sábado, 14 de outubro de 2017

PERIGO! GRUPOS ORGANIZADOS PODEM INVADIR TERRENO DA UNIÃO QUE DÁ ACESSO À TUBIACANGA, JUNTO AO DETRAN

            A vasta área desabitada que separa a comunidade do Parque Royal até o bairro de Tubiacanga é um desafio para as autoridades, sobretudo agora, após o reconhecimento de parte da região como bairro. A estrada que faz a ligação entre os dois pontos é de quase um quilômetro e não tem nenhuma iluminação. Transitar à noite de carro é para corajosos, como são os moradores de Tubiacanga. À pé, só os abençoados que frequentam o monte de orações, ao lado da via.
             Com a inauguração do posto do Detran, há cerca de dois anos, a expectativa era de que as pessoas folgadas que vem de fora e jogam entulho e lixo nas margens da estrada, sofressem constrangimento diante do órgão cuja importância deveria merecer mais respeito dos desordeiros. Entretanto, a área continua sendo um depósito para carros roubados, alguns incendiados propositalmente, sob suspeita criminosa de aplicação do golpe do seguro. É tamanho o descontrole, que prospera inimaginável invasão de área ao lado Detran, com moradias, oficinas e outras atividades.
               O aproveitamento da grande faixa de terra entre às margens do mar e a pista do aeroporto merece, de modo urgente, ter um projeto urbanístico moderno que inclua, por exemplo, espaços generosos para a prática de diversas modalidades esportivas, passeios de bicicleta, caminhadas e outras atividades como hortas. São apenas sugestões que podem ser consideradas para uma ocupação que valorizasse essas terras e o bairro de Tubiacanga. Quem sabe a gente pede projetos para os universitários. Sai de graça.
              O importante é agir logo, antes que grupos organizados tomem conta de modo desordenado e irreversível.

EXPOSIÇÃO ABSURDA TEM QUADROS COM CENAS CHOCANTES DA DECADÊNCIA HUMANA

  
Um dos quadros expostos no museu em Porto Alegre

              Duas notícias revelam o quadro de degradação moral que uma minoria de um lado e os criminosos de outro, querem obrigar os brasileiros a acharem normal, embora as consequências sejam nefastas.
            Em Porto Alegre o Santander patrocinou, com apoio da Lei Rouanet, instrumento legal para incentivar a cultura, uma exposição escabrosa de quadros com cenas de pedofilia e zoofilia. Os quadros retratam cenas de sexo explícito generalizado de homens e mulheres em situações degradantes e de humanos transando com animais.
               A exposição gerou repulsa generalizada e o banco sofreu com encerramento de muitas contas de clientes perplexos de sentirem cúmplices de imoralidades e de uma grosseira agressão aos princípios de todas as religiões. Os cristãos foram os mais atingidos diante de um quadro que representa Jesus Cristo tendo em uma das mãos um vibrador.
              Sem noção, os organizadores da exposição acharam normal a exibição de imagens que retratam a monstruosidade humana e ainda se sentiram vítimas de preconceito. 
              Já no Rio de Janeiro os advogados de um mega traficante que cumpre pena em uma prisão federal, localizada em outro estado, propuseram ao Ministério Público a transferência do criminoso para uma prisão no Rio de Janeiro que em troca pelos ares cariocas garantiria a diminuição da violência nas ruas do Rio. 
             Estou desconfiado que coisas inaceitáveis como essas passem a ser mais comuns daqui para frente e venham desmoralizar os conceitos do cidadão que tem princípios e valores. Estamos perdidos. É inacreditável que o crime organizado tenha proposto negociar com o estado a segurança na cidade.

BOM SENSO EXIGE QUE O TERMINAL 2 DO AEROPORTO TENHA PONTO DE ÔNIBUS. INSULANOS SOFREM COM A DISTÂNCIA PARA CHEGAR AO TRABALHO

           A existência do aeroporto do Galeão no território da Ilha do Governador dá à região o status de ser o cartão de visitas da cidade do Rio de Janeiro e referência para passageiros de todos os países do mundo. Afinal, o estrangeiro que chega de avião à Ilha chega ao Brasil.
            Para a economia da região o aeroporto tem uma importância relevante pela quantidade de empregos que oferece aos moradores da Ilha. Outro fato que deve ser considerado é o movimento que milhares de funcionários do aeroporto e das companhias aéreas geram no comércio, shopping e restaurantes locais. Sem contar, naturalmente os serviços de transporte que apesar de ter trajetos do aeroporto para diversos pontos da cidade, é na Ilha que está concentração desses serviços, seja por ônibus ou vans que transportam a maioria dos trabalhadores do aeroporto.
           Todavia, a comunidade insulana que tem orgulho de estar ao lado desse complexo aeroportuário sente falta da integração. O isolamento que vive o Tom Jobim, dificulta os trabalhadores que moram na Ilha e que são submetidos a grandes deslocamentos para chegar nas suas empresas em virtude de poucas linhas de ônibus e, principalmente, pela distância do ponto que permanece no terminal 1, praticamente desativado. 
             Autorizar um ponto de ônibus no terminal 2 é uma decisão urgente que o bom senso exige, independente do poder ou interesses que se acham ameaçados. O respeito aos mais humildes e aos trabalhadores é a métrica da grandeza dos gestores do aeroporto.

