quinta-feira, 25 de outubro de 2018

NÓS QUEREMOS UM NOVO BRASIL



               A falta de credibilidade nas principais instituições públicas brasileiras, como o judiciário, legislativo e executivo me levam a crer que vamos ver um novo rosto do Brasil diante das mudanças que já aconteceram com o resultado das eleições no primeiro turno, e que vai mudar mais a partir de segunda-feira. O novo cenário político dificilmente vai ser tão ruim quanto ao atual.
              É incrível, mas até há alguns anos, poucos brasileiros sabiam o nome de alguns dos ministros da alta corte que atualmente são mais conhecidos por atitudes incoerentes e comprometedoras, principalmente com aqueles que os nomearam. Gilmar Mendes, por exemplo, teve uma atitude de absoluto incoerência quando mandou soltar da prisão diversos amigos, aparentemente por simples amizade ou por outras razões, como num dos casos, aparentemente pelo fato de ter sido padrinho de casamento da filha do preso. No lugar de proclamar-se impedido, usou do poder para beneficiar um amigo.
               O Brasil está mudando, e os mais poderosos juízes do país poderiam aproveitar o novo tempo para serem mais reservados no seu trabalho e não agissem como atores que lutam pelo protagonismo, sobretudo em assuntos polêmicos, aparentemente para ganhar mais visibilidade.
                No executivo e no legislativo muitos figurões importantes estão atrás das grades pela serenidade e competência de outros escalões da justiça, sobretudo do juiz Sérgio Moro que é um exemplo de conhecimento da lei e de coragem nas suas decisões. Por isso é respeitado e admirado pela grande maioria dos brasileiros. O novo Brasil, que sai agora dessas eleições, exige que todas autoridades tenham atitudes e comportamentos à altura das responsabilidades dos seus cargos. Esta é a realidade.
                O Brasil e a sua população não suportam continuar sendo explorados, extorquidos e roubados por homens públicos criminosos que usam cargos para enriquecer e máscaras para enganar mostrando em público uma face mentirosa, enquanto agem criminosamente no escondido.
Então, viva o novo Brasil que vem aí!!!


terça-feira, 23 de outubro de 2018

AS ILHAS DO GOVERNADOR E FUNDÃO MERECEM MAIS ATENÇÃO DAS AUTORIDADES

A Ilha do Governador e Fundão são regiões estratégicas na cidade

                Tenho repetido algumas vezes que as regiões das ilha do Governador e Fundão são de extrema importância para o desenvolvimento da cidade do Rio de Janeiro. Seja pelo aeroporto internacional e toda planta de serviços aeroviários, seja pelas grandes empresas instaladas na região, como estaleiros e grandes empresas de derivados de petróleo.
              Além disso, a população está em torno de 300 mil habitantes, quantidade semelhante, ou maior, do que cidades importantes como Petrópolis, Nova Friburgo e Teresópolis, entre outras.
               Todavia, os habitantes não observam, há anos, nenhum movimento transformador que possa ser aproveitada para melhorar a qualidade de vida dos insulanos. Também não existem ações concretas que tratam o desenvolvimento econômico tendo como base um novo modelo de mobilidade urbana com um desenho especial para a região, por extrema necessidade, em razão de serem ilhas e diferentes. Só possuem vias de acesso saturadas. Por essas e outras razões, a região deveria ter um tratamento absolutamente diferente das outras localidades do município e do estado para que possam se desenvolver.
                Por exemplo, não é possível continuar ser contemplativo com a situação revoltante do sistema de barcas, cujo serviço é essencial, no mínimo como alternativa para o transporte de passageiros para o centro da cidade. No aspecto do lazer, por que não funcionam aos fins de semana para proporcionar passeios de lazer no mesmo trajeto e Paquetá?  Pura maldade contra a população, sobretudo aos mais pobres.
               Vamos torcer para o sucesso da nova conjuntura política, a partir de janeiro, esperando que as forças do bem possam estar mais fortes e as soluções se tornem realidade. A população merece!

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

NAVIOS ESTÃO HÁ 3 ANOS ABANDONADOS NO ESTALEIRO DA ILHA

Os três navios não foram pagos pelos 
compradores e deverão ir à leilão

              É triste a imagem das três grandes embarcações juntas e abandonadas no cais do Estaleiro Eisa, como retrata reportagem na página 7 desta edição. O prejuízo causado pelos cancelamentos das encomendas causou graves prejuízos à empresa e à Ilha do Governador, onde viviam, na época, a maioria dos 3,5 mil funcionários demitidos do estaleiro.
              As consequências foram devastadoras. Pequenas empresas, prestadores de serviço, pensões e restaurantes que funcionavam no entorno da empresa fecharam as portas e os imóveis desvalorizaram. Muita gente sofreu e sofre. Alguns mudaram de profissão e outros buscaram sobreviver de bicos. O dinheiro que não entrou no caixa da empresa, até hoje faz falta na economia da Ilha. Muitas famílias ficaram na miséria e desesperadas com o desemprego.
               Suponho que o insucesso da operação de encomenda dos navios que resultou na paralisação da montagem das embarcações, na sua etapa final, seja uma incógnita. Conjecturo, entretanto, que possa ser atribuído a má gestão da companhia durante a avaliação dos riscos, apostando em compradores instáveis, ou em imprevisíveis mudanças da conjuntura do mercado naval internacional. 
              É muita coincidência que os diferentes donos dos três navios, cujos custos de construção são milionários, tenham desistido das encomendas no meio do caminho. É preciso que as causas do fracasso das operações sejam esclarecidas para evitar novos desastres como esses, e que a União não seja chamada a pagar a conta de irresponsabilidades privadas. Enquanto o Eisa está na UTI, a maioria das famílias dos trabalhadores demitidos sofre com a falta de salários que ainda não foram totalmente pagos.

POPULAÇÃO COMEÇA A REAGIR CONTRA VIZINHOS PORCALHÕES

               Tenho observado, na redação do Ilha Notícias, o crescimento das reclamações de leitores contra o aumento da sujeira nas praias e do lixo abandonado nas calçadas. São muitas as mensagens enviadas por pessoas indignadas, que chegam através das redes sociais, como Instagram, site, WhatsApp e Facebook. O curioso, é que esse significativo aumento de denúncias contra a imundície, mira nos sujismundos, aquelas pessoas que não estão nem um pouco preocupadas em jogar nas ruas, latas de refrigerante, restos de lanches, papéis e outras porcarias.
               No caso da sujeira nas praias, muitos leitores mandam mensagens defendendo o trabalho da Comlurb, garantido que a empresa faz bem o seu papel limpando as praias diariamente. Para essas pessoas, a culpa é de alguns frequentadores das areias que se encarregam de sujar, depois que a turma da limpeza vira as costas. 
              O mesmo acontece nas ruas. Vizinhos porcalhões jogam lixo fora das lixeiras e contéiners da Comlurb, abandonando os sacos de lixo nas calçadas ou na frente da casa dos outros. Em outras palavras, tem gente porca que larga o lixo da sua casa em qualquer lugar, provocando sujeira e mau cheiro por toda vizinhança. 
               A novidade é que essa turma de porcalhões está sendo denunciados por gente sensata, que não concordam com esses maus hábitos que prejudicam a todos. O entupimento de galerias pluviais durante as chuvas é, entre outras, uma dessas consequências ruins que prejudicam a coletividade. 
              Lixo é no lixo!

