sexta-feira, 21 de abril de 2023

VACINE-SE LOGO | EDIÇÃO 2142 | 21-04-2023


  A saúde é a coisa mais importante das nossas vidas. E a prevenção uma das atitudes mais inteligentes para mantê-la, seja através de exercícios físicos ou métodos simples como uma alimentação saudável. São protocolos que devemos nos obrigar a ter como rotina, e insistir com nossos familiares, pessoas queridas e amigos para que adotem para o próprio bem estar.  

  Em razão de termos enfrentado recentemente uma terrível pandemia que durou cerca de dois anos, é importante tomar precauções para manter a saúde plena e aproveitar a vida. A Covid persiste embora em menor grau de letalidade. 

  A proximidade do inverno traz temperaturas mais baixas e é bom que os insulanos, de todas as idades, tenham a consciência da necessidade de tomar a vacina contra a gripe que já está sendo aplicada em todos os Postos de Saúde e Clínicas da Família da Ilha do Governador. A gripe enfraquece o organismo humano, diminui nossas defesas e como consequência torna o corpo mais vulnerável a outras doenças. Inclusive a Covid. 

  Apelo a todos insulanos cuja idade já pode tomar a 4ª dose da vacina contra a Covid que o façam mais rápido possível. Assim, estarão com seus organismos mais protegidos e fortes, impedindo ser uma vítima do coronavírus ou de outras doenças, como uma simples gripe que pode se transformar numa situação grave. 

   Proteja-se! Assim você protege também seus familiares, amigos e vizinhos. As cerca de 700 mil mortes provocadas pela pandemia no Brasil é um alerta grave para ficar ligado. A Ilha do Governador tem uma rede de saúde pública excelente e funciona de segunda a sexta de 8h às 17h e sábados das 8h até às 12h. Vacine-se logo!

  Quero você bem!

sexta-feira, 14 de abril de 2023

SEGURANÇA NAS ESCOLAS | EDIÇÃO 2141 | 14-04-2023


  A crueldade do massacre de crianças acontecido nesta semana numa creche em Blumenau é um crime cuja relevância machuca a todos nós, e fere profundamente os familiares com marcas que ficarão eternamente gravadas na alma.  

  Diante dos acontecimentos, é preciso que os estabelecimentos de ensino de modo geral e semelhantes ajam preventivamente. Tenho dúvidas quanto a eficiência de muros altos e que cercas eletrificadas, ou coisas parecidas, possam nos proteger desse tipo de ação criminosa. Esses psicopatas agem diferente. Planejam ações para agir em momentos inesperados com frieza e de modo covarde. 

  Precisamos proteger os filhos dificultando os acessos dos criminosos pelos portões de entrada, criando protocolos cada dia mais rígidos de acesso e realizando treinamento de alunos, professores e funcionários para evitar essas situações. Vivemos em mundo cada dia mais perigoso e instável. 

  Prevenir permanentemente me parece uma das soluções mais eficazes. Esses crimes em estabelecimentos de ensino estão se tornando mais comuns no Brasil, que parece copiar os Estados Unidos, pela dinâmica da exposição midiática de criminosos transtornados por bullying e problemas mentais graves. Por razões adversas, em alguns casos, eles buscam a notoriedade absurda a qual não devemos dar espaço. 

   A imprensa, TV e jornais finalmente entenderam que noticiar as ações e estratégias desses criminosos, pesquisar as raízes das suas condutas, seitas, vestimentas e uniformes fazem parte do plano deles para se tornarem famosos e copiados por outros malucos.  A busca dessa notoriedade parece ser um marketing a serviço do mal.

  Nos tranquilizam a manifestação do comandante do 17º BPM, Tenente Coronel Fábio Cardoso, que em entrevista dada com exclusividade para o Ilha Notícias, garantiu ações preventivas permanentes da Polícia Militar através do deslocamento de unidades para as imediações dos estabelecimentos de ensino. Essa decisão representa uma reação muito positiva das forças de segurança para tranquilizar nossas famílias.

   Mas nada é limite suficiente para garantir a segurança dos nossos filhos. É preciso exagerar em ações preventivas e de proteção.

sexta-feira, 7 de abril de 2023

GALEÃO VIVE ÀS MOSCAS | EDIÇÃO 2140 | 31-03-2023


  Nesta semana algumas revelações sobre o sufoco nas operações do Santos Dumont dão conta dos limites daquele aeroporto que já não suporta tantos voos e gera um crescimento de atrasos incomum. Enquanto isso o Galeão vive às moscas. Reflexo do desdobramento natural da falta de decisões urgentes e sintonizadas que estão tumultuando o setor da aviação da cidade. Cidade e Ilha do Governador que precisam do Galeão funcionando a todo vapor, dividindo de modo inteligente as operações com o Santos Dumont. A economia e desenvolvimento do Rio passam pelos nossos aeroportos.  

