terça-feira, 31 de março de 2015

Insegurança, falta de mobilidade e de médicos pediatras são questões urgentes para resolver


              Emergência pediátrica, mobilidade urbana e insegurança são três temas que tiram do sério o morador da Ilha. É quase impossível ter alguma qualidade de vida quando questões como essas não existem ou funcionam mal. Com cerca de 300 mil habitantes a Ilha não tem o serviço de urgência para criança nos hospitais públicos ou particulares. O Hospital Santa Maria Madalena que atendia particulares e convênios de planos de saúde

resolveu interromper o serviço em 2014. Pais em desespero precisam socorrer seus filhos em unidades médicas de fora da Ilha, perdendo tempo que as vezes pode custar a vida dos filhos pela demora no atendimento.
              Já a mobilidade urbana continua um caos diante de alguns problemas graves, como a dificuldade de modernização da frota dos ônibus da empresa Paranapuan; a inexistência de uma estação do BRT na Ilha e o desconforto óbvio de deslocamento até o Fundão; funcionamento de um sistema ilegal de kombis e vans cujo desrespeito as leis de trânsito coloca em risco a vida dos passageiros. Basta andar cinco minutos pelas ruas da Ilha para entrar em desespero diante de tantas irregularidades. Ainda sobre mobilidade é preciso dar nota zero para o mau serviço marítimo de transporte de passageiros sob responsabilidade da empresa CCR Barcas no trajeto Cocotá x Praça XV. As reclamações vão desde barcas velhas, poucos horários e superlotação. Anote: desde dezembro os insulanos esperam pelas barcas novas, como foi anunciado pelo governo do estado.
              A onda de insegurança que deixa os moradores da Ilha apavorados e sem vontade de sair de casa completa o quadro de problemas graves que precisam ter ações rápidas. Os bandidos de fora da Ilha estão tomando conta da região, realizando sequestros relâmpagos e assaltos em plena luz do dia. 
              A três questões de alto interesse público são estas e precisam ter a máxima atenção das autoridades por soluções rápidas. Tem muita gente sofrendo por causa disso e é injusto que permaneçam como se nada estivesse acontecendo.

joserichard.ilha@gmail.com

domingo, 22 de março de 2015

Insegurança está incontrolável na Ilha



               Voltou a ficar incontrolável a falta de segurança nas ruas da Ilha. Desta vez parece pior. Relatos de moradores de quase todos os bairros da região assustam quem é obrigado andar nas ruas, a pé ou de carro. Além dos sequestros relâmpagos em diversos bairros - antes uma ação mais frequente no Quebra Coco -, a bandidagem está causando terror em motos onde agem em duplas. O medo e o sentimento de absoluta impotência tomam conta dos insulanos.
               Os assaltos estão sendo protagonizados por bandidos violentos que ameaçam de morte suas vítimas e que agem principalmente nos ônibus no trajeto em direção à Ilha e nas ruas da região. Segundo as pessoas assaltadas a origem dos bandidos é de fora da Ilha ou da Vila Joaniza, cuja quadrilha coordenada por traficantes é de outra facção diferente e inimiga da que atua nos demais morros da Ilha. Entre as vítimas há quem entenda que a intensificação das ações criminosas seria um plano para desestabilizar a facção que controla o tráfico da Ilha, cujo principal objetivo criminoso é assaltos na região. Preferem agir em outros setores milionários fora da lei, como gatonet, venda de gás, pedágio de kombis e vans.
               A PM que, segundo o comando, só planeja suas ações com base nos resultados estatísticos faz seu trabalho com informações atrasadas ou absolutamente equivocadas. Muitas vítimas não registram as ocorrências porque simplesmente não acreditam na recuperação de seus bens e valores saqueados pelos criminosos. As autoridades chegam a colocar a culpa nas vítimas por sua paralisia e falta de ação. E festejam quando seus índices de violência – homicídios e assaltos , por exemplo - ficam abaixo das falsas estatísticas. 
              Assim, vamos de mal a pior. Precisamos de polícia nas ruas. Agindo.

joserichard.ilha@gmail.com

segunda-feira, 16 de março de 2015

Onda de assaltos preocupa moradores da Ilha do Governador

Bandidos agem dia e noite usando motos e carros para 
sequestros relâmpagos e assaltos a pedestres