ILHA DO GOVERNADOR E FUNDÃO TEM VIRTUDES E VOCAÇÕES PARA SEREM UMA CIDADE

       Trrês  pontes ligam a Ilha do Governador ao Fundão

              É uma pena que a Ilha do Governador e Fundão não sejam um município. Tem todas as condições para isso, sobretudo um conjunto de fatores que geram receitas importantes para garantir o funcionamento e gestão do que seria uma cidade próspera, e com melhor qualidade de vida.
              No cenário da cidade do Rio de Janeiro, a região é importante estrategicamente, não apenas pelo Aeroporto Internacional Tom Jobim, porta de entrada da cidade, e por onde chegam milhares de turistas para o Brasil, mas também pelas centenas de grandes empreendimentos tanto na área aeroportuária como naval. Seria importante que a região tivesse mais independência para resolver questões locais para gerar mais desenvolvimento e progresso. Nossa rotina é diferente das outras regiões da cidade e precisaria ter mais apoio de todos os níveis de governo: federal, estadual e municipal.
              Exemplo: nas ruas são poucos os policiais militares, guardas municipais e agentes de trânsito para conter o avanço de vans e outros transportes piratas perigosos que tomam conta do trânsito transformando as ruas num verdadeiro inferno e fazem a região ter o pior serviço de mobilidade urbana do Estado. As vans produzem as mais insensatas loucuras nas ruas para transportar passageiros que esperam ônibus velhos que não chegam, e barcas velhas e lentas que fazem apenas três viagens por dia e não funcionam nos finais de semana. Para o restante da cidade isso não tem a mínima importância, mas para os insulanos são questões relevantes que incomodam e prejudicam toda população de quase 300 mil pessoas.
              A região tem vocação e virtudes para o desenvolvimento que são próprias e específicas de território semelhantes cercado pelas águas, como a indústria pesqueira e a naval de pequeno e médio porte. Precisamos de um olhar e ações urgentes das autoridades que buscam o progresso do país.

DIFICULDADES DA TRANSPORTES PARANAPUAN AFETAM SERIAMENTE A VIDA DA POPULAÇÃO

              A Transportes Paranapuan que já foi uma das melhores empresas de ônibus da cidade, sofre a pior crise financeira da sua história gerando graves consequências para a população da Ilha do Governador e Fundão.  Com os problemas da Paranapuan centenas de trabalhadores, principalmente motoristas e cobradores,  foram demitidos, provocando mais desemprego na nossa região, já afetada pelas 3,5 mil demissões no estaleiro Eisa, há cerca de dois anos e sem prazo para retomar suas atividades.
               A antiga frota da Paranapuan que rodava em outras épocas, com de mais de 220 ônibus, sempre novos, cujo limite de uso era de cinco anos, foi reduzida atualmente cerca de 100 veículos, a maioria com o tempo de uso além dos limites e, tornou-se comum, vistos sendo arrastados pelos reboques, por absoluta falta de manutenção ou, possivelmente, porque já esgotaram o tempo de vida útil.
              Devido aos problemas no funcionamento adequado do transporte marítimo, que também agoniza, milhares de passageiros da Ilha, que trabalham ou estudam fora da região, estão reféns de um desorganizado sistema de mobilidade urbana, onde centenas de vans ocupam cada vez mais espaço por absoluta ausência das outras opções de transporte público. Muitas dessas vans são ilegais e tomam, literalmente no grito, os passageiros dos ônibus e barcas, sem que possa haver alguma reação.  Pena que muitas dessas vans desobedeçam as leis de trânsito e trafeguem em alta velocidade, colocando em risco os passageiros e tratem mal os idosos.
              A crise na Paranapuan afeta a vida de todos nós e a população não suporta mais tanto desconforto e sofrimento. É preciso definir urgente a atitude que deve ser tomada. 

SOLTAR BALÕES É CRIME E PROBABILIDADE DE ACIDENTE

              Esta semana assisti, como muitos outros moradores da Ilha do Governador, um balão de grandes proporções flutuando em nível descendente pelos céus da região, na direção ao aeroporto do Galeão. Ao mesmo tempo, um grupo de homens se deslocava por terra em carros, motos e bicicletas acompanhando a geringonça. E mais dois barcos seguiam pela costa em direção ao Fundão, acredito para tentar recuperar o balão caso os ventos o fizessem pousar na Baía de Guanabara, e seria um alívio para todos nós que se desmanchasse nas águas.
              Felizmente o balão não chegou até a pista do aeroporto, mas enquanto estava no ar, a torre de controle do aeroporto lançou um alerta a todos pilotos de aviões em procedimentos de decolagem e aproximação da pista. Foram minutos de muita tensão, porque os balões navegam sem direção e na velocidade do vento que pode mudar a qualquer momento, e um choque com uma aeronave resultaria em uma grande tragédia.
            Soltar balões é crime, e a pena varia de um a quatro anos de prisão. Todavia, pelo grande risco que representa para aviação, residências e galpões, entre outros patrimônios públicos e particulares, é um castigo muito leve. Exemplo: No caso do incêndio no Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, pelo menos uma mulher, moradora das vizinhanças do museu, disse a jornalistas que momentos antes do incêndio viu um balão caindo próximo ao museu. Como ainda não foram esclarecidas as causas, a queda de um balão está sendo considerada pelas autoridades.
              A região da Ilha, além do intenso trafego aéreo do Galeão e da proximidade com o Aeroporto Santos Dumont, tem instalações com fábricas de derivados de petróleo, na Ribeira, cujo perigo vindo dos céus, pelo uso de balões pode causar alguma catástrofe. Não é uma coisa sensata soltar balões. É crime!

LIGHT FAZ DE REFÉM A POPULAÇÃO INSULANA

             
Depois que entregou, há três anos, a loja que funcionava diariamente, no 
Ilha Plaza Shopping, a Light envia uma vez por mês unidade móvel
 que tenta resolver os inúmeros problemas dos insulanos com a companhia 

              Quem acha que é impossível a Light piorar os seus serviços na Ilha do Governador se enganou. Além dos picos de luz generalizados cuja consequência é a queima de aparelhos domésticos e dos equipamentos de precisão nas empresas, saibam os leitores desavisados que há cerca de dois anos a empresa desativou a sua agência que funcionava no Ilha Plaza Shopping. Bons tempos. Lá eram resolvidos todos os problemas dos consumidores. A mudança, inexplicável, para fora da Ilha é uma brincadeira de mau gosto, diante da importância da Ilha no cenário do estado e cuja população é de quase 300 mil pessoas que são obrigadas a sair da Ilha para resolver assuntos com a Light.
             Se a Light agisse dentro dos conceitos da sua visão e missão, e sobretudo com  bom senso e comprometida com o desenvolvimento, devia, na verdade, abrir outro posto na região da Ilha do Governador e Fundão. Mas não é assim que age. Para economizar nas despesas de aluguel, a empresa quer que os insulanos se lixem, gastem nas passagens dos deslocamentos até a Penha e corram riscos desnecessários. Na tentativa de atenuar a maldade, criou uma unidade móvel, que mensalmente fica estacionada em cima de uma calçada qualquer da Ilha. Funciona com dois atendentes que trabalham espremidos dentro de uma van e prestam serviços parciais para clientes que esperam longo tempo na fila. Faça chuva ou faça sol. 
              O cidadão que é obrigado a pagar pontualmente a sua conta, sob pena de ter a luz cortada, não tem reciprocidade da Light que abusa da sua posição de única fornecedora de energia na cidade. A Light é uma empresa privada e fica claro, diante das suas ações, que o seu único objetivo é o lucro. Em primeiro lugar e a qualquer custo. Depois pensam nas necessidades da população, que sofre com o péssimo serviço que recebe. 
             A Light é provavelmente, uma das maiores culpadas pelo sentimento de humilhação e sofrimento da população carioca. A empresa faz o que quer, e como quer. As ligações irregulares em terrenos invadidos é uma delas. A população que se dane e pague a conta. 

