sábado, 15 de outubro de 2016

CAOS NO TRÂNSITO DA ILHA É GERADO POR PLANEJAMENTO RUIM, AÇÕES INCORRETAS E ABSOLUTA FALTA DE FISCALIZAÇÃO

Novas câmeras e velocidade controlada 
muito perto do sinal confundiu os motoristas

  As trapalhadas no trânsito e nas ruas da Ilha tem pelo menos um grande responsável que é a CET Rio, órgão da estrutura municipal, cujas responsabilidades incluem estudos para autorização de obras para colocar quebra molas, sinais, criar ou fechar retornos, mudar o sentido das ruas entre outras atribuições como localização de pontos de ônibus, etc.
 Um exemplo dessa confusão é a possível reabertura, diante da pressão dos motoristas e comerciantes, do retorno fechado há cerca de duas semanas na Estrada do Galeão.
 É estranho que aparentemente o órgão não tenha realizado nenhum estudo de impacto nas vias internas como na Rua Sargento João Lopes que congestionou ao ser transformada em um caminho alternativo para o retorno fechado.
  É estranho, também. a recente localização do ponto final de ônibus da linha 739L (Ilha x Vilar dos Teles) no Aterro do Cocotá, que prejudica a circulação de veículos junto a UPA e a Clínica da Família.
 Foi desconcertante, há pouco mais de dois meses, a instalação, na Estrada do Galeão, de placas de velocidades diferentes a cada 200 metros, além de novos radares, câmeras e medidores de velocidade muito perto do sinal na Praça do Avião. A confusão provocou diversos acidentes e até hoje confunde os motoristas.
  Duvido que todas essas confusões tenham partido dos técnicos da CET Rio, a não ser que a verdadeira intenção do órgão seja testar os nervos dos motoristas da Ilha. A verdade é que as autoridades do trânsito conseguiram transformar as ruas da Ilha em um verdadeiro caos, onde o império das vans domina, causando grandes transtornos a vida dos insulanos.


joserichard.ilha@gmail.com

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

MOTORISTAS DA ILHA SOFREM COM A ONDA DE QUEBRA MOLAS, E FECHAMENTO DE RETORNO PROVOCA PROTESTO DOS COMERCIANTES

 Lombada em rua de mão única e subida
 Ruas internas recebem trânsito intenso para retornar
 O retorno foi fechado e o trajeto para os veículos 
ficou mais longo, e por ruas estreitas

 As atitudes do poder público jamais podem estar acima dos direitos e vontade da maioria da população. A ridícula proliferação de quebra – molas pelas ruas da Ilha do Governador, talvez para atender apenas um ou outro indivíduo que quer provavelmente apenas entrar e sair da sua garagem com mais conforto e tranquilidade é um tremendo absurdo e agride o bom senso.
 As dezenas de lombadas espalhadas em ruas tranquilas e de pouco trânsito deixam claro esse favorecimento grosseiro e acaba por prejudicar os demais moradores e motoristas que não concordam com o equipamento e cujos veículos, muitas vezes, tocam com o fundo na lombada mal feita e sem a sinalização adequada, causando prejuízos aos veículos e sustos nos passageiros.
 É a mesma coisa com o fechamento do utilíssimo retorno da Estrada do Galeão, logo após a delegacia no sentido entrada da Ilha. Comerciantes reclamam dos prejuízos e os motoristas dos transtornos e a lentidão provocada no trânsito. As ruas internas, como a Sargento João Lopes e Açaituba, utilizadas como alternativa para substituir o retorno, não tem estrutura para receber o fluxo de veículos que buscam o outro lado da Estrada do Galeão gerando um intenso congestionamento que causa dor de cabeça aos motoristas.
 Não sei de quem foi a ideia de fechar o retorno e instalar vários quebra molas pela Ilha, mas conseguiu com duas tacadas desagradar todo mundo. Acho que com o tempo algumas dessas lombadas serão retiradas e o retorno terá que ser reaberto logo. Muitas pessoas estão indignadas, sobretudo com o gasto público desnecessário.


