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sexta-feira, 11 de junho de 2010

Protesto contra o abandono da empresa Barcas S/A


Quatro embarcações estão apodrecendo no caís do Cocotá


Tem coisas que eu não consigo entender. Uma delas é o serviço ruim que a empresa Barcas S/A está oferecendo à população da Ilha. Lembro que a empresa lutou para mudar o terminal da Ribeira para o Cocotá, sob a alegação de que a Ribeira era um local distante para a massa de trabalhadores que se dirigiam diariamente ao centro da cidade.
Com a estação no Cocotá, contando com um amplo estacionamento, geograficamente no centro da Ilha e acesso a mais linhas de ônibus, a empresa pretendia multiplicar a quantidade de passageiros que transportava e assim poderia garantir um serviço melhor e criar mais horários.
A lógica das Barcas S/A fazia sentido, e fui um dos que defendeu a mudança, na expectativa que, além da melhoria dos serviços e atendimento a maior número de pessoas, o bairro do Cocotá também sofreria uma transformação positiva nas suas atividades comerciais estimuladas pelo maior fluxo de pessoas circulando em função das barcas. Todavia, desde a inauguração do novo terminal, a Barcas S/A só fez promessas. Não colocou os catamarãs regularmente, como tinha combinado, para diminuir o tempo das viagens, que hoje beiram os cinquenta minutos e que cairia para menos da metade. A qualidade dos serviços piorou e, nos constantes atrasos das viagens, não costumam dar a mínima atenção e justificativa para os passageiros. Enfim, a expectativa de dar à população uma excelente alternativa de transporte, sobretudo nos dias de congestionamentos, se transformou numa triste frustração.
Com o número de passageiros diminuindo, diante da falta de confiança dos usuários, a empresa Barcas S/A resolveu transformar o píer de atração da Ilha num verdadeiro cemitério das suas embarcações velhas e canibalizadas. A medida é insólita. Já são quatro imensas barcas que apodrecem atracadas. São os símbolos do pouco caso que a empresa faz da Ilha e dos seus passageiros. O sonho das velozes embarcações transportando milhares de trabalhadores diariamente entre a Ilha e o Centro da cidade virou um pesadelo. Resta lutar para a coisa não piorar. A Associação Comercial da Ilha, cuja presidência tenho a responsabilidade de exercer, está enviando nesta semana à direção da empresa o seu protesto, exigindo que o Cocotá não se transforme definitivamente num imenso depósito de carcaças enferrujadas.

joserichard.ilha@gmail.com

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Maria Foster

Maria das Graças Silva Foster é a convidada especial da Associação Comercial para falar dos planos da Petrobras para a Ilha do Governador, durante o Café da Manhã com Empresários que será realizado no próximo dia 11 de novembro.
Maria Foster é Diretora de Gás e Energia da Petrobras, e com a construção do Terminal de Gás na Baía da Guanabara, a Ilha do Governador tem sido fundamental para a logística das obras e o transporte dos trabalhadores e equipamentos.
No Zumbi e Ribeira existem piers de atracação adequados para as operações de transporte marítimo, e eles tem sido utilizado pela Petrobrás e as empresas terceirizadas, há mais de dois anos, desde quando as obras do Terminal de Gás começaram. Com o início das operações em 2010, a Ilha do Governador assume maior importância como suporte logístico.
As expectativas de investidores para garantir os serviços de apoio à Petrobras são grandes. E para atender as eventuais demandas como residências, lazer, centros de treinamento e outras atividades, a Associação Comercial resolveu convidar Maria Foster para explicar a realidade dos projetos da empresa e quais as verdadeiras conseqüências para o desenvolvimento da Ilha do Governador.
Por exemplo, o Pólo Gastronômico da Ribeira que se amplia a cada dia, com novas opções de restaurantes pode “explodir” de vez, se confirmadas as expectativas de que centenas de funcionários da Petrobrás deverão desembarcar diariamente nas imediações, depois do trabalho no Terminal.
Você que é empresário, profissional liberal ou investidor está convidado para a palestra da senhora Foster. Será às 8h30, do dia 11 de novembro, no auditório da Universidade Estácio de Sá (Estrada do Galeão, 1900).
Para participar basta confirmar a presença (é gratuito): 2462-1448.Estrada do Galeão, 2.879 – sl 209 Tel/fax: 2462-1448
joserichard.ilha@gmail.com

