sexta-feira, 30 de novembro de 2012


 

Grupo de usuários de crack oferecem perigo
aos veículos que se dirigem para a Ilha

Algumas pessoas que moram na Ilha nutrem um sentimento muito grande e positivo de bairrismo. Um bairrismo que busca valorizar as coisas da região e defender a Ilha e sua história. Esses moradores estão contrariadas com a grande imprensa em geral, que localiza os cracudos na Ilha do Governador, quando na verdade o grupo d viciados se reúnem ao lado do viaduto de acesso da Avenida Brasil à Ilha do Fundão. A indignação de quem gosta da Ilha do Governador é justa porque a referência é muito negativa para a imagem da região. As consequências ruins podem ser diversas desde a desvalorização dos imóveis até a diminuição da estima e orgulho que temos de morar por aqui.
         Por outro lado, é essencial que os moradores da Ilha continuem a reagir contra essa cracolância, cujo grupo de viciados cresce a cada dia e representa um enorme perigo para quem faz o trajeto pelo acesso da Avenida Brasil. À noite esse perigo aumenta. É quando a maioria dos viciados que circulam pelas redondezas – inclusive alguns dentro da Ilha – voltam a se reunir, seja para dormir ou para renovar os estoques de crack.  É à noite que pelo efeito da droga agem como verdadeiros zumbis e a possibilidade de serem atropelados é grande. O pior é, por vezes, colocam os motoristas em grave perigo, quando estão agressivos, impedindo a circulação dos carros e jogando pedras nos para–brisa dos veículos. Portanto, é muito importante cobrar das autoridades medidas urgentes para resolver a remoção dessas pessoas, antes que aconteça uma tragédia. Graças a Deus eles não estão reunidos no território da Ilha, e a imprensa de modo geral erra na referência. Mas de qualquer forma o problema nos atinge pelo perigo que representa no itinerário de quem vem para a Ilha pela Avenida Brasil. Fique ligado quando passar pelo local!!!

joserichard.ilha@gmail.com

sábado, 24 de novembro de 2012

Obra mal planejada traz prejuízo
ao comércio às vésperas do Natal
            
           O atraso na inauguração do novo hospital de emergência que a prefeitura decidiu chamar de Evandro Freire, está trazendo sérios transtornos à população e à economia da região. Planejado inicialmente para começar a funcionar em junho, as últimas informações dos bastidores apontam para o início de 2013. Aparentemente pronto por fora, a estrutura do hospital estaria sendo reforçada devido a problemas na base dos alicerces e em virtude de um incêndio nos geradores ocorrido há pouco mais de um mês. A necessidade dessas obras provocou a ocupação do estacionamento ao lado do Mc Donald’s  para servir de canteiro de obras. Lá, são guardados os materiais e equipamentos que estão sendo utilizados para deixar as estruturas do hospital totalmente seguras, como merece a população.
 Segundo os operários que ainda trabalham na obra, os problemas que estão atrasando o início do funcionamento do hospital, surgiram devido ao péssimo desempenho da primeira empreiteira que foi contratada para erguer o hospital. Os erros de construção foram sérios e a substituição da empresa evitou o pior. Os maiores prejudicados são os pacientes que já poderiam estar sendo atendidos num hospital moderno e com equipamentos de última geração que logo estarão funcionando para salvar muitas vidas. Os outros prejudicados são os comerciantes e a população de modo geral. A ocupação do estacionamento ao lado do hospital trouxe transtornos e prejuízos, sobretudo para os comerciantes que apostaram no movimento de muita gente em função do novo hospital. Agora eles, além de acumular prejuízos pelo atraso da obra, sofrem pela ocupação do estacionamento. E como tudo pode piorar, nos últimos dias o outro estacionamento em frente ao Extra também está fechado por outra obra, desta vez com a logística mal planejada. As vésperas do Natal é tudo que ninguém queria.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Blitz não diminui assaltos na Ilha

 
     A PM estabeleceu quase como prioridade das suas ações organizar uma blitz todos os dias, no início da manhã, na entrada da Ilha. Coisa sem nexo e resultado zero. Não se tem notícia de que alguma prisão tenha sido realizada em função dessa operação. Enquanto isso, persistem problemas graves que precisam da intervenção urgente da polícia, como assaltos, tentativas de assassinato, cracudos, sequestros e um verdadeiro oceano de irregularidades provocadas pelas vans e kombis.
     O único efeito da blitz, até agora, tem sido um enorme congestionamento e muitas reclamações de trabalhadores que chegam atrasados ao serviço. Além de terem que acordar mais cedo é desumano enfrentar congestionamento logo pela manhã. Os mais prejudicados são exatamente os trabalhadores que são obrigados a usar os ônibus que são obrigados a obedecer o trajeto passando pela operação. Os motoristas de automóveis evitam a blitz simplesmente desviando da PM pela pista que dá acesso ao aeroporto e retornando no posto de GNV localizado a poucos metros depois. A blitz sistemática de segunda a sexta sempre no mesmo horário não é eficiente e prejudica principalmente a população mais sofrida. Não acredito que exista razões que justifiquem as autoridades continuarem essa operação policial diária e que já persiste há algumas semanas. Os crimes continuam acontecendo e o único resultado, infelizmente, é o caos na entrada da Ilha.
     Espero que o comando do 17º BPM analise os resultados e reveja os critérios que determinaram essa ação. Os moradores da Ilha querem mais policiamento nas ruas e segurança para entrar e sair de casa, caminhar nas ruas sem serem perturbados pelos cracudos que ocupam, a cada dia, mais espaço nas calçadas. A população quer a polícia ao seu lado, protegendo o cidadão, e não longe, numa blitz de faz de conta.