É CURIOSA A COINCIDÊNCIA DE EXPOSIÇÕES "CULTURAIS" COM CENAS PORNOGRÁFICAS SEM LIMITE, INCLUSIVE COM QUADROS EXIBINDO SEXO ENTRE ANIMAIS E HUMANOS

           Quem não tem talento para criar belas obras de arte, exibe o melhor de si através de figuras grotescas e desrespeitosas para chocar o público, como o conjunto de podridão cultural com cenas de zoofilia, pedofilia e blasfêmia expostas há poucos dias no Queermuseu, do Santander, em Porto Alegre. 
               Agora os produtores culturais tentam trazer a mesma exposição para o Rio de Janeiro num ato de desafio ao pudor das famílias cariocas, que são as mais avançadas nas novidades da moda e comportamento no país, mas sabem reconhecer os limites da liberdade de expressão e a ofensa. Essa exposição feriu o povo brasileiro e significa um retrocesso aos tempos de Sodoma e Gomorra. Nunca arte!
             Na semana passada, em São Paulo, organizadores da performance “La bête” permitiram que o público, em que parte era infantojuvenil, assistisse aos movimentos de um homem nu durante a abertura do 35º Panorama de Arte Brasileira, no Museu de Arte Moderna. Alguns críticos acham normal que uma menina, embora acompanhada da sua mãe, tocasse o homem nu que se fazia de obra de arte. 
              Já na cidade de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul a polícia apreendeu, na semana passada, no Museu de Arte Contemporânea, uma pintura cujo título “Pedofilia” retrata uma criança diante de um homem nu. Grosseria! 
              A inacreditável repentina coincidência de pretensas atividades culturais com agressões simultâneas à moralidade, e as absurdas exibições de telas pornográficas, devem ter como objetivo destruir os princípios que restam à humanidade contaminando, sem limites, as mentes jovens. É inadmissível que essas ações continuem sem uma forte reação da sociedade contra esses absurdos que argumentam sob o escudo da cultura.

GRUPO DE MOTO-PATRULHAMENTO DA GM PASSA A ATUAR EM PARCERIA COM A PM NAS RUAS DA ILHA

            O deslocamento de agentes do Grupo de Moto-patrulhamento da Guarda Municipal, a partir desta quinta (14), para realizar patrulhamento diário nas ruas da Ilha do Governador, como destaca matéria nesta edição do Ilha Notícias, traz um alento de esperança para a população que vive assustada diante do inacreditável aumento da insegurança nas ruas da região.
             A simples presença da GM em motocicletas nas vias transfere uma imediata sensação de segurança na população que atravessa esse momento de medo e perplexidade, gerando a expectativa que a medida também signifique o início de uma reação das forças de segurança pública para resgatar o clima de tranquilidade na Ilha que sempre foi referência na cidade. 
             Segundo o comando da GM, o grupo de agentes motociclistas, vai atuar nas vias da Ilha, principalmente combatendo a circulação de motos irregulares ou conduzidas por pilotos inabilitados, cuja medida visa acabar com os covardes assaltos praticados por motoqueiros. Pontualmente a estratégia da GM também é agir contra a desordem que as vans promovem em alguns pontos de ônibus como no Mundial do Cacuia, Bradesco no Cocotá, Shopping, esquina da Rua Colina e na Estrada do Galeão em frente ao Banco do Brasil.
             Cabe reconhecer a ação da vereadora Tânia Bastos, que mora na Portuguesa e também sofre com a sua família os problemas de violência que atingem a população. Partiu dela a iniciativa de obter do prefeito Crivella o imediato deslocamento do grupo de moto-patrulhamento, cuja mobilidade dará mais agilidade no patrulhamento da Ilha,  que será executado em sintonia e como força auxiliar da PM.