EXERCÍCIO DA DEMOCRACIA DEVE SER RESPEITOSO

             Não consigo entender as razões que levam algumas pessoas serem tão irracionais quando as posições e pensamentos de outros são diferentes dos seus. É um mal generalizado que prejudica o crescimento da humanidade e afeta seriamente todas as nações. As questões religiosas e políticas são as mais visíveis e perigosas. Amigos rompem amizade simplesmente por opiniões antagônicas e familiares se ofendem profundamente quando, por exemplo, divergem sobre o apoio a algum candidato.
            E nesse período de eleições os ânimos estão mais à flor da pele e muita gente reclama do baixo nível de muitos candidatos e redigem comentários ofensivos, principalmente nas plataformas digitais, contrários e furiosos dirigidos contra alguns postulantes a cargos eletivos. A crítica é importante. E, alertar os amigos e conhecidos sobre maus candidatos é um modo de evitar elegermos quem não presta e nem é digno para nos representar.
              Postar ofensas é um gesto pequeno. Mas argumentos inteligentes enriquecem a informação e aumentam a credibilidade dos bons e do correto. Acredito que quem tem posições seguras sobre atores políticos bons, deve compartilhar as qualidades para contagiar eleitores indecisos, e cujo critério é votar em gente honesta e competente. Seja pelas redes sociais, telefonemas ou no papo na rua, o exercício da cidadania de modo democrático e respeitoso é fundamental para termos o direito de exigir dos eleitos comportamento igual e a altura das nossas atitudes.
               É através do respeito aos que pensam diferente que fortalecemos nossas convicções e, diante de bons argumentos nos convencemos em mudar. Democracia se exerce com liberdade de convicções e o direito de discordar. Mas com respeito a opinião contrária.

SONHO: OBRAS REVITALIZAM ACESSO À TUBIACANGA

               As obras que a RioGaleão está realizando na estrada de acesso à Tubiacanga tem um significado muito grande para a Ilha do Governador, e, em especial, para os moradores daquele bairro de pescadores. 
             As denúncias do avanço acelerado de construções irregulares ocupadas por atividades comerciais e residências, e que a partir do Parque Royal, e já cercam o posto do Detran, preocupavam os moradores de Tubiacanga. Se não acontecesse a intervenção da RioGaleão, certamente toda faixa de terra entre a estrada e a orla marítima em direção à Tubiacanga, seria ocupada de forma ilegal e perigosa.
             A colocação de telas de proteção e postes com iluminação em toda extensão da estrada para Tubiacanga, além de trazer mais segurança aos moradores daquela simpática região de pescadores, significa uma excelente notícia para quem mora em Tubiacanga e está preocupado com o futuro. Relatos de moradores já detectavam o aumento da criminalidade na região das ocupações irregulares, tendência que poderia se estender a toda à região.
             O projeto de ações da RioGaleão, prevê também a instalação de um posto de vigilância no início da via, para evitar o abandono de carros roubados e acabar de vez com o tradicional despejo de entulhos ao longo da estrada. A outra boa notícia é a ciclovia que está sendo construída, simultaneamente às outras obras, ao longo da pista. 
               Os aspectos positivos dessa medida são inúmeros e, além de facilitar a movimentação dos moradores que sofrem com a escassez de transporte público, vai proporcionar aos demais moradores e ciclistas da Ilha do Governador, pedalar com segurança em direção à Tubiacanga e conhecer uma região ainda desconhecida pela maioria da população insulana. Parabens à RioGaleão pela decisão importante em realizar as obras e aos órgãos públicos que estão dando apoio a todas ações para realizar esse, verdadeiro sonho de todos os moradores de Tubiacanga.

sábado, 18 de agosto de 2018

A CAMPANHA ELEITORAL COMEÇOU



                A campanha eleitoral começou nesta semana, e a população da Ilha do Governador e Fundão terão papel importante para a eleição de muitos candidatos. O Fundão pelos milhares de universitários e a Ilha do Governador que possui uma população de leitores superior a maioria das cidades do estado do Rio de Janeiro.
               Candidatos preparados e que assumam compromissos com a região devem ser um dos principais critérios para decidir seu voto. A nossa região precisa mais desenvolvimento, boa qualidade de vida e gerar novos empregos. Precisamos de parlamentares capazes com atuação política intensa tanto na área federal como estadual.  
               Por exemplo, o transporte marítimo, que é responsabilidade do estado, precisa ser revitalizado para e se tornar o principal meio de transporte de massa, tanto da Ilha do Governador como Fundão. É um dos compromissos que os bons candidatos precisam assumir para obter votos na região.
               Ao longo desta campanha, na esfera federal, senadores e deputados federais precisam incluir nas suas prioridades, e serem cobrados, para garantir compromissos e criar incentivos à indústria naval, de modo a reabrir em toda sua potência o nosso estaleiro EISA, que sozinho pode garantir novos empregos para cerca de quatro mil trabalhadores.
              Por mais que a política esteja desmoralizada, existem candidatos sérios e qualificados. O primeiro turno das eleições será no domingo, dia 7 de outubro. Até lá é importante conhecer candidatos e propostas. Analise bem prepare-se para votar e pedir votos para quem pode fazer a diferença. E principalmente mereça ser votado. 
               A campanha eleitoral começou.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

SISTEMA DE TRANSPORTE PÚBLICO ESTÁ UM CAOS E PASSAGEIROS SÃO AS VÍTIMAS

Barcas velhas e inseguras ainda fazem o transporte de passageiros. 
Em maio de 2015, a embarcação Vital Brasil bateu no cais do Terminal 
do Cocotá e bombeiros foram acionados para retirar os passageiros. 

             Enquanto o sistema público de transporte de passageiros não for resgatado em sua importância e respeito com os passageiros, acredito que não poderá ser exigido da população senão muita indignação. São guerreiros os cidadãos, homens e mulheres que sofrem diariamente, e por anos, no aperto dos ônibus lotados onde a maioria viaja em pé como se fossem sacos de batatas, jogados pra todo lado nas paradas e curvas. É terrível suportar tudo sem ter a opção de outros meios de transporte público pontual, limpo e confortável.
             O trabalhador enfrenta uma verdadeira guerra na qual ele é o grande derrotado. Guerra que se repete todos dias como fosse um pesadelo, sem nenhuma perspectiva e esperança. São graves os maus tratos a que são submetidas as pessoas que esperam durante longo tempo por ônibus lotados nos pontos. Não há respeito. As barcas, ônibus e vans funcionam mal e só atendem aos interesses dos donos, cujo único objetivo é a receita.
             As barcas no trajeto Ilha x Centro e vice versa só fazem viagens com lucro. Todos os outros horários que podiam atender a população foram descartados e deixam os insulanos sem opção. Isso é um desrespeito inadmissível com o direito de ir e vir. É uma verdadeira covardia contra a população que precisa estudar, trabalhar e cumprir outras responsabilidades, mas que fica refém de um sistema onde há inércia no planejamento e falta respeito com a população.
             Assim também funcionam vans e ônibus numa dimensão maior e mais perigosa. Dezenas de ônibus velhos e sujos enguiçam diariamente, na Ilha, deixando passageiros na mão. Enquanto centenas de vans desrespeitam todas as regras de trânsito, não aceitam o cartão, nem idosos. Os motoristas desses veículos andam feito loucos pelas ruas na captura de passageiros e desrespeitam os sinais de trânsito, circulam de portas abertas, além de ocupar os pontos de ônibus até conseguir a lotação. Sofrem os passageiros com o barulho que produzem em busca da lotação completa e chegam a mudar itinerários para ganhar mais. É o que interessa: lucrar. O povo sofrido e sozinho em suas desesperanças, e já sem forças para reclamar é a grande vítima. É uma vergonha tudo isso!