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Beltrame fala de segurança dia 3, na Ilha

21.11.2008
Secretário Beltrame vem à Ilha dia 3, para discutir segurança
A cúpula responsável pela área de segurança pública no estado estará reunida, a convite dos empresários da Ilha do Governador, no próximo dia três de dezembro, durante o 11º Café da Manhã, promovido tradicionalmente pela Associação Comercial. O encontro será no auditório da Universidade Estácio de Sá e, além dos comerciantes, estarão presentes os principais líderes de associação de moradores que vão pedir mais segurança para suas comunidades.
Além do secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame está confirmada a presença do comandante geral da PM, Coronel Gilson Pita Lopes e do delegado Roberto Sá, encarregado do planejamento das ações policiais; além, naturalmente do delegado Jader Amaral, titular da 37ª e do comandante do 17º BPM, coronel Célio Pedrosa.
A nossa idéia durante a reunião é produzir um depoimento que alinhe os principais problemas do bairro – que já foi um dos mais tranqüilos da cidade – e apresentar sugestões que possam resgatar a segurança que os moradores mais antigos dizem já ter vivido no bairro. Um dos pontos mais vulneráveis do sistema de segurança da região é o reduzido número de policiais militares lotados no batalhão da Ilha, cujo contingente é hoje menos da metade do que era na época em que foi inaugurado, há mais de três décadas.
É fácil, portanto, diagnosticar os problemas. E a fórmula é explosiva: a população cresceu a bandidagem se multiplicou, e as forças de segurança encolheram. O resultado é o clima de insegurança em que vivemos. A solução não sabemos, mas vamos tentar ajudar nossas autoridades, que são sérias, a resolver.
Venha participar dessa discussão.

sábado, 20 de setembro de 2008

Molon na Ilha do Governador

Ediçao 1386 - 19.9.2008

Expectativa de Desenvolvimento

A Ilha do Governador vive um momento de expectativas diante da possibilidade de tornar-se um importante pólo de desenvolvimento e mercado para novos empregos. No mínimo são três frentes: aeroporto Tom Jobim, estaleiro Eisa e o Terminal de Pesca. Esse conjunto de ações, curiosamente, serão todos realizadas através de recursos do governo federal.

O aeroporto vai começar em poucos meses as obras de modernização e reforma da infra-estrutura, cuja falta de recursos para a manutenção deixaram precárias todas instalações e muita coisa não funciona do Tom Jobim. O governador Sérgio Cabral tem razão em afirmar que o cartão de visitas do Rio de Janeiro está muito feio. A solução que Cabral propõe de privatização é duvidosa, mas o principal é que já foi batido o martelo e as obras que vão consumir mais de 50 milhões, começam até março.

No estaleiro da Ilha, o contingente com cerca de 3 mil trabalhadores terá que ser ampliado diante das novas encomendas que se multiplicaram com a descoberta de jazidas de petróleo e gás em alto mar. Essa boa maré para o setor, segundo os especialista vai até 2015, tempo que pode gerar muita riqueza e mais habitantes para a região.

Quanto ao Terminal de Pesca que o governo federal pretende instalar no imenso terreno ao lado da Shell, na Ribeira, a expectativa não é de gigantescas obras de engenharia, mas de grande quantidade de novos empregos, tanto para pescadores, como para técnicos especializados na preparação dos pescados para refrigeração e outras dezenas de atividades paralelas na indústria pesqueira. As atividades de apoio como restaurantes, lanchonetes e tantos outros, entre os quais estaleiros de médio e pequeno porte que poderão ter uma novo mercado diante do fluxo de embarcações.

O futuro passa por essas três frentes de trabalho, e tudo isso vai trazer muito desenvolvimento para a Ilha do Governador.

São os bons ventos a nosso favor.

joserichard.ilha@gmail.com

sexta-feira, 16 de maio de 2008

ONG da Solidariedade & Pier do Galeão

A garça espera o peixe.
O Pier do Galeão, antigo atracadouro dos galeões que
transportavam visitantes e moradores para a
Ilha do Governador é hoje local aprazível para pescadores.

