sexta-feira, 23 de setembro de 2016

ASSALTANTES EM MOTO, PICHADORES, VANS E BARCAS SÃO PROBLEMAS GRAVES NA ILHA

Bandidos motoqueiros preferem agir à noite. 
Crime não existia na Ilha

            Vans, barcas, pichadores, e agora, “motoqueiros assaltantes” são graves problemas que a sociedade insulana sofre, e é refém, não apenas pelo mal que geram, mas principalmente em razão dos péssimos serviços, perigo e prejuízos que causam aos moradores da Ilha.
            É incrível que tanto as vans como as barcas, cujos serviços são de concessão pública, sejam tão ruins. Todo mundo reclama, mas não se percebe nenhuma ação das autoridades, que provoque no insulano algum sentimento ou esperança de que, em algum dia no futuro, as coisas possam melhorar. 
            São dois importantes sistemas de mobilidade urbana que se funcionassem bem diminuiriam a preocupação da população que vive atormentada para se deslocar de van dentro da Ilha, e para ir para o Centro usando as barcas. É absoluto o descaso da concessionária com a população ao não colocar horários durante o dia todo e não funcionar nos feriados e fins de semana. Esse pessoal não serve ao povo, mas se serve dele.
              Já os bandidos que agora usam motos para assaltar, começaram a agir há pouco tempo na Ilha e suas ações criminosas geram muito medo na população pela agressividade. Agem como criminosos mascarados com o rosto escondido pelos capacetes e fogem rapidamente usando motos sem placas.
            Enquanto isso os pichadores devem se sentir intocáveis por razões que desconheço e continuam há anos nas sombras causando prejuízos ao patrimônio público e privado com absoluta liberdade. Agem sem serem perturbados por ninguém.
            Vans, barcas, pichadores e “bandidos de motos” são problemas graves e urgentes para serem solucionados na Ilha.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

CAMPANHA ELEITORAL MAIS TRANQUILA NA ILHA



Na campanha de 2014 as placas de campanha ocupavam  
grande parte das calçadas

             A cerca de duas semanas da data da eleição, para prefeito e vereadores, que se realiza este ano no dia 2 de outubro, o clima nas ruas da Ilha é muito diferente das últimas vezes, quando nessa época o canteiro central da Estrada do Galeão estava quase que tomado por centenas de placas dos candidatos.
            Sempre ouvi dizer que placa não dá voto, mas quase todos candidatos faziam diversas delas e pagavam pessoas para cuidar de cada uma delas, sob o argumento de que os seus eleitores tinham que ter a impressão de que a candidatura era forte, sobretudo se exibissem placas em todos os lugares possíveis. 
            Durante a campanha de 2014, alguns candidatos simplesmente colocavam as placas pela manhã e retiravam à noite. Outros nunca as buscavam e sobrava para o vento levá-las ou o TRE destruí-las.
             As mudanças na legislação eleitoral, principalmente as que modificaram o uso de equipamentos e materiais de campanha eleitorais fez sumir dos canteiros e calçadas esses equipamentos e obrigou os candidatos a se aproximarem dos eleitores para serem conhecidos. Talvez, desse modo, a campanha fique mais justa e equilibrada, proporcionando oportunidades mais justas para a maioria dos candidatos.
            Até agora é, pelo menos, uma campanha diferente.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

A ILHA DO GOVERNADOR PRECISA DE UMA MATERNIDADE PÚBLICA URGENTE


Fundado em 1939, o Hospital Municipal Paulino Werneck, passou por diversas 
reformas e pode receber novamente uma unidade de maternidade.

              A necessidade de uma maternidade pública na Ilha é uma exigência da população absolutamente indispensável, considerando que a região tem perto de 300 mil habitantes e grandes dificuldades de mobilidade urbana. É um absurdo que as nossas grávidas tenham que sair da Ilha para o acompanhamento da gravidez e, no caso de qualquer imprevisto de urgência sejam obrigadas ao risco adicional de enfrentar os constantes congestionamentos da Estrada do Galeão, que agora também se estendem por algumas vias internas. 
             É uma questão de sensibilidade humana tratar a questão de modo prioritário, considerando que o serviço de maternidade já funcionou durante muitos anos no Hospital Paulino Werneck. O velho hospital, que deixou de ser pronto socorro e maternidade, depois da inauguração do Hospital Evandro Freire, agora é utilizado apenas como uma unidade auxiliar com leitos para recuperação de doentes. As informações são de que o atendimento é muito bom e humano, fato que é positivo e deveria ser normal em todo serviço público de saúde.
            Diferente das outras regiões, a Ilha do Governador tem características de uma verdadeira cidade e nunca deveria ter perdido a maternidade do Paulino Werneck que funcionava bem e proporcionava tranquilidade às grávidas. Dizia-se que quem nascia no hospital era insulano da gema, fato que muitos moradores ainda se orgulham e não se conformam com a desativação da unidade.
            Em tempos de eleição, quase todos os candidatos a vereador, que moram na Ilha, tem em suas propostas a volta da maternidade, fato que não deve ser encarado como demagogia, mas como uma questão de direito da população.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