sexta-feira, 1 de junho de 2018

AS AUTORIDADES DEVEM TER MAIS ATENÇÃO COM OS MOVIMENTOS QUE PODEM PARALISAR A NAÇÃO E PREJUDICAR SEU POVO, ANTECIPANDO-SE NAS SOLUÇÕES


Um dos pontos de paralisação dos caminhoneiros e a quantidade de veículos 

              As graves consequências do movimento dos caminhoneiros que nesta semana atingiu praticamente todas as cidades brasileiras demonstram a nossa extrema dependência das áreas de transporte, energia elétrica e fornecimento de água, por exemplo. Elas são quase tão essenciais como o ar que respiramos. 
              Os serviços públicos nas áreas da saúde, educação e segurança seguem na mesma linha de prioridade para garantir a qualidade de vida da população e são essenciais para a nossa existência. Portanto, nossas autoridades deveriam se preocupar mais em planejar ações eficientes para não acontecer novos fatos como os desta semana que praticamente paralisaram a nação. 
             As dificuldades criadas pela falta de combustível gerou graves problemas em todas as áreas, e afetou drasticamente o ir e vir de todas as pessoas. Trabalhadores foram impedidos de chegar às empresas, doentes não foram atendidos e escolas foram fechadas, entre centenas de outras consequências ruins, e que provocaram astronômicos prejuízos a todos brasileiros, inclusive aos próprios manifestantes. Por que não fizeram a paralisação com os caminhões vazios?
           O que pensam os famintos nessas horas, quando milhares de toneladas de alimentos apodreceram na carroceria dos caminhões? É irracional fazer uma paralisação com caminhões carregados de alimentos perecíveis e com animais vivos. Milhares de frangos acabaram morrendo de fome e sede. 
            Não tem cabimento essa irracionalidade que gerou prejuízos gravíssimos e provavelmente vão levar o Brasil a um novo desiquilíbrio econômico. Não tenho dúvidas de que existem manipulações políticas daqueles que desenvolvem a máxima do quanto pior melhor. 
              As justas reivindicações dos caminhoneiros foram conquistadas, e elas também seriam atendidas se usassem outras formas de paralis
ações sem condenar o restante da população a viver dias de caos.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

PROTESTO DOS CAMINHONEIROS É UM FORTE ALERTA PARA AS AUTORIDADES

A paralisação dos caminhoneiros 
tomou conta das principais rodovias do país

              A fragilidade das instituições públicas diante da greve dos caminhoneiros gerou sérias preocupações ao governo que se viu refém de um movimento que aparentemente não foi provocado por partidos políticos, mas pela insatisfação de uma classe que há muito tempo vive no sacrifício.
              Os recentes aumentos consecutivos nos preços dos combustíveis, estabelecidos pela Petrobras aumentaram a preocupação dos motoristas, cujos ganhos foram sendo diluídos a cada vez que enchem o tanque. A pressão se tornou insuportável e a classe, de modo organizado, se uniu em todo Brasil, provocando o caos no abastecimento. A população e os negócios sofrem as consequências, mas quando as autoridades fazem ouvidos de mercador não restam alternativas, senão criar fatos para resgatar a dignidade de uma profissão tão relevante para o país.
              Embora os transtornos causados a todos brasileiros, não há como negar que a paralisação dos caminhoneiros foi justa, sobretudo por chamar mais uma vez a atenção sobre a quantidade de impostos embutidos na venda dos combustíveis, que tornam os derivados de petróleo uma grande fonte de arrecadação dos governos, cuja incompetência para resolver a crise ganhou a nota máxima.
           Muitas outras categorias profissionais têm o poder de praticamente parar as atividades econômicas do país, através de protestos semelhantes que podem gerar prejuízos incalculáveis a todos cidadãos e atividades produtivas. Tenho a esperança de que nossos líderes políticos percebam a gravidade do momento para evitar um novo caos como o desta semana. 
             Para isso os governos precisam agir para diminuir impostos e tornar os produtos mais baratos. O trabalhador brasileiro precisa respirar e sair desta verdadeira escravidão de impostos. Acabar com a corrupção pública é uma das soluções.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

É PÉSSIMO O SERVIÇO DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS REALIZADO PELAS BARCAS

             O problema do transporte marítimo de passageiros operado pela concessionária CCR já atingiu os limites da paciência dos habitantes da Ilha do Governador. As expectativas de que o sistema poderia melhorar com a colocação de novas embarcações com mais horários foi à deriva e ninguém fala sobre o assunto.
              Enquanto a concessionária tenta se livrar da linha, que ela considera um abacaxi, comparado com a rentável linha Rio x Niterói, os passageiros insulanos pagam o pato viajando em barcas velhas, desconfortáveis e perigosas. Além disso, os 3 horários para as viagens, tanto de ida como de volta, são subdimensionados para o potencial das necessidades de uma região com quase 300 mil habitantes.
            O pior é que, como algumas outras prioridades que dependem das ações públicas, não existe nenhuma perspectiva para revitalizar o uso de barcas, opção de transporte tão importante para uma região cujas características geográficas permitem o transporte pelo mar.
             O uso de embarcações de pequeno e médio porte poderia ser a solução para fazer a ligação entre diversas cidades do entorno da Baía de Guanabara como também entre alguns bairros da cidade do Rio de Janeiro e os aeroportos Santos Dumont e Galeão. 
              Embora a concessão linhas para o transporte marítimo entre cidades seja de responsabilidade do Estado, os municípios poderiam modificar as regras e assumir esse tipo transporte para beneficiar seus habitantes. Prefeitos e vereadores certamente seriam aplaudidos pelos moradores.

A ILHA DO GOVERNADOR É A REGIÃO MAIS PREJUDICADA PELA TERRÍVEL POLUIÇÃO DA BAÍA DE GUANABARA

              
Substância poluidora desconhecida é despejada na baia através 
da rede de águas pluviais, na praia do Quebra Coco

             A poluição nas águas da Baía de Guanabara afetam diretamente todas as praias da Ilha do Governador e nenhuma outra região da cidade é tão prejudicada quanto a nossa, cercada de águas sujas e extremamente perigosas para a saúde.
              O problema não é de hoje, mas, há mais de 40 anos, vem piorando. As obras e medidas tomadas para despoluir foram simplórias pelo tamanho do problema e também não acompanharam a velocidade dos criminosos agentes poluidores, cujo protagonismo principal é de uma parte significativa da população que insiste em jogar esgoto, lixo e resíduos químicos, tanto nas águas da baía como nos rios e outros afluentes que desaguam nela.
            O pior de tudo é que não existe nenhum movimento ou projeto sério que signifique uma esperança para as próximas décadas. A eventual balneabilidade de algumas praias acontece em alguns momentos pelo movimento das marés que lançam água limpa do oceano para dentro da baía. Sem esse fato, provocado pela própria natureza a Baía de Guanabara já seria um caudaloso cemitério da vida marítima.
             No feriado do Dia do Trabalho na orla do Quebra Coco, bairro exclusivamente residencial, algum morador despejou na rede de águas pluviais um tipo de líquido de cor clara, que tingiu às aguas do mar por algumas horas e certamente prejudicou todos os seres viventes das redondezas. Trata-se de um verdadeiro crime ambiental, cujo autor não foi ainda identificado em razão do uso das tubulações subterrâneas usadas para levar as águas das chuvas e das instalações residenciais, excluindo os esgotos.
           Embora o governo não faça a sua parte, investimentos em obras grandiosas para diminuir a poluição, cabe à população ter a consciência sobre os brutais danos que esses despejos clandestinos e descartes de lixo individuais causam ao meio ambiente e à saúde de todos nós. Hoje não há nenhuma esperança para recuperação da Baía da Guanabara. Uma pena!