Senhoras da ONG grupo da Solidariedade que presta serviço
humanitário para centenas de pessoas pobres.



joserichard.ilha@gmail.com

sábado, 29 de março de 2008

Carlos Correia conversa com Empresários da Ilha

Ilustração de Maurício Rocha
(Ainda sobre a epidemia de dengue que continua matando)
Edição 1361 - 28.03.2008


Associação Comercial discute avanços do Ministério do Trabalho

Com a presença do Superintendente do Ministério do Trabalho, Carlos Correia, a Associação Comercial da Ilha, reuniu, dia 26, durante café da manhã na Universidade Estácio de Sá, mais de cem pessoas entre empresários e autoridades, que conheceram as novas diretrizes do ministério. Na foto o subinspetor Vinícius, Fátima Vasconcelos, Cel. Amaury Méier, José Richard, Carlos Correia e Gutemberg Mendes.Associação Comercial reúne empresários com o Superintendente do Trabalho – RJ
A ACEIG – Associação Comercial Empresarial da Ilha do Governador reuniu na manhã de quarta, dia 26, mais de cem empresários para conhecer o trabalho implantado pelo Ministério do Trabalho e Emprego no Rio de Janeiro. O convidado especial foi Carlos Correia, Superintendente do órgão no estado, que estava acompanhado do Dr. Márcio Lins Guerra Auditor Fiscal e Chefe da Fiscalização e Carlos Eduardo Nunes Chefe das Relações do Trabalho.
O presidente da ACEIG, jornalista José Richard, destacou a importância do evento em que os empresários tiveram a oportunidade de manter relacionamento mais próximo com as autoridades do Ministério do Trabalho, e conhecer as ações de fiscalização do órgão. Carlos Correia, que recebeu o título de sócio Benemérito da Associação Comercial, garantiu que os procedimentos que adotou após assumir o órgão em novembro, foi de orientar as empresas que eventualmente estejam com irregularidades.
Aproveitando o encontro o Comandante do Grupamento de Bombeiros da Ilha, Tenente Coronel Amaury Méier, fez uma apresentação com imagens, de medidas de prevenção contra os criadouros de larvas do mosquito transmissor da dengue.
A presidente do Grupo da Solidariedade Maria de Fátima Vasconcelos, falou do trabalho de caridade da instituição com a fabricação de mais de 100 mil fraldas por ano, e anunciou a inauguração neste sábado, dia 29, às 10h, de consultórios médicos de diversas especialidades para atendimento gratuito da população carente.
Ainda durante o encontro, Richard e o presidente da Famig, Gutemberg Mendes, entregaram a Correia um projeto de parceria com o Ministério para capacitação de 2.500 desempregados moradores de comunidades da Ilha. Além dos empresários compareceram diversas autoridades e representantes de órgão públicos, como o Presidente do Creci-RJ, Casemiro Vale, representantes do Rotary e outras personalidades.
joserichard.ilha@gmail.com

sábado, 15 de março de 2008

Mosquito da Dengue criado no Chafariz

Fotos e Fatos da Semana
Ladrões quebraram o vidro e levaram o rádio no estacionamento das Casas Bahia-Portuguesa

Há dois anos a cerca de ferro retorcido, localizada na esquina da
Estrada do Galeão com Rua Grão de Areia, não recebe manutenção da Prefeitura.


Temporal avaça sobre as águas da Baia da Guanabara

Edição 1358 - 14.03.2008


Ilustração de Maurício Rocha
(Sobre a falta dágua no Morro da Viúva, no Alto das Pitangueiras)


Mosquitos da Dengue são criados nos obeliscos

As águas dos chafarizes – que só funcionam raramente - localizados na Estrada do Galeão, são um provável criadouro de larvas do mosquito da Dengue.

O inseto já infectou mais de 400 insulanos e o Jardim Guanabara é um dos bairros com maior índice de doentes.Ilha já tem 411 casos de dengue. O número de infectados cresce e preocupam moradores da Ilha. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a Ilha até o dia 13, apresentava 411 casos de dengue, com maior incidência no Tauá onde aconteceram 89 registros, e menor na Praia da Bandeira, com nenhuma ocorrência.