  A pior decisão é aquela que não foi tomada. Alguns dizem que não tomar uma decisão já seria uma decisão. Acho isso péssimo! 

  A indecisão e a demora para decidir atrapalha e atrasa planos e projetos. É assim tanto nas atividades pessoais como nas coletivas, sobretudo nas empresas ou atividades de risco cujo funcionamento dependem das decisões de cada minuto.  E decisões corretas são importantes, principalmente durante situações de crises ou turbulências. 

  Imagine quantas decisões são exigidas dos pilotos de aviões durante pousos em noite de tempestade quando ventos fortes e raios provocam visibilidade zero e muita, muita turbulência. São necessárias decisões rápidas e corretas para encontrar a pista, fazer o pouso e salvar os passageiros e tripulação. Além da sua própria pele. 

   A falta de velocidade nas decisões sobre o resgate das plenas operações no Aeroporto Tom Jobim é um desses casos onde se arrastam prejuízos inaceitáveis. Parece um vácuo onde nada de concreto vai pra frente.  A protelação, falta de clareza e sobretudo interesses divergentes entre todos os protagonistas, está gerando grandes prejuízos à aviação, passageiros e aos próprios governos indecisos.

  O desenvolvimento da Ilha do Governador está sofrendo sérias consequências com essas indecisões inconcebíveis.

sexta-feira, 31 de março de 2023

FALTA EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO | EDIÇÃO 2139 | 31-03-2023


  O trânsito na Ilha do Governador está diferente. Não era assim. Não apenas por culpa do atrevimento das vans que voam pelas vias e não respeitam nenhum sinal, colocando em risco outros veículos e pedestres.  

  Nem por causa das centenas de motos que circulam feito foguetes sem placas e passam na frente de viaturas da polícia e do batalhão da PM sem serem incomodadas. Tenho pena dos motoqueiros e de suas vítimas. Acidentes de motos costumam ser muito graves. 

  Mas o trânsito na Ilha está diferente também por outras razões. Não apenas pelo caos provocado pelos semáforos descontrolados que geram confusão no trânsito e irritam motoristas, e principalmente os passageiros dos coletivos que chegam cansados do trabalho. Está muito complicado. 

  Mas o que mais me surpreende é a facilidade e rapidez que muitos dos nossos motoristas insulanos encontraram para fazer o trânsito ficar diferente. E diferente para muito pior. É grande a quantidade de motoristas que aderiram a não respeitar os sinais, a dirigir de modo agressivo e mal, muito mal. 

   Além disso, todo mundo estaciona sobre as calçadas sem o mínimo de constrangimento. Mesmo que com os seus carrões impeçam os pedestres de caminhar. Aliás a alternativa de senhoras, crianças, idosos e deficientes é o meio da rua. Cobrar a falta de fiscalização é menor do que pedir aos infratores bom senso e respeito aos demais insulanos.

  Precisamos fazer urgente a nossa parte para ter a dignidade de cobrar forte das autoridades o funcionamento das obrigações dos órgãos de governo. A absoluta falta de cidadania de grande parte da população aumenta e gera uma multidão de novos incapazes de respeitar o próximo.

   Precisamos mudar para fazer a diferença melhor!

sexta-feira, 24 de março de 2023

BAÍA DO LIXO | EDIÇÃO 2138 | 24-03-2023


  A diminuição do lixo boiando é importante, pois além contribuir para a despoluição das águas e dar mais segurança na navegabilidade - sobretudo às pequenas embarcações -, melhora também a limpeza das areias das praias na orla da Ilha do Governador e das demais praias banhadas pelas águas da Baía.  

  São milhares de toneladas diárias de lixo carregadas através dos canais do Mangue e do Cunha, além dos trazidos pelos rios e arroios cujas nascentes estão nas cidades do Rio de Janeiro, Duque de Caxias, Magé, São Gonçalo e Niterói, cujos detritos são despejados direto na Baía de Guanabara, poluindo as praias pela ação natural das correntes marítimas e do vento. 

  Infelizmente as medidas para diminuir a poluição ainda são obsoletas ou muito pequenas, e caminhamos para o nada na questão da contaminação e da ameaça à saúde da população. Atualmente, comemorar o Dia da Água não passa de uma mera lembrança sobre o compromisso que a população, e principalmente as autoridades, deveriam ter com ações mais firmes e permanentes. 

  É inaceitável só contemplar nosso mar sem agir. É preciso sublinhar os problemas, sobretudo a questão dessa imensidão de água que nos cerca e encararmos nosso mar como um privilégio da natureza, cuja obrigação natural – de todos nós – é preservar e tratá-lo com muito cuidado.