VIOLÊNCIA CHEGOU A NÍVEIS INSUPORTÁVEIS NA CIDADE

             A Ilha do Governador se destaca no cenário da cidade como uma das melhores regiões para se morar. Disso ninguém tem dúvidas, seja pela qualidade de vida, áreas de lazer na orla, diversos clubes e a vida mais saudável, sobretudo para os privilegiados que moram e trabalham na Ilha. 
              Não que não tenhamos nossos problemas, como praias poluídas, sistema de mobilidade urbana ultrapassado com muitos ônibus velhos e confusão causada pelas vans que são o símbolo da desordem por onde andam. Sem esquecer o péssimo serviço das barcas que sempre será uma grande solução para o transporte dos insulanos para o Centro da cidade, mas que infelizmente funciona muito mal.
              Quando destaco a Ilha como um excelente lugar para morar, o principal fator que faz a diferença é a questão da segurança pública, onde ainda persistem problemas graves e pontuais, mas que comparada com outras regiões da cidade ainda é mais segura, e as ações criminosas estatisticamente muito menores. 
            Os esforços e estratégias das ações do nosso 17º Batalhão de Policia Militar conseguem manter a Ilha com um clima muito melhor que o restante do Rio de Janeiro. E quero registrar um elogio especial ao Coronel Marcelo Menezes, comandante do batalhão da Ilha, cujo trabalho desde quando assumiu em novembro do ano passado, merece ser reconhecido.
              Esta semana em diversos bairros, como Botafogo e Tijuca a violência chegou a limites insuportáveis e a população dessas localidades está evitando sair de casa, apavorada pelo que está acontecendo nas ruas. No Centro da cidade ninguém tem coragem de falar no celular nas ruas, diante da certeza que terá o aparelho roubado.
             Se não vivemos no paraíso, o ar que respiramos não possui o clima tenso das outras regiões. Graças a Deus! 

domingo, 22 de abril de 2018

NAS NOITES DOS FINAIS DE SEMANA, REINA A DESORDEM NA CALÇADA DA ORLA PRAIA DA BICA

              A bagunça que rola nas noites dos fins de semana na orla da Praia da Bica está deixando os moradores do local com o humor péssimo. O som alto de alguns poucos quiosques que não respeitam a lei do silêncio e mantém o barulho até quase as 3 horas da madrugada inferniza a vida de quem mora em frente deles. O fato está gerando revolta contra todos os quiosques. 
               As denúncias que chegam à redação do jornal se juntam as dos motoristas que reclamam de carros mal estacionados perto de quiosques, parados em lugar proibido, prejudicando fluxo do trânsito e a movimentação dos outros veículos de motoristas que usam o trajeto pela Praia da Bica. Além disso, obstruem a faixa exclusiva para os ciclistas. Um caos!
               Há muita desordem na orla, durante as noites das sextas, sábados e domingos. Frequentadores da Praia da Bica reclamam de muitas mesas e cadeiras colocadas nas calçadas e que impedem o passeio dos pedestres e os praticantes de caminhadas que precisam correr o risco de atropelamento ao serem obrigados a andar pela rua.
               A obstrução de uma via pública é uma prática ilegal e a quantidade exagerada desses equipamentos atrapalhando as pessoas, podem até gerar mais lucros para alguns quiosques, mas nunca deveriam prejudicar os cidadãos que andam pelas calçadas.
               O tamanho das ilegalidades é intolerável. Com isso, a orla da Praia da Bica está sendo contagiada por um clima ruim, que contamina as noites daquela bela região.
               Cabe, principalmente, aos donos de quiosques, interessados em manter na orla atividades dentro da legalidade, ações positivas para estabelecer uma nova ordem com responsabilidade e que respeite os moradores e pedestres com o qual dividem o espaço e continuem a gerar negócios, respeitando os direitos de todos os outros cidadãos.

SERVIÇOS DA LIGHT SÃO MUITO RUINS E NÃO ATENDEM OS MORADORES À ALTURA DOS PREÇOS QUE COBRA

              A comunidade da Ilha do Governador sofreu bastante com o forte temporal que atingiu a região na quinta, dia 15. As autoridades atualizaram para 255 a quantidade de árvores que foram derrubadas pela forção da ventania e o trabalho de normalização das vias e calçadas só deve chegar ao fim nos próximos dias.
               Pegos de surpresa, após a meia-noite da quarta-feira de cinzas, muitos insulanos só se deram conta dos estragos ao amanhecer da quinta feira (15). O horário da tempestade, que durou pouco mais de uma hora, evitou danos ainda maiores se o fenômeno tivesse acontecido durante um horário de movimento de carros e pessoas. Além das árvores e postes algumas casas e veículos foram atingidos causando sérios prejuízos a algumas famílias.
               O processo de desobstrução de vias e calçadas, retirada de árvores e substituição de postes exigiu das autoridades a mobilização de equipes preparadas para lidar com dezenas de árvores gigantes que precisaram ser retalhadas de modo a possibilitar a remoção. A experiência serve de alerta para que as autoridades, principalmente durante esse período de chuvas, tenham em mãos planos e equipamentos sempre de prontidão. Felizmente na Ilha, região que foi a mais atingida, não houve nenhuma morte em consequência do vendaval enquanto na cidade cinco pessoas morreram.
A Light, empresa privada que cobra caro pela energia que fornece, parece que só pensa nos lucros. Pisou feio na bola e pela demora em suas operações para religar a luz e o péssimo atendimento, causou grandes prejuízos aos moradores e comerciantes. A falta de energia, em alguns lugares se prolongou por quase uma semana, estragando alimentos e produtos que precisam de refrigeração. Tudo foi jogado fora.

COLÉGIO NEWTON BRAGA COMEMORA 58 ANOS E CONTINUA A SER REFERÊNCIA DE ENSINO

               É preciso comemorar o resgate histórico do Colégio Newton Braga que comemora 58 anos de fundação neste mês de abril. Referência de ensino na cidade, o Newton Braga se recupera de uma crise devido à falta de recursos essenciais, negadas pelo Governo Federal até quase o final do ano passado. 
               A matéria publicada na página 8 desta edição do Ilha Notícias é uma homenagem ao aniversário do colégio e um registro animador de que essa grande instituição de ensino está de volta aos bons tempos, resgatando a alegria e orgulho de ser aluno do Newton Braga.
               Não há necessidade de explicar os motivos que levaram o governo federal anterior, sob o comando do PT, que tentou aniquilar as estruturas do colégio, diminuindo de modo absurdo recursos para o pagamento dos professores e manutenção do prédio. Entretanto, mesmo à míngua, a direção, professores e funcionários buscaram forças, se uniram e mantiveram o colégio funcionando e com a mesma qualidade de ensino. 
               Vencidos os momentos de dificuldades, o colégio renova projetos e mantém o exemplo de disciplina e qualidade de ensino. O pior passou, e certamente esse tempo de turbulência será lembrado como prova de que vale a pena a resistência e determinação para salvar um projeto maravilhoso de educação. Foi um exemplo de que os bons propósitos em boas mãos resistem e vencem. 
               Agora é tempo é de comemorar o aniversário do colégio e cumprimentar a todos que se mantiveram firmes e confiantes na luta para resgatar os princípios de ensino e educação que é modelo e referência na Ilha do Governador. 
Parabéns!