PICHADORES AGEM DURANTE À NOITE E CAUSAM GRAVES PREJUÍZOS NA MAIORIA DOS PRÉDIOS E MONUMENTOS DA ILHA




Centenas de prédios comerciais e residenciais da Ilha 
sofrem com a ação dos pichadores

              Centenas prédios da Ilha estão criminosamente pichados e a ação desses vândalos continua acelerada, provocando grande preocupação entre moradores e comerciantes que se sentem ameaçados pela ação desses bandidos que agem sem limites que trazem insegurança e medo a todos nós.
            Basta descobrirem um novo espaço, em qualquer bairro da região, que eles picham sorrateira e covardemente, causando prejuízos enormes e sujando o patrimônio de todos que vivem na Ilha.
              Nesta semana, esses agentes do mal, picharam a passarela da Portuguesa, deixando um borrão incompreensível em diversos pontos daquele equipamento público e, recentemente, sujaram a Pedra da Onça, o mais tradicional símbolo histórico da região. Os borrões, de cada pichador, são sinais do mau gosto e um desrespeito agressivo contra os cidadãos insulanos. 
             A beleza urbanística e a valorização da Ilha, e de qualquer região no mundo, é fruto do investimento público e o cuidado da população que tem a obrigação de ajudar na preservação das ruas, praças e, principalmente do seu próprio patrimônio. 
            A sensação de quem mora ou trabalha em um prédio pichado é de absoluta vulnerabilidade, porque não é improvável flagrar um desses malucos, a qualquer momento da noite, pendurado na nossa janela pichando o prédio. 
             Essa impotência da população está gerando revolta e as autoridades precisam agir para proteger a sociedade com mais rigor desses bobalhões que não possuem nenhum talento.

sábado, 27 de agosto de 2016

REVITALIZAÇÕES URBANÍSTICAS MOSTRAM CAMINHO PARA INTERVENÇÃO NO CAÓTICO SISTEMA DE TRANSPORTE DA ILHA

Há alguns meses, passageiros das barcas foram obrigados
 a desembarcar entre as pedras da orla do Cocotá.
 Concessionária não tem interesse em melhorar o serviço
 e a segurança é apenas um dos problemas

            A revitalização da orla da Freguesia, cuja matéria é destaque nesta edição, provocou o resgate da autoestima dos moradores do bairro e já sinaliza na recuperação do polo gastronômico, que por muitos anos contou com diversos ótimos restaurantes e casas de shows, como Don Franguito e Tabuão, principais palcos do início da carreira do cantor Elymar Santos.
              Outras regiões da Ilha já foram revitalizadas recentemente, como a Praia da Bica e, há quase duas décadas, a área comercial da Portuguesa, com o Projeto Rio Cidade que modernizou o aspecto urbano da região, com a colocação das passarelas e os amplos calçadões que privilegiam os pedestres.
              Mais regiões da Ilha precisam de intervenções urbanas e um melhor planejamento do transporte público. Entretanto essa questão de mobilidade urbana ineficiente, já passou dos limites.
             É necessária, não apenas a revitalização do sistema de transporte na Ilha, mas uma intervenção, séria, intensa e corajosa, para tentar, também, resgatar a autoestima dos passageiros de ônibus, vans e principalmente das barcas.
            Trata-se de irresponsabilidade deixar as coisas como estão, simplesmente largadas nos ombros e sacrifício da população que é obrigada a viajar em ônibus sucateados, cujos trajetos estão ultrapassados e contam com poucos veículos. 
             Sobre as vans todos conhecem a desordem que provocam no trânsito, onde imperam, transgredindo todas as leis de trânsito com a conivência dos órgão públicos, no mínimo por absoluta omissão. 
             Já o serviço operado pelas barcas é o mais vergonhoso e ineficiente de todos. As autoridades públicas do Estado não tem nenhum controle sobre a concessionária que abusa em prejudicar os passageiros e só coloca embarcações nos horários e dias que podem gerar lucros.