quarta-feira, 16 de julho de 2014

Brasil virá renovado e mais forte na Copa de 2018


O craque Neymar em 2018 poderá ser o melhor do mundo

                 A Copa acabou domingo sem o time do Brasil na final e sem sentido para os brasileiros. Principalmente para os cariocas. Não tivemos a oportunidade de assistir e torcer pela seleção no Maracanã, que não realizou uma única partida no Rio de Janeiro. Pior, perdemos os jogos e pagamos o pato. O dinheiro das obras de reforma do Maracanã, que custaram cerca de 1 bilhão saiu, em grande parte, do governo do estado, ou seja dos impostos extorsivos que pagamos. É uma sensação muita chata, o Brasil não chegar à final e ser desmoralizado com uma goleada épica.
                Agora é ganhar fôlego para recuperar os prejuízos morais futebolísticos e os financeiros. Muita gente acha que fecha julho no vermelho diante dos feriados e meios feriados que as autoridades determinaram de modo compulsório. Alguns desses feriados foram injustificáveis para nós que estamos distantes cerca de 20 km do Maracanã e os jogos não eram do Brasil. E quando asseguro que muitos tiveram prejuízos, falo principalmente dos profissionais liberais cuja renda só é gerada com o seu próprio trabalho, como os médicos, dentistas, advogados e tantos outros pequenos negócios que dependem de cada dia com as portas abertas para fechar as contas no final do mês. Nas lojas com mercadorias promocionais da Copa, a catástrofe dos 7 a 1 acabou com todas as expectativas de venda na última e principal semana da Copa. O lucro ficou nos estoques encalhados.
                 A Copa acaba em clima de tristeza e decepção para os brasileiros. Mas a sabedoria garante que quando uma fase acaba, por pior que seja, é preciso mostrar força e entusiasmo para levantar a cabeça, trabalhar muito, virar a página e provar que somos um povo vitorioso cujo orgulho pela pátria supera com otimismo todas as dificuldades. Atitudes positivas garantem prosperidade e felicidade. Agora é preciso pensar no sucesso que nos aguarda este segundo semestre de 2014 e que a seleção virá renovada e forte em 2018.  Viva o Brasil!

joserichard.ilha@gmail.com

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Ecobarcos ajudam na despoluição da Baía de Guanabara


Ecobarco faz limpeza perto da Praia da Bica

              Nesta semana postei no facebook uma imagem de Ecobarcos em ação perto da orla da Ilha o Governador. Fiquei feliz e difundi a novidade porque agora são duas embarcações no trabalho diário de retirar o lixo que polui nossas águas. Tenho acompanhado o serviço do pessoal que opera essas embarcações e posso testemunhar que estão fazendo um trabalho sério, e todas as manhãs a equipe sai cedo do cais do Iate em busca de lixo.  
              Reconheço que ainda é muito pouco para a despoluição da baía, mas considero que é atitude correta elogiar e incentivar para que as autoridades ou órgãos responsáveis sintam-se estimulados e obrigados a multiplicar a quantidade dos Ecobarcos. Acho que a crítica em qualquer atividade – até no serviço público — é sempre necessária, como atitude racional e para que o desempenho melhore e não pare.
Não acredito que seja correta a atitude de uma minoria, incapaz de participar de nada, mas que está sempre contra tudo, sem nenhum motivo que justifique o mau humor. São contra os Ecobarcos porque consideram o resultado muito modesto. Mas é melhor do que nada, não é verdade? 
               Vai ser difícil despoluir a baía até as Olimpíadas, mas pequenos e grandes projetos estão sendo executados em busca desse objetivo cujos beneficiários seremos todos nós, principalmente quem mora nesta maravilhosa Ilha que hoje ainda é cercada de muita água poluída por todos os lados. Acredito que mesmo com essas tardias ações do homem, a natureza vai agir com mais força e a qualidade da água pode melhorar muito nos próximos anos, com praias em condições saudáveis de banho. O resultado positivo obtido no Manguezal do Jequiá, que há 37 anos era quase um lixão sem vida, me anima a pensar assim – passe por lá e veja você mesmo — para estimular os Ecobarcos a continuarem o trabalho de gota em gota.  

joserichard.ilha@gmail.com

terça-feira, 1 de julho de 2014

Na Ilha, vans e kombis irregulares agem livremente

No Cacuia, como nos outros pontos da Ilha, vans e kombis tomam 
todo espaço, prejudicando passageiros dos ônibus e o trânsito

