sexta-feira, 1 de junho de 2012

Caminhões grandes e pesados da Shell em rua estreita de mão dupla param no trânsito



Na Ribeira existe um problema gravíssimo de trânsito. A Rua Pires da Mota é antiga e de paralelepípedos. Embora seja estreita, funciona em mão dupla ligando a Rua Maldonado com a Praça Iaiá Garcia. De aparência bucólica a via é acesso para uma das maiores fábricas de derivados de petróleo da Shell e diariamente centenas de grandes e pesados caminhões circulam num vai e vem agitado, coisa normal para o movimento de uma grande e importante empresa. Todavia, moradores e comerciantes estão exaustos com as complicações geradas quando dois caminhões se encontram em sentido contrário e o trânsito fica trancado por longos períodos. A coisa só é resolvida quando um dos gigantes sobre rodas consiga dar a ré, realizando manobras perigosas sobre as calçadas totalmente ocupadas por outros veículos. O transtorno já dura bastante tempo, mas é preciso estudos e uma solução imediata da CET-Rio. A população local é unânime em apontar a transformação em mão única como medida mais simples para resolver o problema.

Como resultado do intenso e desordenado do tráfego de veículos, a rua tem uma cratera localizada numa curva nas imediações da Casa do Índio. O problema ajuda a piorar a vida dos motoristas e a conservação permanente dessa via é importante na medida que evita danos nos veículos e agiliza a circulação dos carros, diminuindo o barulho que incomoda aos moradores.

Embora seja uma rua escondida e que poucos conhecem a Pires da Mota é essencial para o desenvolvimento da região. A organização do fluxo e uma sinalização adequada com espaços para estacionamento num dos lados da rua em sentido único é uma solução simples, mas que resgata o bom senso e vai influenciar diretamente na qualidade de vida de quem vive ou trabalha junto à via. Com a bola, a CET-Rio!

quarta-feira, 30 de maio de 2012

A população da Ilha também precisa ser beneficiada pelas obras para a Copa e Olimpíada



 O projeto para acesso da população da Ilha ao terminal da via expressa Transcarioca que vai ligar o aeroporto Tom Jobim ao centro da Barra deve prever condições e facilidades logísticas para acesso dos moradores de todos os bairros da Ilha.

A falta de linhas com trajetos para a zona sul e Barra da Tijuca deixou de ser o principal foco dos desejos dos leitores e foi substituída pela expectativa da construção da Transcarioca que vai ligar a Ilha direto com bairros como a Penha, Madureira e Barra. Mas os problemas de deslocamentos internos por meio de vans e kombis, seja de bairro para bairro ou na distribuição dos trabalhadores que chegam no final do dia, é disparado o assunto preferido das denúncias.O sistema dos BRTs será excelente para os deslocamentos dos passageiros por quase todas as regiões da cidade que ficara integrada com outras alternativas de transporte de massa como o metro, trens e ônibus.

 Não podemos perder a oportunidade de lembrar as autoridades de transporte que a Transcarioca, que vai fazer parte desse importante sistema, só vai ser útil aos moradores da região caso sejam criadas novas linhas de ônibus e do transporte alternativo de kombis e vans com regularidade. O insulano não pode ficar fora das facilidades que o futuro dos transportes vai oferecer aos cariocas, principalmente por causa das olimpíadas e a copa do mundo de futebol. Além de todos os benefícios para quem mora na Ilha, a integração pela Transcarioca pode diminuir bastante o fluxo de veículos na Linha Vermelha tornando melhor e mais rápidas as viagens ate o centro.Os transtornos eventuais provocados pelas obras serão compensados pelas grandes facilidades que virão no futuro.