanece no terminal 1, praticamente desativado. 
             Autorizar um ponto de ônibus no terminal 2 é uma decisão urgente que o bom senso exige, independente do poder ou interesses que se acham ameaçados. O respeito aos mais humildes e aos trabalhadores é a métrica da grandeza dos gestores do aeroporto.

É CURIOSA A COINCIDÊNCIA DE EXPOSIÇÕES "CULTURAIS" COM CENAS PORNOGRÁFICAS SEM LIMITE, INCLUSIVE COM QUADROS EXIBINDO SEXO ENTRE ANIMAIS E HUMANOS

           Quem não tem talento para criar belas obras de arte, exibe o melhor de si através de figuras grotescas e desrespeitosas para chocar o público, como o conjunto de podridão cultural com cenas de zoofilia, pedofilia e blasfêmia expostas há poucos dias no Queermuseu, do Santander, em Porto Alegre. 
               Agora os produtores culturais tentam trazer a mesma exposição para o Rio de Janeiro num ato de desafio ao pudor das famílias cariocas, que são as mais avançadas nas novidades da moda e comportamento no país, mas sabem reconhecer os limites da liberdade de expressão e a ofensa. Essa exposição feriu o povo brasileiro e significa um retrocesso aos tempos de Sodoma e Gomorra. Nunca arte!
             Na semana passada, em São Paulo, organizadores da performance “La bête” permitiram que o público, em que parte era infantojuvenil, assistisse aos movimentos de um homem nu durante a abertura do 35º Panorama de Arte Brasileira, no Museu de Arte Moderna. Alguns críticos acham normal que uma menina, embora acompanhada da sua mãe, tocasse o homem nu que se fazia de obra de arte. 
              Já na cidade de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul a polícia apreendeu, na semana passada, no Museu de Arte Contemporânea, uma pintura cujo título “Pedofilia” retrata uma criança diante de um homem nu. Grosseria! 
              A inacreditável repentina coincidência de pretensas atividades culturais com agressões simultâneas à moralidade, e as absurdas exibições de telas pornográficas, devem ter como objetivo destruir os princípios que restam à humanidade contaminando, sem limites, as mentes jovens. É inadmissível que essas ações continuem sem uma forte reação da sociedade contra esses absurdos que argumentam sob o escudo da cultura.