sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

VANS E KOMBIS PODEM ASSUMIR ITINERÁRIOS DOS ÔNIBUS DE MANEIRA DESORGANIZADA E OFERECENDO UM SERVIÇO AINDA PIOR, RESULTADO DA PÉSSIMA GESTÃO DAS EMPRESAS E A ABSOLUTA FALTA DE FISCALIZAÇÃO DAS AUTORIDADES

              
Vans, kombis e ônibus disputam espaço e passageiros

  A Ilha do Governador vai começar 2018 com a perspectiva de piora no sistema de transporte público. É que algumas empresas de ônibus da cidade estão paralisando algumas linhas deficitárias, segundo elas, depois das duas reduções na tarifa determinadas pela justiça e prefeitura. Caso chegue à Ilha esse desdobramento será séria a crise de mobilidade urbana e deve provocar uma avalanche de vans e kombis nas ruas para ocupar o espaço dos ônibus que eventualmente deixem de circular.
  Já há sinais disso com a redução de veículos em algumas linhas como 914, 924, 934. Depois, as empresas de ônibus não poderão reclamar da concorrência, principalmente se as vans que vierem a ocupar trajetos de linhas de ônibus melhorarem seus serviços que atualmente são péssimos, mas ainda assim transportam muita gente. 
  Alias, as kombis e vans só entraram oficialmente no transporte de passageiros em razão da falta de ônibus circulando à noite e madrugada, por absoluto desinteresse dos proprietários das empresas de ônibus que literalmente abandonaram seus passageiros nas ruas. As kombis começaram a funcionar precariamente e hoje tomaram conta até dos pontos do ônibus. 
  Lamento profundamente que essas mudanças possam acontecer porque existem muitas vans ilegais, que não transportam idosos, não aceitam o Riocard e desrespeitam todas as leis e sinais de trânsito. São ilegais, porque não existem legalmente e tem placas falsas cobertas por adesivos, além de outras irregularidades como circular em alta velocidade e muitas vezes de portas abertas. 
  Se a tarifa dos ônibus diminuiu deve ter havido aumento no número de passageiros atraídos pelo preço baixo que compensaria e equilibraria o caixa. Imagino também, que o fim das propinas milionárias pagas a políticos corruptos estancou um ralo, proporcionado um significativo poder financeiro para investimentos no aumento e modernização das frotas.
 O que vai acontecer está nas mãos dos empresários. Mais kombis e vans nas ruas ou os ônibus melhoram seus serviços, mantendo tarifas justas.


joserichard.ilha@gmail.com

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

MAIS HOMENS CAPAZES E HONESTOS PRECISAM ASSUMIR O PROTAGONISMO NA LIDERANÇA DO PAÍS


  Quero desejar Boas Festas a todos leitores do jornal impresso e aos internautas que acompanham o jornal através das diversas plataformas nas redes sociais. Que cada insulano viva esse final de ano do seu modo particular compartilhando afeto e alegria com todos. 
  Para aqueles que recuperam a saúde em casa ou nos hospitais, o nosso pensamento a Deus para que sejam saudáveis na fé e confiantes no Senhor, que cuida e ama a todos. Descobri que orar ou rezar de joelhos gera uma energia que tem a força espiritual de chamar a atenção dEle. Quem descobre essa verdade e age, tem tudo.
 Ter saúde, emprego e condições para estudar e crescer em uma sociedade justa é o paradigma que pretendemos para todos nossos familiares, parentes, amigos e colegas de trabalho. Pena que ações de políticos corruptos e as surpreendentes decisões inconsequentes de juízes da mais alta corte de justiça prejudiquem o desenvolvimento e a evolução de políticas públicas que poderiam acelerar o desenvolvimento do país.
 Embora travado por tantas ações de desonestos, o Brasil dá sinais que mais uma vez vai superar as dificuldades econômicas e voltar a crescer, gerando desenvolvimento e novas oportunidades de trabalho. Neste momento, cabe a cada brasileiro o dever de refletir e agir com atitudes individuais exemplares para servir de modelo para os mais jovens e contagiar toda população, motivando líderes sérios e honestos a assumir o protagonismo no comando das cidades e estados brasileiros, para garantir uma futura geração de homens públicos mais íntegros.
  Boas Festas!!!