Até agora não houve nenhuma morte de morador do bairro em conseqüência da dengue.Pessoas que antes tinham receio de deixarem os agentes de saúde entrarem em suas casas, agora estão mais dispostas a aceitar essa inspeção, como no caso da moradora do Jardim Guanabara, Zilda Campos: “Tinha muito medo de deixar esses agentes entrarem em minha casa, mas depois de tantos casos de dengue aqui no Jardim, eu preferi arriscar, e também pedi para a minha vizinha fazer o mesmo”.

A moradora do Vilage, Luciana Rodrigues, diz que os agentes de saúde precisam passar pelo local, porque apesar de todos no condomínio fazerem intensiva fiscalização contra os focos do mosquito, muitas pessoas já contraíram o vírus mais de uma vez.

- Eu e meu irmão tivemos dengue duas vezes. Só de pessoas que eu conheço onde moro, cinco já tiveram a doença. Eu desconfio que possa ser a água da chuva que fica parada em cima da tampa dos bueiros - disse Luciana.

A assessoria de imprensa do Instituto Oswaldo Cruz, explicou que o mosquito Aedes aegypti se desloca principalmente para como caixas d’água e piscinas não tratadas, que podem se transformar em criadouro vetor, e recomenda atenção redobrada na limpeza desse locais.

Dia 12, a Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro confirmou a 33ª morte por dengue no estado. O número já é maior que o registrado em todo o ano passado que foram de 30 casos. Novas medidas foram tomadas pelo governador Sérgio Cabral que aumentou a quantidade de bombeiros nas ruas para atuar no combate ao mosquito e sancionou o projeto que autoriza a entrada de agentes de saúde em imóveis fechados nesta terça-feira, dia 11.

Delegado do Trabalho visita a Ilha

No próximo dia 26, a partir das 8h30, na Estácio de Sá, a Associação Comercial da Ilha realiza o 8º Café da Manhã com Empresários, e recebe o Dr. Carlos Correia, Delegado Regional do Trabalho – homem de confiança do Ministro Lupi - que vem conhecer os empreendedores da região e falar das novidades do órgão que comanda.


joserichard.ilha@gmail.com

sábado, 15 de dezembro de 2007

Associação Comercial faz o 7° Café da Manhã com Empresários

Os empresários da Ilha do Governador estão sendo convidados a participar, nesta 3a feira, dia 18/12, a partir das 8h30 de Café da Manhã que se realizará no auditório da universidade Estácio de Sá, Campus-Ilha. Estrada do Galeão, 1.900. Os convidados ilustres são o Senador Marcvelo Crivell a a Dra. Luzia Lobato, Inspetora do ICMS.


Edição 1346 - 14.12.2007

Ilustração de Maurício Rocha
(Sobre a derrota de Lula no Senado)
Supermercado Extra-Bon Marché
Dias atrás estudantes foram flagrados pelas câmeras do Ilha Notícias quando atravessavam, pelo telhado, a passarela que fica junto ao Casa Show. A foto foi publicada na primeira página e para sorte dos alunos, eles só foram advertidos e estão com saúde. Todavia os garotos desconheciam que a passarela pode ter desabamentos das suas partes de concreto que são encaixadas e não recebem nenhuma manutenção há bastante tempo. Esse relaxamento pode gerar uma tragédia a qualquer momento pela trepidação provocada por ônibus e caminhões que trafegam pela Estrada do Galeão.
É urgente e necessário que as autoridades tomem providências para exigir do Supermercado Extra-Bon Marché as obras de manutenção, pintura e iluminação dessas duas passarelas sobre a Estrada do Galeão. Afinal, é ou não é prá valer a obrigação que assumiram junto à prefeitura quando adotaram as passarelas? O Extra exibe há anos quatro grandes outdoors presos nas passarelas – que é um espaço valioso - como contrapartida às despesas que teria com a manutenção. No entanto, eles não cumprem a sua parte e a comunidade corre o risco de assistir a qualquer momento um acidente grave.
Aliás, também é verdade que são muitas as reclamações de sujeira, ratos e baratas no próprio supermercado. Se eles não se preocupam com a casa deles, pode-se esperar outra coisa com as passarelas?