VERGONHA! MINISTROS DO STF BAIXAM O NÍVEL EM DISCUSSÃO E O BRASIL FICA PERPLEXO

               Na semana passada o bate-boca, entre os ministros Gilmar Mendes e Luís Alberto Barroso, do Supremo Tribunal de Justiça (STF) foi transmitido pela televisão e repercutiu mal em todas as camadas da sociedade brasileira, confirmando, de modo lamentável, a falta de estatura de alguns membros da mais alta corte de justiça do Brasil.
              Todos sabemos que o colegiado do STF é constituído por juristas indicados pelo presidente da república, cuja escolha, entretanto, pode as vezes não ser a melhor nem contemplar os mais competentes. 
               Uma vez empossados, os ministros se transformam em figuras engraçadas que fazem gestos caricatos de reis embevecidos pelo poder e usuários de ideias ininteligíveis. Desconfio que na maioria das vezes não esclarecem nada e escondem a verdade para proteger interesses.
Quando flagrados pelas imagens das televisões ostentam olhares vaidosos, mas se apequenam diante do julgamento da população e deixam perplexos e frustrados os cidadãos brasileiros que tinham grandes expectativas e orgulho de um STF que possivelmente era melhor quando não tinha o espaço midiático de hoje.
               As atitudes e palavras de alguns desses ministros não servem de exemplo para alunos do primeiro ano do ensino básico. É uma vergonha!
Estou decepcionado. Sempre olhei com respeito e admiração para esses magistrados que ocupam os tribunais superiores. Mas hoje não vejo mais motivo para manter o mesmo olhar de fascinação. Poucos são aqueles que ainda demonstram postura e capacidade para continuar ocupando esse alto posto da justiça. Não confio mais neles e acho que a maioria do atual conjunto de ministros peca pela absoluta falta de humildade. O Brasil só continua funcionado, porque felizmente também tem gente muito boa entre eles, e nos bastidores, que seguram a barra. 

QUANDO ATRAVESSAMOS A PONTE A SENSAÇÃO DE SEGURANÇA MELHORA

               Morar na Ilha do Governador ainda faz uma baita diferença em comparação aos cariocas de outras regiões. É claro que perdemos um pouco da tranquilidade de alguns anos quando não havia quase assaltos e roubos, mas é um clima incomparável com a angústia vividas por aquelas pessoas que diariamente são obrigados a se esconder para não ser atingidas por uma bala perdida.
               Ainda sinto aquela boa sensação de segurança por estar chegando em casa quando atravesso a ponte. A loucura da insegurança que tomou conta da cidade nos faz sentir privilegiados em viver em uma região, cujos níveis de brutalidade e violência estão perto, mas não nos atingem com a intensidade das linhas Vermelha e Amarela.
               No ano passado a violência tomou proporções incomuns na Ilha com assaltantes em motos e invasões de diversos escritórios, residências e alguns sequestros. Nada nos fará acostumar com a violência e o jornal denunciou com veemência o aumento da criminalidade e do medo dos insulanos. Mas, é importante registrar que a ação e as estratégias usadas pela polícia nos últimos meses conseguiu conter o aumento da criminalidade que vinha preocupando a todos insulanos. 
               A invasão e destruição realizada por traficantes no posto da PM, localizado no alto da Vila Joaniza, no final do ano passado chegou a gerar a expectativa de que os bandidos tinham tomado aquela importante comunidade de modo definitivo. Todavia, a polícia militar reagiu e reconstruiu o posto, conforme matéria publicada, na página 7, desta edição. Além disso, foram construídas duas torres para vigilância e, na solenidade, a presença do comandante geral da PM e do 17º BPM são a garantia de que a retomada da ordem na comunidade é pra valer.

MORADORES DE TUBIACANGA LANÇAM SITE PARA DENUNCIAR VÂNDALOS

               A iniciativa dos moradores de Tubiacanga de fotografar e filmar a ação dos vândalos que costumam despejar entulho e lixo ao lado da estrada de acesso ao bairro é muito positiva. 
               A matéria sobre esse assunto está publicada na página 15 desta edição do Ilha Notícias e informa que foi criada uma página na internet para divulgar fotografias e vídeos com as imagens dos atos de vandalismo contra a população de Tubiacanga. Inicialmente as imagens foram produzidas apenas pelos dois moradores que tiveram a ideia. Agora eles contam com a ajuda e participação dos demais moradores e o grupo está atento contra as irregularidades e num sistema de plantão estenderam a cobertura contra os porcalhões por 24h.
               Seria ótimo se toda população tomassem a consciência de que sujar a cidade, além de falta de educação e desrespeito pelas outras pessoas, prejudica a cidade que sofre com as enchentes pelo entupimento dos ralos e galerias pluviais. Quem sabe o exemplo dos moradores de Tubiacanga sirva de modelo e motivação para que sejam criadas outras páginas e a ideia prospere por outros bairros da Ilha para denunciar, na internet, os sujões que emporcalham nossa cidade. 
               Pode ser que os vândalos se constranjam, com a divulgação das suas imagens nas plataformas digitais, despejando lixo e entulhos em qualquer lugar. Duvido que não sejam criticados pelos próprios filhos, esposas e amigos. Talvez, envergonhados mudem de atitude e ajam como verdadeiros cidadãos.
               Alguma coisa precisa ser feita para reverter essa crescente desordem na nossa cidade onde os piores, os grosseiros e os sem educação ocupam a cada dia mais espaço. A reação que começou em Tubiacanga é uma boa ideia para resgatar a dignidade e respeito que os moradores da Ilha do Governador e de toda cidade merecem.

POPULAÇÃO É EXPLORADA PELOS BANCOS NO BRASIL

               Vez por outra comento aqui sobre os juros estratosféricos cobrados pelos bancos e a verdadeira covardia que fazem contra quem vai mal financeiramente e precisa de ajuda. Sem perdão, os bancos cobram os juros e taxas mais caras do mundo de quem tem menos ou fica devendo a eles.  
               As gerações mais novas não sabem, mas antigamente os bancos pagavam juros para ter o nosso dinheiro e ganhavam ao usar esse mesmo dinheiro para emprestar a juros um pouco maiores, e assim cresceram. Agora temos que pagar diversas taxas para ter o dinheiro depositado num banco. Inverteram tudo e os bancos festejam a cada semestre recorde de lucros exorbitantes. Assim é que, mesmo quando todos brasileiros e as empresas nacionais estão mal, os bancos vão muito bem. 
               O único objetivo dos bancos é o lucro abusivo a qualquer custo, com taxas anuais que chegam a 400% e desse modo acabam com empresas e pessoas. Nessa semana li no Globo um anúncio da Fiesp e Ciesp, entidades que representam os grandes empresários, cujo conteúdo denuncia esse absurdo e mostra um exemplo com números para comparação que nos deixa estarrecidos. Veja o que diz o anúncio:
 
               1 - Se uma pessoa tivesse ido a um banco para depositar R$ 100,00 na caderneta de poupança há dez anos teria hoje na conta R$ 198,03.
               2 – Se essa mesma pessoa tivesse usado o mesmo valor de R$ 100,00 no cheque especial, na mesma data, teria hoje no mesmo banco uma dívida de R$ 4.394.136,97.
 
