terça-feira, 24 de janeiro de 2017

A ILHA PRECISA SER EXEMPLO DE CIDADANIA NA CIDADE. O LIXO DEIXADO NAS RUAS MEDE A CULTURA DE SEU POVO.

              
 
O lixo jogado pela população nas ruas e ao 
lado dos contêineres sujam a cidade e provocam enchentes

            A questão do lixo jogado nas ruas e calçadas da Ilha é um grave problema cultural de parte da população cuja atitude é inexplicável em razão das consequências ruins que geram para os demais moradores e para si próprios.
            Além do aspecto de sujeira, o lixo entope ralos e galerias provocando enchentes que podem causar prejuízos materiais e acidentes aos indivíduos que tentam atravessar ruas alagadas expondo-se a sofrer ferimentos ou serem vítimas de doenças. 
            Na Estrada Rio Jequiá existe um péssimo exemplo disso. Sobre a calçada em frente à Vila Olímpica estão colocadas dez containers laranjões que absurdamente não são usados por grande parte dos moradores da Vila Panamericana. Os sacos de lixo são deixados ao lado dos equipamentos que ficam invariavelmente vazios, provocando sujeira e mau cheiro, além de servir de criadouro de ratos e baratas. Uma vergonha!  
            Outra insanidade é provocada por vândalos nas ruas que quebram as lixeiras presas aos postes apenas para mostrar que não são cidadãos comuns e usam a força bruta da irracionalidade para provocar desordem e sujeira. Deveriam ser presos. 
             Nas comunidades e nas praias muitos latões para recolhimento de lixo são roubados para servir de objeto de decoração ou produto de venda para ferro velho. 
            A limpeza de uma cidade revela o nível cultural do seu povo, objetivo que temos que alcançar, começando pelas escolas e contagiando as famílias por uma mudança de atitude daqueles que ainda resistem em sujar as ruas.

domingo, 22 de janeiro de 2017

A CONSTANTE FALTA DE LUZ NA ILHA DO GOVERNADOR GERA DESCONFORTO PARA A POPULAÇÃO E PREJUÍZOS AO COMÉRCIO. A LIGHT OPERA MUITO MAL.

As contas da Light chegam pontualmente mas 
os serviços da companhia revoltam a população 
e causam grandes prejuízos ao comércio.

                    A questão da constante falta de luz em diversos bairros da Ilha está tirando do sério os moradores da região que, além de sofrerem com o calor são vítimas das terríveis consequências. 
              Nas residências, os picos de luz, que antecedem os apagões queimam aparelhos elétricos como geladeiras e ar condicionado, gerando prejuízos e sérios desconfortos aos moradores, principalmente para as crianças, idosos e doentes.
              No comércio à questão dos prejuízos é ainda maior. Além dos equipamentos que não resistem as alterações de energia elétrica, os estoques de alimentos e outros produtos que precisam ser conservados em refrigeração é incalculável.
             Com a economia desfavorável, a falta de luz constante, torna as condições de desenvolvimento das atividades produtivas e empregabilidade ainda mais críticas.
             A Light que é responsável pela distribuição da energia faz pouco caso da Ilha, presta um serviço ruim, cobra caro e dificulta o atendimento dos consumidores. Prova disso é que a empresa fechou a loja que mantinha no Ilha Plaza Shopping, transferindo os serviços de novas ligações, transferências e outros para o bairro da Penha, trazendo desconforto para todos consumidores.
            Vez por outra, a Light manda uma unidade móvel para as ruas da Ilha para atendimento ao público, mas não avisa ninguém. Ou seja, tratam os moradores com desprezo e desconsideram a importância da Ilha cuja população já supera os 300 mil habitantes, quantidade maior que muitas cidades.
             Fica o meu protesto contra a Light que trata mal a todos nós e coloca o lucro como prioridade, não se importando com as pessoas que sofrem e os prejuízos que gera.