sexta-feira, 15 de março de 2013

Guerra dos royalties


  A lei aprovada pelo Congresso Nacional que modifica a distribuição dos royalties do petróleo, diminuindo drasticamente os recursos do estado do Rio de Janeiro é injusta e inconsequente. Os congressistas dos outros estados, com exceção do Espírito Santo e São Paulo, quebraram um pacto federativo de modo esmagador impondo um clima de desastre financeiro nas contas do Rio de Janeiro. Caso as ações do governo do Rio e seus representantes não consiga reverter de modo urgente o quadro atual, - através de recursos jurídicos que provem a inconstitucionalidade no STF - a população carioca e fluminense vai sofrer sérias consequências, principalmente nas áreas da saúde, educação e segurança. Sem as receitas dos royalties, o orçamento do estado se torna impraticável para garantir o funcionamento dos serviços públicos indispensáveis à população. As consequências podem ir mais longe afetando milhares de empregos por causa da desaceleração dos investimentos nas empresas da área de petróleo. A população talvez ainda não tenha consciência dos problemas que serão gerados, mas é assustador para a nossa economia. 
 
 Mesmo sem ser coisa séria, tem gente que já pensa em um hipotético movimento de autonomia do Rio de Janeiro, fato que, em tese, poderia transformar o estado numa região de enorme desenvolvimento e rica. É uma ideia separatista, mas que surge diante do absurdo que os deputados e senadores dos outros estados colocaram à população do Rio de Janeiro.
 
 Creio que no STF a lei será considerada inconstitucional e, acredito ainda, que o assunto poderá ser resolvido antes de maneira política, ajustando a participação dos estados não produtores nos royalties em todos os futuros contratos de exploração de petróleo. As ações do governador Sérgio Cabral, em defesa dos interesses do Rio de Janeiro, estão sendo acertadas, fato que nos anima para aguardar boas notícias.

joserichard.ilha@gmail.com

sexta-feira, 8 de março de 2013

Light é a culpada!



  Esse descaso da Light com a Ilha me intriga. Trato os assuntos da Ilha do Governador com o interesse e a seriedade que uma comunidade com mais de 300 mil pessoas merece. Afinal moro e trabalho nessa região há mais de três décadas e aqui tenho meus sucessos e lutas. Quando a criminalidade aperta, por exemplo, cobro maior ação da polícia através do Ilha Notícias da Associação Comercial. E assim por diante. Faço meu papel de cidadão e participo da sociedade com responsabilidade.  

 Nunca, desde que fundei o Ilha Notícias, convivi com tantos apagões. Os prejuízos para a coletividade são inaceitáveis e acontecem a toda hora há mais de três meses. Talvez porque essa semana a Light tenha se superado a coisa chegou num limite insuportável. No Jardim Guanabara, as ruas e residências ficaram cerca de 9 horas sem luz e os picos de energia estragaram eletrodomésticos. Os comerciantes dizem que os prejuízos são incalculáveis, não apenas porque perderam uma noite de faturamento, mas, sobretudo, porque tiveram que jogar no lixo os mantimentos e produtos que dependem de refrigeração permanente. Por isso me intrigam os planos e a ação da Light na Ilha.

  Não compreendo a demora no atendimento e no conserto da rede elétrica. É absurda a falta de explicações, principalmente, quando falta energia sem nenhuma anomalia no tempo. Acho que é coincidência, mas essas coisas começaram a acontecer depois que o governo anunciou uma redução significativa na conta de luz. Será que a empresa quer se vingar justamente na Ilha? Não acredito. Mas a Light precisa melhorar muito e executar um plano urgente para normalizar o fornecimento de energia de modo seguro. Só assim vai ter novamente a confiança da população da Ilha.

joserichard.ilha@gmail.com

sexta-feira, 1 de março de 2013

Cuidado!


  Morador da Ilha, o desembargador Antônio José visitou esta semana o Ilha Notícias e sugeriu ao jornal alertar a população sobre a investida de um homem suspeito que usa um veículo Spin (que substituiu o Zafira), na cor prata, e se apresenta como funcionário de concessionárias como a Cedae, Net, Light, etc, para fazer vistoria nas instalações internas dos equipamentos da companhia que diz trabalhar. O homem tentou entrar na casa do desembargador, mas a sua funcionária suspeitou, e, pelas câmeras, percebeu que ele não usava uniforme e o veículo era particular. Além disso, ninguém da casa tinha solicitado serviço algum.
 
 Outras pessoas têm denunciado ao jornal o mesmo assédio incomum de desconhecidos. Insistentes e sem receio algum eles voltam diversas vezes na mesma residência. Essa prática, infelizmente, está se tornando comum e é necessário que os moradores tomem extremo cuidado ao permitir que alguém entre em suas casas.  Se você não solicitou nenhum serviço, ou mesmo que tenha solicitado, não permita o acesso sem tomar, antes, todas as precauções. Avise a todos na sua casa sobre esse perigo e adote uma rotina que não deixe a sua família vulnerável. Bandidos estão usando essa estratégia há algum tempo e aperfeiçoaram os métodos. 
 