              Chega a ser assustador o barulho que fazem motoristas e cobradores de vans e kombis que operam no transporte alternativo de passageiros no ponto de ônibus localizado na esquina das Ruas República Àrabe da Síria e Colina. Empresas e clientes de atividades que funcionam nos prédios em frente ao ponto são os que mais sofrem e vivem estressados diante do ruído provocado pela gritaria dos alto-falantes, instalados nesses veículos, para “capturar” passageiros. Em outros pontos de ônibus, como os que ficam em frente ao Mundial, no Cacuia; ao Shopping Ilha Plaza; na Portuguesa ao Banco do Brasil e junto ao Bradesco, no Cocotá, as reclamações contra as vans são pelo congestionamento e confusão que provocam, impedindo a operação de embarque e desembarque dos passageiros de ônibus. Entretanto na esquina da Rua Colina esses inconvenientes além de se repetirem, se multiplicam com a disputa de passageiros aos gritos, principalmente no final do dia.
              O problema é pontual e desafia as autoridades há alguns anos. Ao que parece essa estabilidade de irregularidades se mantém por omissão inexplicável das autoridades responsáveis. Como alguém que gosta da Ilha e tem responsabilidades públicas pode tolerar essa confusão cuja bagunça envergonha aos insulanos. Um absurdo! As pessoas que eventualmente circulam por aquela calçada sofrem assédio para entrar nas vans e alguns motoristas chegam a estacionar seus veículos, ocupando o ponto de ônibus por vários minutos, até que a lotação esteja completa, num gesto de desrespeito contra os ônibus que tentam atender seus passageiros. Onde estão as autoridades que tem a obrigação de agir permanentemente nesse local para disciplinar o embarque e desembarque de passageiros dos ônibus e das vans de modo seguro, sem tumulto e barulho?

joserichard.ilha@gmail.com

terça-feira, 24 de junho de 2014

Feriado absurdo

                 



    Absurdo o feriado no Rio, desta 4a feira (25). Prova da
incompetência generalizada das autoridades que assim pretendem 
parar a cidade para evitar eventuais mobilizações de grupos, 
protestos ou invasão do estádio. 
Nem é jogo do Brasil, no Rio, para tanta preocupação, e o esquema 
de segurança em torno do Maracanã já funcionou no último jogo. 
Desviar o trânsito para longe do estádio seria suficiente.
O prejuízo dos profissionais liberais e do comércio está insuportável 
nesta Copa. 
Por que a Ilha do Governador, distante 20km do Maracanã tem que 
parar. Incrível essa decisão...

joserichard.ilha@gmail.com

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Aterro do Cocotá às escuras coloca em risco a população



Passageiros das barcas correm perigo à noite 

              A falta de iluminação no Parque Poeta Manuel Bandeira – mais conhecido como Aterro do Cocotá – é um problema que atinge a todos nós moradores da Ilha e não apenas aos vizinhos das redondezas ou aos passageiros das barcas que chegam à noite do Centro da cidade. A escuridão e a falta de policiamento têm estimulado a presença de travestis, prostitutas, usuários de drogas e assaltantes, grupos que tornam o lugar perigoso à noite, quando figuras estranhas se escondem pelos cantos.
               Inaugurado na gestão do prefeito Marcos Tamoyo, em 1979, o Aterro do Cocotá se estendia até a Rua Praia de Olaria. Foi projetado para ser um parque de multiuso com atividades culturais, esportivas e de lazer. A região era literalmente um banhado cujas obras de aterro movimentaram muita terra e a urbanização custou caro aos cofres públicos.  
               O Aterro do Cocotá é o maior parque público da região e abriga dois órgãos importantíssimos como o Fórum da Justiça e o Detran, além do Terminal das Barcas e a Lona Cultural, onde são realizados interessantes apresentações artísticas. Manter o parque bem iluminado, limpo e com policiamento é uma obrigação das autoridades e respeito à população que paga impostos caríssimos. Tenho certeza que muitas famílias poderiam desfrutar do espaço do parque como uma extensão de seu cotidiano, muitas vezes presos em apartamentos de prédios sem varanda e área de lazer. Imagino um dia o uso sadio do Aterro para as suas finalidades projetadas e eventos culturais e esportivos simultâneos na Lona e nas quadras de skate, futebol e tênis.
               Deixar de lado a conservação dos equipamentos públicos é dar pouca importância ao povo que poderia utilizá-lo e ter uma vida mais agradável. O parque precisa de segurança, limpeza e conservação. O seu uso inadequado e a presença de figuras estranhas é fruto do seu abandono pelas autoridades. 

joserichard.ilha@gmail.com