ILHA DO GOVERNADOR COMPLETA 450 ANOS EM SETEMBRO

              A Ilha do Governador comemora em setembro, especialmente no dia 5, seus 450 anos. O marco dessa contagem começou em 1567 quando Mem de Sá doou ao sobrinho, o governador Moraes de Sá, as terras da Ilha. Daí em diante, diz a história, por cerca de quatro séculos o progresso na região antes ocupada por índios, foi lento e passou por etapas interessantes quando, por exemplo, se destacava como um próspero canavial e pela visita ocasional de D. Pedro I, que vinha banhar-se na biquinha da Praia da Bica depois das caçadas pela região. 
             Até a metade do século passado, isolada do continente, a vida na Ilha, era bucólica com bondes circulando entre o Cocotá e a Ribeira e o transporte de passageiros para o Centro da cidade era por barcas, funcionavam melhor que hoje. O progresso acelerado só começou, de fato, com a inauguração da ponte velha, em 1950, E nesses últimos 67 anos o povoamento ocupou quase todos os espaços. A população explodiu para quase 300 mil habitantes, e não fosse a existência das pistas do aeroporto e todo complexo aeroviário, além das unidades militares da marinha e aeronáutica, seria inimaginável a quantidade de gente que poderia estar morando na nossa Ilha do Governador.
           Depois da construção de mais duas pontes que proporcionaram acessos terrestres mais rápidos, multiplicou-se a população cujo perfil é de pessoas em busca da tranquilidade que não existe nas outras regiões da cidade. A qualidade de vida oferecida por uma orla repleta de opções para o lazer e a pesca causa admiração nos moradores de regiões sem os encantos da Ilha.
            Apesar da poluição da Baía de Guanabara que prejudica nossas praias e, do nó urbano que nos faz sofrer para entrar e sair da Ilha diariamente, a região tem bairros com excelente índice de qualidade de vida e oportunidades para desenvolver novos e importantes setores de negócios como a indústria naval de pequeno e médio porte.

CRIMINALIDADE PODE SE TORNAR MAIS BRUTAL SE NADA FOR FEITO

              Estou bastante assustado com a quantidade de assaltos que estão ocorrendo na Ilha do Governador desde o início do ano. Desde janeiro os crimes não param de crescer de modo assustador.  Diariamente o Ilha Notícias recebe denúncias de moradores que foram assaltadas nas ruas ou em suas casas, enquanto a redação do jornal ouve relatos cada vez mais constantes de lojas comerciais vítimas da ação dos bandidos.  
               Se por um lado, os criminosos estão cada dia mais audaciosos e cometem roubos em pleno horário comercial, como foi o caso do assalto praticado as 17h da tarde, da terça-feira (22), contra a unidade das Lojas Americanas, localizada na Estrada do Galeão. Por outro lado, a população não percebe nenhuma ação nova da polícia para combater esse verdadeiro tsunami de crimes de todos os tipos e a qualquer horário.
              O momento é grave e os cariocas de toda a cidade estão vivendo aterrorizados e evitam circular em algumas regiões mais perigosas, onde a criminalidade já superou as estatísticas de todos os tempos. 
              Na Ilha, o insulano que já evita atravessar a ponte à noite, em direção a outras regiões da cidade, e sente calafrios em transitar pela Linha Vermelha, agora também caminha assustado pelas ruas da Ilha. Mesmo durante o dia.
              Cabe ao Conselho de Segurança da Ilha, que é o fórum adequado para discutir sobre a onda de crimes na região, em nome da população, cobrar das autoridades policiais medidas urgentes que evitem o contínuo aumento da criminalidade na Ilha que pode se tornar ainda mais brutal, se nada for feito.
             Nunca, as ruas da Ilha estiveram tão perigosas.

Foi acertada a decisão do presidente da União da Ilha em limitar até às 24h, a programação de disputa do samba enredo para o Carnaval de 2018. E a medida já começa a valer neste sábado (19), quando os portões da escola abrem às 17h, e a partir das 18h já começam os shows de samba, numa programação que deverá se encerrar à meia noite, após a apresentação de todos os sambas que estão concorrendo neste ano.

Ney Filardi, que preside a escola há 9 anos, teve a sensibilidade para introduzir a mudança radical, já que até o ano passado o evento só começava perto da meia noite e se estendia quase que até o amanhecer. Era uma maratona cansativa para muitos.

O presidente tomou a decisão certa de mudar porque percebeu que a onda de violência na cidade, poderia inibir a presença de muitos sambistas de fora da Ilha. Por outro lado, a medida de limitar até a meia noite evita que o público seja obrigado a circular pelas madrugadas, horário quando o clima de insegurança cresce de modo assustador.

O importante para o sucesso permanente do evento, e que deve garantir um bom público nas noites de sábado, é sempre ter uma programação com boas atrações, como vai acontecer neste sábado. Também é importante finalizar os shows no horário combinado. 

Tenho certeza que muitos insulanos que gostam da União e do samba vão se programar para comparecer à quadra e aplaudir os novos sambas, na certeza que no dia seguinte estarão inteiros para aproveitar o domingo.

A quadra da União da ilha é uma das melhores do Rio e uma boa campanha de marketing também poderá atrair turistas da zona sul e os torcedores  que comparecem aos jogos do Flamengo na Ilha. O novo horário abre muitas possibilidades.