segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Falta de fiscalização em kombis e vans é um risco



 O risco que os passageiros que utilizam kombis sofrem no dia-a-dia para se locomover é terrível. É um transporte feito por veículos que não foram projetados para dar segurança e conforto a passageiros que embarcam e desembarcam a todo momento. Numa kombi particular todos passageiros são obrigados a usar cinto e isso não acontece normalmente. Pior, essas kombis trafegam, quase sempre, de portas abertas em curvas e em alta velocidade, podendo projetar passageiros a qualquer momento. A irresponsabilidade pela inexistência de fiscalização é proporcional a irresponsabilidade dos motoristas que conduzem essas viaturas com superlotação, fato que obriga o cobrador a viajar no lugar das bagagens em cima do motor. Sem preocupações ou regras para conduzir passageiros, elas cruzam sinais fechados e travessias de pedestres, colocando em risco, além dos passageiros, as pessoas nas ruas e os outros veículos.

 É uma batalha diária de sobrevivência ser passageiro de kombi. Pior agora, com o registro de assaltos ocorridos dentro desses veículos, e de acordo com algumas vítimas, os crimes foram praticados pelos próprios motoristas e cobradores. No último mês foram pelo menos três assaltos, todos realizados à noite e com vítimas mulheres. Não bastavam os problemas que as kombis e vans causam no trânsito, provocando verdadeiro caos nas ruas, agora andar de kombi à noite tornou-se uma aventura. 

 Cabe as autoridades policiais investigar e prender rapidamente os bandidos, antes que o pavor se espalhe e a desconfiança atinja trabalhadores honestos que atuam com dignidade dirigindo kombis e vans com responsabilidade, e prestando um serviço digno à população que utiliza esse meio de transporte.


joserichard.ilha@gmail.com

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Novo site a caminho

 O Ilha Notícias, além dos cuidados que tem na elaboração das suas edições impressas que circulam todas as sextas-feiras, também procura manter-se na vanguarda do uso da tecnologia que a internet aprimora a cada dia. A ideia da equipe é aproveitar as ferramentas virtuais para oferecer aos internautas um jornal ágil, de modo a atender as expectativas dos leitores on-line. A novidade é a nova cara do site do jornal que vai para a rede a partir da próxima semana. Com mais de 30 mil acessos mensais, o jornal chega a todas as regiões do planeta, possibilitando o acesso instantâneo e atualizado dos fatos que acontecem na Ilha do Governador. O site teve profundas alterações no visual e, sobretudo, no conteúdo. O leitor que acessar vai encontrar mais informações e imagens. Além das notícias e anúncios, publicadas semanalmente na edição impressa, o novo site vai veicular fatos, quase que instantâneos da rotina diária da Ilha. Fotos e textos novos serão postadas logo após os acontecimentos, ampliando a qualidade e quantidade de informações. A participação dos leitores, que gostam de interagir, será mais intensa com a postagem de fotos e filmagens - produzidas até por celulares. Eles serão verdadeiros repórteres da própria rua, informando fatos e captando imagens que valorizam e dão credibilidade as informações. No novo site, o leitor também vai encontrar links para o perfil do Ilha Notícias no Facebook, Orkut, Google+, twitter e outros mecanismos da internet. As pesquisas serão frequentes de modo a avaliar a opinião pública sobre os temas regionais.

 Paralelo ao novo site, o jornal implantou, há poucos dias, o projeto de integração com todas as redes sociais, cujos conteúdos são atualizados permanentemente pela redação. Nelas, a equipe interage, on-line, com os internautas e presta informações de utilidade pública. É bom ver o jornal, que completa 35 anos no próximo mês de setembro, na vanguarda da informação.

joserichard.ilha@gmail.com

terça-feira, 26 de julho de 2011

Incentivo ao esporte é necessário





 Em conversa, nesta semana, com o presidente da ACM – Ilha, o bom amigo José do Carmo Peixoto, ele lembrou as oportunidades que os clubes da Ilha oferecem para a prática de esportes e lazer. O clima de Olimpíada e de Copa do Mundo que aos poucos está contagiando a população deverá oxigenar a movimentação nos clubes, principalmente os que perceberem a oportunidade e acrescentarem novidades nas suas atividades como jogos e prática de novas modalidades esportivas.

 Com certeza vai aumentar a quantidade de pessoas em busca de academias e principalmente clubes para se exercitarem, motivados pelo espetáculo das disputas esportivas que cada vez mais estarão ocupando espaço na mídia. Para Peixoto, o poder público do Rio de Janeiro tem em mãos uma oportunidade fantástica e única na história para motivar os jovens das comunidades a praticar esportes. Durante os dias de semana é grande a ociosidade dos espaços de esportes, como campos e ginásios em todos os clubes da Ilha. Isso poderia acabar de maneira inteligente e prática se fossem ocupados pela juventude das comunidades através da parceria dos governos com os clubes. O investimento público em obras seria nenhum. As quadras já existem e ficam praticamente vazias de 2ª a 6ª. A despesa da prefeitura ou do estado seria apenas um repasse mensal aos clubes para pagar professores, técnicos e a manutenção das instalações.