               Caro leitor, finalmente vejo algum sinal de que outros também não suportam mais este absurdo e abusivo mal que os bancos fazem a todos brasileiros e ao país. É preciso uma mobilização para que eles também sejam instrumentos justos e decentes de desenvolvimento compartilhado com o povo. Pior é que a Caixa e Banco do Brasil do próprio governo cometem a mesma indecência contra o povo.

EMPRESAS DE ÔNIBUS DA ILHA EXTINGUEM ALGUMAS LINHAS DE ÕNIBUS POR CONTA PRÓPRIA E POPULAÇÃO FICA PERPLEXA

               É inexplicável a retirada de parte ou de toda frota em algumas linhas de ônibus que circulam na Ilha do Governador. Pelo que se sabe foram ações decididas pelas próprias empresas que entenderam que elas não eram lucrativas. Simples assim.
              O sistema de transporte de passageiros que já era ruim, está ficando a cada dia pior, gerando revolta e prejudicando os passageiros que são obrigados a esperar muito tempo pelos ônibus dessas linhas que ainda não acabaram, mas que já tiveram a frota bastante reduzida.
              É um desrespeito aos passageiros, cujas vidas e responsabilidades são programadas pelos horários e trajetos das conduções, principalmente porque aconteceu sem aviso prévio e de uma hora para outra deixaram de circular. O sistema de mobilidade urbana continua piorando e abre espaço para o transporte alternativo e oportunista muitas vezes ilegal e perigoso.
               Problema semelhante já aconteceu tempos atrás com o surgimento das kombis e vans que ocuparam, e continuam ocupando, cada dia mais, os trajetos mal atendidos pelos ônibus. E isso é péssimo, porque o serviço do transporte complementar, em muitos casos é realizado por veículos piratas, dirigidos de modo louco pelas ruas, desrespeitando sinais e colocando em risco os passageiros, o restante da população e outros carros nas ruas. 
               O pior é que não existem movimentos ou planos para que a situação mude e as empresas de ônibus sejam obrigadas e fiscalizadas para cumprir as obrigações das concessões de cada linha. A previsão é que o sistema pode piorar por absoluta má vontade de algumas empresas que não cumprem as obrigações com a população, nem justificam porque não fazem.

FALTA DE POLICIAIS É O GRANDE PROBLEMA DA SEGURANÇA PÚBLICA

                Um dos maiores problemas da intervenção militar na área de segurança pública no Rio de Janeiro é a absoluta falta de policiais. Um exemplo é o batalhão da Polícia Militar na Ilha do Governador cujo efetivo, há cerca de 47 anos era de cerca de 1.100 homens e hoje conta apenas com aproximadamente 200. Essa redução drástica de efetivo também aconteceu na polícia civil e em todas as cidades do estado do Rio de Janeiro.
               Enquanto isso, nessas quatro décadas, a quantidade de criminosos se multiplicou por todos os lados e surgiram as milícias para dividir espaços com os criminosos nas favelas, travando verdadeiras guerras para conquistar territórios e transformar os moradores em verdadeiros reféns.
               Torço que o plano e as estratégias dos comandantes militares que assumiram a difícil responsabilidade de devolver a paz aos moradores desta cidade maravilhosa e a nossa Ilha do Governador, tenham sucesso. Todavia, existem na cidade dezenas de favelas gigantes onde milhares de bandidos agem nas sombras e armados até os dentes.
               A intervenção só vai até o final do ano, tempo em que os bandidos ficarão acuados em seus esconderijos ou refugiados em outros estados aguardando o momento oportuno para retornar. Para a intervenção militar dar certo, uma das medidas é dar prioridade para a contratação e treinamento em massa de novos policiais para incorporarem nas tropas da PM e do contingente de policiais civis. 
               A presença da polícia nas ruas é a garantia da segurança da população e o resgate da paz.

TEMPESTADE DE MADRUGADA PROVOCA A QUEDA DE MAIS DE 300 ÁRVORES

              Essa terrível tempestade que desabou na cidade e principalmente na Ilha do Governador, na madrugada da quinta-feira (15), deixou nossa terra arrasada. Quase 200 árvores gigantes, algumas centenárias, foram arrancadas do solo como se fossem de papel.
              A força do vento com velocidade de quase 100 km/h não encontrou barreiras e chegou a colocar abaixo, no estádio da Associação Atlética Portuguesa, duas torres de iluminação feitas de concreto e ferro, com cerca de 20 metros de altura. Em consequência, o Flamengo vai ter que adiar alguns jogos na Ilha do Urubu, por conta dessa verdadeira devastação provocado pela natureza.
               Se a tempestade cai 48h antes, provavelmente levaria estragos as escolas de samba que desfilaram na segunda-feira (15) na Sapucaí e poderia gerar grandes transtornos aos milhares de componentes e ao público que foi assistir os desfiles. Deus não permitiu, e temos que manifestar nossa gratidão ao Senhor, pois nenhum insulano perdeu a vida devido ao temporal.
               A falta de energia elétrica gerou problemas principalmente para empresas, sobretudo aos restaurantes e aquelas que produzem ou armazenam produtos perecíveis que precisam de refrigeração. A ruptura de fiações e cabos provocaram também o fim das conexões de internet e as plataformas sociais ficaram inacessíveis. Em uma demonstração de solidariedade, e exemplo de cidadania, o Ilha Plaza Shopping, que também opera com geradores, liberou para os insulanos espaços para a carga de celulares e o uso do Wi-Fi. Foi a salvação de muitos para acalmar familiares.
               A rotina na Ilha ainda vai demorar alguns dias para voltar à normalidade, mas a lição desse vendaval é nos lembrar do respeito às forças da natureza e o quanto devemos nos preocupar em preservar o meio ambiente. 

POSTO DA PM NA PORTUGUESA É ESSENCIAL PARA A SEGURANÇA DA REGIÃO

              Há algum tempo quando a Ilha era uma região mais tranquila, havia uma cabine da Polícia Militar localizada no canteiro central entre o Casa Show e a passarela. Nela trabalhava o cabo Afonso, PM que por muitos anos foi uma das pessoas mais conhecidas e respeitadas da Ilha em razão da admiração que conquistou, por sua educação e integridade. Simbolizava a presença da lei e era respeitado por todos.
               Devido às obras do Projeto Rio Cidade, aquela parte do canteiro central foi urbanizada com árvores e outras plantas; a cabine desapareceu e a polícia desde então deixou de estar presente no local mais visível da Ilha. O soldado Afonso, diabético, veio a morrer vítima do agravamento de uma ferida no pé.
               O tempo passou, a PM teve reduzida drasticamente ou  número de policiais; a população dobrou e os bandidos se multiplicaram, na Ilha e em todo estado. A região ficou menos tranquila e agora bandidos da Maré fazem dos moradores da Ilha suas vítimas preferenciais pela facilidade de fuga. 
               Medidas urgentes são necessárias para retomar o clima de segurança, e uma delas é o retorno de uma cabine da PM para aquela que é região mais estratégica e de visibilidade da Ilha – mesmo local onde o soldado Afonso Ferreira foi símbolo da lei e da ordem. A iniciativa dessa óbvia necessidade é da vereadora Tânia Bastos que na semana passada levou o pleito ao governador Pezão que entendeu a necessidade e manifestou interesse na instalação do equipamento na mesma região.
              O comando da Polícia Militar já iniciou os estudos técnicos para instalar uma cabine adequada ao local com suporte logístico, policias e equipamentos que garantam a presença do polícia na Ilha, de modo a inibir a ação dos criminosos e resgatar a sensação de segurança na região.