joserichard.ilha@gmail.com

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

 
Existem esquemas para obrigar o uso do estacionamento no Aeroporto Tom Jobim, no Rio de Janeiro
 

           As condições estruturais que os viajantes encontram no aeroporto Tom Jobim são péssimas. Imagino que o morador da Ilha que não viaja de avião pode não saber disso, mas saiba que é vergonhoso. O complexo aeroviário que ocupa pelo menos trinta por cento do nosso território deveria ser exemplo de funcionalidade de modo a tratar bem os visitantes, o que nada mais é do que uma obrigação de qualquer país. Um aeroporto feio e mal cuidado ninguém esquece e comenta prejudicando a imagem do Rio de Janeiro. É a primeira impressão que fica.
          Fora as escadas rolantes que não funcionam, as malas que desaparecem, o problema do estacionamento é terrível. Nesta semana fui receber um casal de amigos vindos do Rio Grande do Sul e fiquei muito envergonhado. É irracional que ninguém possa, de carro particular, apanhar passageiros no andar de desembarque. Coisa normal em qualquer aeroporto. Aqui, o motorista é obrigado a se dirigir ao estacionamento e os passageiros com suas malas pegar um elevador para descer e ir ao encontro do anfitrião, ter sorte de encontrá-lo, no estacionamento desorganizado e lotado com veículos sobre as calçadas e onde o carrinho que transporta as malas não se move diante de um piso cheio de buracos. Passei um sufoco para encontrar os amigos e tive obviamente que pagar o estacionamento.
          Então é isso. Além do assédio de cambistas e taxistas, é péssima a gestão, conservação e o abandono do aeroporto. No Terminal 1, principalmente, é covardia como tratam os passageiros e dos que vão buscá-los em carro particular. Como morador da Ilha, estou indignado que isso esteja acontecendo, pois prejudica, de forma humilhante, toda a população. Não sei até quando vai continuar essa agressão aos direitos das pessoas, mas o meu sentimento é de revolta e impotência diante dos esquemas no aeroporto.

joserichard.ilha@gmail.com

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Ilha do Governador com medo do crack

As autoridades da Ilha precisam agir rápido e não permitir que os viciados em crack se estabeleçam nas ruas da Ilha. As primeiras escaramuças já estão acontecendo por conta da presença de alguns “cracudos” que durante o dia vêm tentar arrumar alimentação e dinheiro para comprar mais droga. Na cidade de São Paulo, onde o uso do crack teria começado, até agora ninguém conseguiu acabar com a cracolância e os viciados que se organizaram em grupos transformam as regiões ocupadas em verdadeiras sarjetas de degradação humana. A solução não é ocupar os espaços do crack e permitir a transferência dos grupos para outros lugares. Enquanto essa legislação irracional não permitir o recolhimento forçado para tratamento humanitários dos viciados, a sociedade precisa reagir cobrando das autoridades uma solução imediata, para que não surjam novas cracolâncias e mais jovens sejam atraidos para o uso da droga. A Ilha do Governador está muito vulnerável a se tornar um território dos “cracudos,” caso não sejam tomadas providências imediatas. Muitas pessoas desse grupo de viciados, que já ocupou diversos lugares na entrada da Ilha pelo acesso da Avenida Brasil, tem sido vistas perambulando pelas ruas da Ilha. O Ilha Notícias já recebeu diversas denúncias de constrangimentos e ao mesmo tempo sentimento de tristeza pelos jovens viciados. São pessoas, que andam imundas, com sinais de inanição e cuja cama são as calçadas durante o dia. Entretanto, agora já surgem casos de brigas quando eles forçam embarcar em ônibus. O medo começa o tornar o clima mais agressivo contra essa gente que se transformou em verdadeiros trapos humanos, sem rumo, sem futuro, sem vida. Mas a Ilha não pode se tornar território do crack. Já bastam os problemas de segurança, sequestros e outras coisas imponderáveis na nossa rotina.

joserichard.ilha@gmail.com