joserichard.ilha@gmail.com

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

BRT PRECISA CONSTRUIR ESTAÇÃO NA ESTRADA DO GALEÃO PARA ATENDER INSULANOS

 Um dos setores públicos cujas dificuldades de operação são as mais difíceis de serem resolvidas é o da mobilidade urbana. As políticas públicas são confusas e não priorizam soluções que venham ao encontro dos interesses e problemas que os passageiros enfrentam diariamente.
 A confusão do sistema de vans, que concorre com as linhas de ônibus não sofre fiscalização correta e permanente, gerando graves irregularidades no trânsito, desconforto para os passageiros, circulam em alta velocidade e, muitas vezes usando com veículos velhos, conduzidos por motoristas inabilitados e desumanos. Não aceitam o Rio Card e evitam idosos.
 Um problema que poderia amenizar a mobilidade na região é a construção de uma estação do BRT na Estrada do Galeão, junto ao viaduto que dá acesso ao aeroporto. Aliás, no projeto inicial do BRT, linha do Aeroporto e Terminal Alvorada, na Barra, essa estação constava do projeto e foi descartada no final por razões ainda não explicadas.
 Com essa alteração a população da Ilha é obrigada a usar a estação BRT Aroldo Melodia, na Ilha do Fundão, perdendo tempo e sofrendo em deslocamentos maiores gerando inconvenientes para todos os passageiros. Até que o governo decida construir essa estação, que foi planejada para facilitar o deslocamento dos insulanos e seria o único legado das Olimpíadas para a Ilha. O tema deve ser pauta de reivindicação permanente dos fóruns populares, de cada morador ou liderança que discute com seriedade os problemas de mobilidade da nossa região.


joserichard.ilha@gmail.com

NOS ESTACIONAMENTOS TOLERÂNCIA É ZERO E PREÇO ASTRONÔMICO

  O preço e a falta de tempo de tolerância nos dois principais estacionamentos localizados na Estrada do Galeão, em frente ao Extra e ao Mc’Donalds, continuam a indignar os motoristas insulanos. É incrível a falta de bom senso dos concessionários que exploram o espaço da prefeitura e de modo injusto prejudicam a vida de muitos insulanos.
 O tempo zero de tolerância não permite, por exemplo, que um motorista particular ou táxi, apenas conduza uma pessoa doente ou com necessidades especiais para mais perto do consultório do médico, usando poucos segundos do espaço, sem que haja a cobrança da tarifa mínima, que é absurdamente cara e, no caso, desumana.
  As duas áreas nobres onde funcionam esses estacionamento são locais públicos, cuja construção foi realizada durante as obras do Projeto Rio Cidade há alguns anos atrás, com dinheiro público e continuam sendo áreas publicas, tanto é que qualquer pessoa pode caminhar por elas livremente, a qualquer hora, sem ser incomodada.
  O estacionamento de veículos é que é cobrado, e de modo nada amigável. Qualquer motorista que, entrar por engano ou se arrepender, é obrigado a pagar mesmo que não tenha ficado no estacionamento por menos de um minuto.
  Essa falta de flexibilidade e ganância dos donos da concessão, refletem em prejuízos no comércio das redondezas e geram dificuldades no deslocamento das pessoas aos bancos, consultórios médicos e outras atividades, cuja presença do indivíduo é essencial.
 Outro absurdo é o valor cobrado em dias de jogos do Flamengo quando o preço aumenta para astronômicos R$ 50 fixos deixando o torcedor rubro-negro inconformado com o tamanho da paulada.
É injusto!


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FRAGILIDADE DOS ÓRGÃO DE SEGURANÇA E DEFESA CIVIL É PONTO FRACO PARA EVITAR PROBLEMAS COM OS TEMPORAIS DE VERÃO

  Estou preocupado com a proximidade do verão e a fragilidade financeira do estado para evitar possíveis catástrofes geradas pelas tempestades próprias da estação. A anemia dos cofres públicos também deve estar atingindo os órgãos de defesa civil e bombeiros. Desconfio e tenho medo de admitir que a provável realidade dos quarteis, seja a mesma dos outros órgãos que vivem com salários atrasados, desmotivados e sem a necessária manutenção e renovação de equipamentos.
  Se também são precários os recursos direcionados para as ações de defesa civil da população fluminense, também é necessário levar em conta a omissão de muitos governos do mundo inteiro, cujos países despejam na atmosfera quantidades fantásticas de elementos poluidores tornando clima do planeta mais instável e perigoso.
 Ao mesmo tempo em que o ser humano ultrapassa os limites poluindo o planeta, muitos países se preparam para o pior dos mundos, construindo abrigos, criando sistemas de alerta e modernizando equipamentos para ações de salvamento das suas populações. O Brasil, e sobretudo o Rio de Janeiro, por causa da crise financeira, está cada dia mais vulnerável pela absoluta falta de investimentos nesse importante setor de proteção contra calamidades e tragédias ambientais.
 Espero que esse verão seja tão calmo quanto o último e que nossas autoridades tenham consciência do perigo que todos nós corremos e seja evitado, com medidas urgentes, o sofrimento que os deslizamentos, ventos e enchentes provocam quando uma cidade desprotegida fica refém da natureza.


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