PM DO 17º BPM MORRE EM COMBATE NA ILHA

              A Ilha vive uma semana de luto em virtude da morte do policial militar Eduardo de Barros Almeida ocorrida na terça (30), durante operação da PM na comunidade do Parque Royal. Ten. Barros pagou um preço muito caro por trabalhar na polícia combatendo bandidos e protegendo a população insulana. A dor da família se estendeu à corporação e deixou a população das Ilha do Governador abalada.
               A covardia de criminosos que se entrincheiram nas vielas e corredores das comunidades usando fuzis sofisticados tornam o confronto desproporcional e só a coragem e responsabilidade profissional de policiais corajosos, como Barros, tem sido capaz de conter um avanço maior da criminalidade e o descontrole da ordem pública.
            Com armamentos sofisticados e conscientes de práticas criminosas, os bandidos, como o que atirou no tenente, é uma ameaça letal a cada cidadão. Suas mentes são de monstros que despejam ódio em forma de rajadas mortais, sempre prontos a matar e morrer sem que tenham uma bandeira que possam se orgulhar. São do mal.
               O choque da perda de um bom policial é sempre inexplicável e quando isso acontece, tão próximo de nós, dói ainda mais e nos faz refletir sobre a importância e valor de cada um desses policiais militares que estão nas ruas e nas frentes de batalhas, nos protegendo de perigos que muitas vezes nem sabemos que estávamos correndo. 
              A ação preventiva das operações policiais, como essa no Parque Royal é um exemplo da polícia agindo para evitar riscos maiores para a sociedade. O Tenente Barros, morreu em combate e sua coragem é exemplo para todos nós que precisamos renovar nosso orgulho e gratidão para com esses jovens policiais que sacrificam as suas vidas para nos proteger.
            Nossa solidariedade aos familiares.

ILHA É A REGIÃO CAMPEÃ EM MULTAS DE VANS. MAS A DESORDEM CONTINUA

              Esta semana a imprensa divulgou a estatística de 2017 referente as multas de trânsito aplicadas em vans, da cidade do Rio de Janeiro, no ano passado, e a Ilha do Governador foi a região campeã com 787 infrações das 3.580 aplicadas na cidade. Superamos bairros como Madureira 387, Barra da Tijuca 182 e Bangu com 98 multas. Essa diferença vergonhosa revela, aquilo que a população constata e sofre diariamente nas ruas diante da bagunça generalizada provocada pela maioria das vans que circulam nas ruas da Ilha. 
             O sistema complementar de transporte realizado pelas vans é importante e deveria funcionar de modo harmonioso com as linhas de ônibus, mas não é o que ocorre. Diversos pontos de ônibus se transformaram em espaços ocupados por grupos de vans cujos motoristas oferecem diversos destinos e funcionam como lotações estacionadas nos pontos a espera de passageiros, e impedindo a parada dos ônibus, cujos passageiros arriscam a vida no meio da rua para descer e embarcar.
              Além disso, as vans, principalmente as ilegais costumam avançar sinais, desviam as rotas, evitam conduzir idosos, dificultam o uso do cartão, conduzem passageiros em pé, andam em velocidade excessiva e circulam em péssimo estado, entre outras diversas irregularidades que desrespeitam as leis de trânsito e colocam em risco os próprios passageiros, os outros veículos e até os pedestres que andam pelas calçadas. Não é exagero dizer que a população está refém das irresponsabilidades praticadas por alguns motoristas de vans, que prejudicam a atividade e a imagem de todos que trabalham nesse setor de transporte público.
              Portanto, ser a região campeã de multas aplicadas em vans não surpreende, mas nos envergonha. 

TORCER E SAMBAR

              Diversas páginas desta edição do Ilha Notícias tratam de carnaval e do clima de absoluta alegria que o reinado de Momo proporciona nas ruas com a participação de milhares de foliões, cujo principal objetivo é se divertir e extravasar a alegria. Por outro lado, a multidão que também acompanha os ensaios de rua da União da Ilha, nas noites das quartas feiras, prenuncia um grandioso desfile na Marques de Sapucaí no dia 12 de fevereiro.
            Verão com samba e futebol, no Rio de Janeiro, é a receita certa para muitos aproveitarem o período de férias com diversas e animadas opções para se divertir e torcer. E o Fla vem aí.
             A primeira partida do Flamengo na Ilha, este ano, será neste domingo à noite, no Estádio Luso-Brasileiro, que ficou conhecido por Ilha do Urubu — péssimo apelido que os dirigentes do rubro-negro impuseram ao campo.  A expectativa é de que neste ano aconteça na região, o dobro dos jogos do Fla, considerando que em 2017 a temporada na Ilha só começou em junho. Torço que as coisas aconteçam no mesmo clima de paz do ano passado, ocasião quando o time teve um excelente desempenho, vencendo 13 das partidas disputadas.
             A diferença principal é que neste 2018 serão realizados diversos jogos do campeonato carioca, proporcionando as torcidas dos principais times do Rio e de outras cidades do nosso Estado, a oportunidade de conhecerem melhor a Ilha do Governador, região que sempre é acolhedora com os visitantes. Acho que o comércio e restaurantes vão continuar sendo beneficiados pela presença de milhares de pessoas que se deslocam para os eventos na Ilha e que podem ser motivadas a conhecer e aproveitar muitas coisas boas que a região oferece.                     Vamos torcer e sambar!

NÃO HÁ DESCANSO NA LUTA CONTRA O CRIME

             A insegurança persiste na Ilha, embora as notícias de assaltos realizados por bandidos com o uso de motos aparentemente diminuiu, provavelmente pelas constantes ações da PM em parceria com os motociclistas da Guarda Municipal que retiraram de circulação dezenas de motos irregulares.  
            Entretanto, houve um aumento vertiginoso de assaltos a motoristas seguido do roubo dos veículos que estariam sendo levados para a Maré. Em todos os bairros da Ilha os moradores informam o crescimento desse antigo tipo de crime que coloca a vida das vítimas em absoluto perigo. A polícia recomenda que as vítimas evitem qualquer tipo de reação porque os bandidos não têm nada a perder. Essas ações criminosas são quase impossíveis de serem evitadas diante do fator surpresa e também estão acontecendo em ruas de muito movimento como a Estrada do Galeão.
            O novo comandante do 17º BPM, que está há pouco mais de um mês no cargo, introduziu mudanças importantes e positivas no policiamento da Ilha, como a presença de viaturas policiais em diversos pontos estratégicos da região, principalmente à noite. A medida dá visibilidade a presença da PM e melhora a sensação de segurança.
            Entretanto é preciso que os insulanos estejam atentos e vigilantes nas ruas, como também e ao entrar e sair de casa. Os criminosos da Maré, que são os que mais agem na Ilha, mudam o tipo de crime constantemente e continuam trazendo medo à população que ainda se sente refém da ação da bandidagem.
            Diversas ideias estão sendo discutidas pelas autoridades da Ilha para resgatar a segurança da população, que sofreu no ano passado sérias consequências em virtude do aumento da criminalidade. Voltou-se a pensar na construção de um pórtico na entrada da Ilha e de uma cabine de porte, na Portuguesa, perto do chafariz perto do McDonald’s, entre outras medidas.
             O que não podemos é descansar na luta contra o crime.