 Alguém, mesmo agindo com gentileza e de modo educado não significa nenhuma garantia de que não seja um bandido preparando um bote. A esperteza agora é conquistar a confiança dos moradores para a investida criminosa. O alerta do desembargador significa que devemos redobrar nossa atenção para quem toca a campainha da nossa casa. Todo o cuidado é pouco. Imagino que esses crimes não estejam tendo maior divulgação, pelo medo que as vítimas tem em fazer o registro na delegacia.  Os criminosos chegam a ameaçar de morte se forem denunciados. Portanto, caro leitor, fique muito atento e não dê chance para que a falsos técnicos entrem em sua casa. Cuidado!

joserichard.ilha@gmail.com

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Itaú volta a receber contas

        Nos bastidores o Itaú teria revogado a ordem para suas agência não receberem contas de luz, água, telefone, etc. A medida traz normalidade ao sistema mas foi tomada com gosto de contrariedade pelo banco. Pelo visto o Itaú entende que a comissão paga pelas concessionárias é pouca e não compensa prestar esse serviço ao público que nem sempre é seu cliente e enche as agências.

joserichard.ilha@gmail.com

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Por que não receber contas?


  É um absurdo! O banco Itaú resolveu não receber mais as contas de luz, gás e telefone da população. Diz que ainda fará o favor de aceitar essas contas, apenas dos seus clientes, se pagas no caixa eletrônico ou no débito automático. Se o Itaú ficava perto da sua casa, vai ter que procurar uma loja de lotérica ou outro banco para fazer o pagamento. É muito grande o desconforto que a medida traz à população que é cliente do Itaú, sobretudo aos mais idosos. Sempre imaginei que eles tinham algum propósito social. Aliás, é um contraste os imensos lucros que esse banco obtem girando com o dinheiro da população que é obrigada a receber seus salários através da rede bancária Itaú, e que, para não ser roubada pelos bandidos nas ruas, é obrigada a deixar a grana no banco.

  Na televisão, através do programa do PDT, o exministro Carlos Lupi denuncia a irrisória quantia que em geral bancos pagam para quem investe suas economias. Em contrapartida, cobram juros estratosféricos se o mesmo cliente necessitar de um simples empréstimo. Exemplo: para quem investe R$ 1.000,00 por 30 dias, os bancos talvez possam proporcionar um ganho de R$ 8. Com os mesmos 1.000,00, os bancos emprestam a outro cliente e lucram aproximadamente 100 reais. Aproximadamente dez vezes mais. Outro absurdo é quando o cliente deixa o dinheiro parado na conta e viaja por um ano, sem fazer nenhuma aplicação. Na volta a conta pode estar no vermelho e o dinheiro virado pó. Essa é a realidade absurda, mas legal, e os bancos continuam obtendo exorbitantes lucros com o dinheiro dos clientes. Agora o Itaú resolveu que não quer mais receber nossas continhas e os outros bancos podem achar isso bom e imitar.

  Por outro lado, além das fortunas que lucram, os caixas eletrônicos dos bancos estão substituindo velozmente a força humana de trabalho, cujos cargos estão sendo extintos gradativamente. Com lucros estratosféricos e cada dia menos trabalhadores, os bancos encontraram a fórmula mágica de ganhar com o dinheiro dos outros. Nada produzem e ganham fortunas com o salário da população. Até quando?
É um absurdo! O banco Itaú resolveu não receber mais as contas de luz, gás e telefone da população. Diz que ainda fará o favor de aceitar essas contas, apenas dos seus clientes, se pagas no caixa eletrônico ou no débito automático. Se o Itaú ficava perto da sua casa, vai ter que procurar uma loja de lotérica ou outro banco para fazer o pagamento. É muito grande o desconforto que a medida traz à população que é cliente do Itaú, sobretudo aos mais idosos. Sempre imaginei que eles tinham algum propósito social. Aliás, é um contraste os imensos lucros que esse banco obtem girando com o dinheiro da população que é obrigada a receber seus salários através da rede bancária Itaú, e que, para não ser roubada pelos bandidos nas ruas, é obrigada a deixar a grana no banco.

  Na televisão, através do programa do PDT, o exministro Carlos Lupi denuncia a irrisória quantia que em geral bancos pagam para quem investe suas economias. Em contrapartida, cobram juros estratosféricos se o mesmo cliente necessitar de um simples empréstimo. Exemplo: para quem investe R$ 1.000,00 por 30 dias, os bancos talvez possam proporcionar um ganho de R$ 8. Com os mesmos 1.000,00, os bancos emprestam a outro cliente e lucram aproximadamente 100 reais. Aproximadamente dez vezes mais. Outro absurdo é quando o cliente deixa o dinheiro parado na conta e viaja por um ano, sem fazer nenhuma aplicação. Na volta a conta pode estar no vermelho e o dinheiro virado pó. Essa é a realidade absurda, mas legal, e os bancos continuam obtendo exorbitantes lucros com o dinheiro dos clientes. Agora o Itaú resolveu que não quer mais receber nossas continhas e os outros bancos podem achar isso bom e imitar.

 Por outro lado, além das fortunas que lucram, os caixas eletrônicos dos bancos estão substituindo velozmente a força humana de trabalho, cujos cargos estão sendo extintos gradativamente. Com lucros estratosféricos e cada dia menos trabalhadores, os bancos encontraram a fórmula mágica de ganhar com o dinheiro dos outros. Nada produzem e ganham fortunas com o salário da população. Até quando?

joserichard.ilha@gmail.com