joserichard.ilha@gmail.com

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

VIOLÊNCIA AMEAÇA A TRANQUILIDADE DOS MORADORES DA ILHA DO GOVERNADOR

              
   Ingredientes inquietantes como motoqueiros atacando vítimas à noite, moradores de rua e cracudos vindos de todas as regiões da cidade – que são trazidos pela prefeitura ao centro de acolhimento Stella Maris no Galeão, onde não são obrigados a ficar – passaram a se instalar nas ruas da Ilha e dormem, durante o dia e à noite, nas passarelas e embaixo das marquises. 
 Reunidos em pequenos grupos, algumas dessas pessoas já transformaram em lares os espaços entre os pilares dos viadutos existentes na saída da Ilha e no acesso ao aeroporto. Lá, já vivem há alguns meses despreocupados e ocupando cada dia mais espaço.  
Sem família nem perspectivas de futuro, elas costumam, pedir esmolas nos sinais e perto dos bancos, ou agem como flanelinhas ilegais, fingindo tomar conta de carros estacionados sobre calçadas ou lugares proibidos. 
  Não há nenhuma política pública em execução para conter essa invasão que traz insegurança e medo para a população. E não é justo que as ruas da Ilha se transformem em uma região para experiências sociais não planejadas pelas autoridades públicas que acham suficiente recolhê-los das ruas da cidade e abandoná-los na Ilha.
  Junto a isso, motoqueiros que utilizam motos sem placas e por razões desconhecidas não são abordados pela polícia durante o dia, podem ser um dos motivos que geraram a onda de pequenos crimes que estão sendo cometidos em todos os bairros da Ilha. A coisa é assustadora e parece estar fugindo do controle das autoridades que talvez nem tenham policiais suficientes para toda a região. 
  Os problemas de segurança aumentaram, e a Ilha do Governador começa a perder um dos maiores diferenciais de outras regiões da cidade, que era ser mais segura. Hoje, quando um motoqueiro se aproxima à noite de alguém, já é motivo de preocupação e medo. Por precaução, tem gente que já levanta as mãos desconfiada de que possa ser um assalto. A Polícia Militar precisa agir rápido para conter essa onda.


joserichard.ilha@gmail.com

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

ASSALTANTES EM MOTO, PICHADORES, VANS E BARCAS SÃO PROBLEMAS GRAVES NA ILHA

Bandidos motoqueiros preferem agir à noite. 
Crime não existia na Ilha

 Vans, barcas, pichadores, e agora, “motoqueiros assaltantes” são graves problemas que a sociedade insulana sofre, e é refém, não apenas pelo mal que geram, mas principalmente em razão dos péssimos serviços, perigo e prejuízos que causam aos moradores da Ilha.
  É incrível que tanto as vans como as barcas, cujos serviços são de concessão pública, sejam tão ruins. Todo mundo reclama, mas não se percebe nenhuma ação das autoridades, que provoque no insulano algum sentimento ou esperança de que, em algum dia no futuro, as coisas possam melhorar. 
 São dois importantes sistemas de mobilidade urbana que se funcionassem bem diminuiriam a preocupação da população que vive atormentada para se deslocar de van dentro da Ilha, e para ir para o Centro usando as barcas. É absoluto o descaso da concessionária com a população ao não colocar horários durante o dia todo e não funcionar nos feriados e fins de semana. Esse pessoal não serve ao povo, mas se serve dele.
  Já os bandidos que agora usam motos para assaltar, começaram a agir há pouco tempo na Ilha e suas ações criminosas geram muito medo na população pela agressividade. Agem como criminosos mascarados com o rosto escondido pelos capacetes e fogem rapidamente usando motos sem placas.
  Enquanto isso os pichadores devem se sentir intocáveis por razões que desconheço e continuam há anos nas sombras causando prejuízos ao patrimônio público e privado com absoluta liberdade. Agem sem serem perturbados por ninguém.
 Vans, barcas, pichadores e “bandidos de motos” são problemas graves e urgentes para serem solucionados na Ilha.


joserichard.ilha@gmail.com

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

CAMPANHA ELEITORAL MAIS TRANQUILA NA ILHA



Na campanha de 2014 as placas de campanha ocupavam  
grande parte das calçadas

 A cerca de duas semanas da data da eleição, para prefeito e vereadores, que se realiza este ano no dia 2 de outubro, o clima nas ruas da Ilha é muito diferente das últimas vezes, quando nessa época o canteiro central da Estrada do Galeão estava quase que tomado por centenas de placas dos candidatos.
 Sempre ouvi dizer que placa não dá voto, mas quase todos candidatos faziam diversas delas e pagavam pessoas para cuidar de cada uma delas, sob o argumento de que os seus eleitores tinham que ter a impressão de que a candidatura era forte, sobretudo se exibissem placas em todos os lugares possíveis. 
 Durante a campanha de 2014, alguns candidatos simplesmente colocavam as placas pela manhã e retiravam à noite. Outros nunca as buscavam e sobrava para o vento levá-las ou o TRE destruí-las.
 As mudanças na legislação eleitoral, principalmente as que modificaram o uso de equipamentos e materiais de campanha eleitorais fez sumir dos canteiros e calçadas esses equipamentos e obrigou os candidatos a se aproximarem dos eleitores para serem conhecidos. Talvez, desse modo, a campanha fique mais justa e equilibrada, proporcionando oportunidades mais justas para a maioria dos candidatos.
  Até agora é, pelo menos, uma campanha diferente.


joserichard.ilha@gmail.com