 Cada comunidade tem um clube por perto, o que facilitaria o acesso de todos os jovens que poderiam ser selecionados pelas próprias associações de moradores ou escolas públicas. Peixoto está certo que clubes tradicionais como o Governador I. C., ACM, E.C. Jardim Guanabara, Jequiá I.C., E.C. Cocotá, Iate, Clube dos Oficiais, Taifeiros, Ascaer, Sargentos e A.A. Portuguesa receberiam de braços abertos as crianças e jovens, que certamente, sonham com oportunidades como essa.

joserichard.ilha@gmail.com

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Ilha é ponto de desembarque de drogas e armas ilegais





 O acesso de drogas e armas ilegais que entram no Brasil através da Ilha do Governador existe, e é grave. Mas, para nós da população, essas operações criminosas não são percebidas, embora sejam grandes problemas que acabam desestabilizando famílias e o país. Tudo acontece, principalmente, nos bastidores do aeroporto Tom Jobim e através de embarcações que se movimentam sorrateiramente nas águas da Baia de Guanabara. A Ilha por suas próprias características geográficas pode ter diversos locais de desembarque em pequenos piers, todos informais e sem fiscalização. Entretanto, no aeroporto, porta de entrada do estado e do Brasil, e com diversas equipes de fiscalização, dizem que é uma verdadeira peneira para a entrada de drogas e armas que chegam através de malas. Ou seja, um queijo suíço de tantos furos nos esquemas de segurança.


 A revista Época, desta semana, diz que o inspetor-chefe da alfândega, no Porto do Rio, descreveu como precária a segurança interna do porto. O inspetor disse ainda que alguns navios ancorados perto da Ilha do Governador e no resto da baía são usados para armazenar drogas e armas entre os containeres de mercadorias importadas legalmente. Depois, elas são levadas em lanchas a piers localizados no entorno da baía. Há cerca de três anos a Polícia Federal suspeita disso, conforme documentos nas mãos do Ministério Público. 


 Vivemos, portanto, numa região vulnerável ao acesso de armas - inclusive pesadas -, e drogas de todo tipo, seja por ar, mar e terra. Por terra a receptação, distribuição e venda deve ser igual às outras regiões. A diferença é que na Ilha chega por todos os lados. Aliás, não temos que nos admirar de existirem tantos caminhos para as drogas chegarem à Ilha. Segundo o Conselho Nacional de Justiça, por exemplo, 73% das armas apreendidas no país concentra-se na cidade. Por outro lado, a Baía de Guanabara, onde a Ilha está localizada, é um dos locais onde a ação da pirataria é perigosamente conhecida no planeta. 

joserichard.ilha@gmail.com

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Engarrafamento diário é um problema para os insulanos





 É enorme o movimento de veículos que transitam na Ilha do Governador, sobretudo durante os dias de semana. A rotina da economia interna movimenta uma população em torno de 300 mil habitantes e torna o trânsito pesado nas principais vias que ligam os diversos bairros da região. Os deslocamentos para o trabalho, colégio e outros afazeres da população cria essa movimentação que gera desenvolvimento. Além disso, é saudável na medida que amplia novos negócios e amizades. A Estrada do Galeão como vetor principal alimenta e é escoamento de vias importantes da região. Embora muitas vezes os motoristas reclamem de buracos nas ruas internas, provocados pela chuva ou falta de manutenção, o problema maior, que verdadeiramente estressa os motoristas, são as kombis e vans que fazem o transporte alternativo.

 Cerca de mil delas, entre legalizadas e ilegais, tumultuam as vias principais e provocam retenções inadmissíveis na movimentação de veículos entre os bairros.

 A Estrada do Galeão - nos dois sentidos - a partir da Casa Show até a ponte, praticamente regula o bom humor diário dos milhares de moradores que precisam sair e entrar na Ilha. O fluxo de saída pela manhã, cada dia acontece mais cedo. Quem sai de casa depois das sete corre o risco de enfrentar a Linha Vermelha congestionada para o centro da cidade. À tarde, entre dezesseis e vinte horas, a expectativa de chegar rapidamente à entrada da Ilha também depende da intensidade de trânsito na Avenida Brasil e Linha Vermelha. Alguns locais, nas vias principais, precisam de um reestudo da engenharia de trânsito, de modo a diminuir as retenções de veículos e melhorar o fluxo, sobretudo no final da tarde. O ponto de ônibus localizado em frente ao Banco do Brasil, na Portuguesa, é um deles. O desembarque dos passageiros dos ônibus e do transporte alternativo no mesmo local provoca uma grande confusão que acaba gerando um engarrafamento rotineiro desde o Hospital da Aeronáutica. Resolver problemas pontuais como esse vai ajudar na busca de melhor qualidade de vida dos insulanos. 


joserichard.ilha@gmail.com