              Voltou a ficar quase incontrolável a falta de segurança nas ruas da Ilha. Desta vez parece pior. Relatos de moradores de quase todos os bairros da região assustam quem é obrigado andar nas ruas, a pé ou de carro. Além dos sequestros relâmpagos em diversos bairros - antes uma ação mais frequente no Quebra Coco -, a bandidagem está causando terror em motos onde agem em duplas. O medo e o sentimento de absoluta impotência tomam conta dos insulanos.
              Os assaltos estão sendo protagonizados por bandidos violentos que ameaçam de morte suas vítimas e que agem principalmente nos ônibus no trajeto em direção à Ilha e nas ruas da região. Segundo as pessoas assaltadas a origem dos bandidos é de fora da Ilha ou da Vila Joaniza, cuja quadrilha coordenada por traficantes é de outra facção diferente e inimiga da que atua nos demais morros da Ilha. Entre as vítimas há quem entenda que a intensificação das ações criminosas seria um plano para desestabilizar a facção que controla o tráfico da Ilha, cujo principal objetivo criminoso é assaltos na região. Preferem agir em outros setores milionários fora da lei, como gatonet, venda de gás, pedágio de kombis e vans.
              A PM que, segundo o comando, só planeja suas ações com base nos resultados estatísticos faz seu trabalho com informações atrasadas ou absolutamente equivocadas. Muitas vítimas não registram as ocorrências porque simplesmente não acreditam na recuperação de seus bens e valores saqueados pelos criminosos. As autoridades chegam a colocar a culpa nas vítimas por sua paralisia e falta de ação. E festejam quando seus índices de violência – homicídios e assaltos , por exemplo - ficam abaixo das falsas estatísticas. 
             Assim, vamos de mal a pior. Precisamos de polícia nas ruas. Agindo.

joserichard.ilha@gmail.com

quinta-feira, 12 de março de 2015

A orla pode ser considerada uma moldura da Ilha do Governador

Entre as Pitangueiras e a Praia da Bandeira uma bela residência avança sobre a orla

              A orla faz a Ilha do Governador diferente das outras regiões da cidade e qualquer investimento público no urbanismo dos bairros localizados junto às praias, pode gerar importante fluxo de desenvolvimento. A orla bem cuidada com atrações gastronômicas e atividades turísticas, como passeios de barcos pela Baía de Guanabara pode proporcionar a criação de novos negócios e a geração de muitos empregos, tirando o setor da estagnação.
              Com a despoluição das areias da Praia da Bica, que por mais de vinte anos sofreu com três grandes línguas negras, surgiram diversas atividade de lazer e esportivas que atualmente atraem centenas de novos frequentadores, e se tornou um point da juventude. E, neste final de semana a prefeitura inaugura as obras da orla da Freguesia, com novos quiosques, iluminação e obras de infraestrutura. 
            Essas novidades na Freguesia devem trazer de volta a antiga vocação bucólica e de lazer do bairro, que agora terá estímulo natural para o retorno de bons restaurantes como Don Franguito, Tabuão e A Tasca da Ilha que atraíam clientes de toda cidade.
             Na Praia da Engenhoca ainda é preciso resolver a questão do refluxo das águas pluviais que recebem esgoto de ligações clandestinas para manter-se como alternativa de lazer importante. Um olhar sobre o trecho entre o Cocotá e o Zumbi revela que esse pedaço de orla também precisa receber um tratamento urbanístico, talvez com foco para o turismo e alguma estrutura para os barcos à vela e pequenas lanchas. 
            A orla é uma verdadeira moldura para a Ilha. Nenhuma outra região da cidade tem esse potencial. Talvez o entusiasmo com o resgate da orla da Freguesia estimule nossas autoridades a entender a importância da orla e beneficiar toda a sua extensão.

joserichard.ilha@gmail.com

segunda-feira, 2 de março de 2015

A Ilha do Governador é uma região próspera

               
O aeroporto Tom Jobim é importante na economia da Ilha do Governador 
e o complexo aeroviário ocupa mais de 1/3 do território insulano 

               A Ilha do Governador tem uma população equivalente a grandes cidades brasileiras. No nosso Estado, a Ilha – se fosse uma cidade - seria nona com maior número de habitantes, fato que revela a importância da região na cidade do Rio de Janeiro. Além disso, a Ilha conta com grandes empresas em seu território, como a Cosan, Shell, Eisa, Optisol e outras, além do Aeroporto Internacional, cujos impostos devem gerar recursos públicos imensos. Esses recursos deveriam ser aplicados proporcionalmente no desenvolvimento da região que gera a arrecadação. 
               Menciono o fato para lamentar. Não acho justo que a Ilha tenha apenas uma obra: a da Vila Olímpica na Estrada Rio Jequiá. Enquanto a cidade se moderniza com centenas de obras importantes. O atraso no urbanismo e o caos na mobilidade urbana projetam um cenário péssimo para os próximos anos. Os avanços e ganhos com a realização das olimpíadas em 2016 deveriam ser capitalizados em obras agora. Depois, só vamos conseguir avanços com muito esforço político e razões extraordinárias. A exceção está no aeroporto cujas obras andam por conta da privatização e dos investimentos gigantescos do consórcio que toma conta do Tom Jobim. Eles sabem que para gerar lucros precisam criar ambientes modernos e atraentes.
               Com o mercado de imóveis na iminência de voltar a normalidade, a Ilha precisa avançar mais no desenvolvimento e criar ambientes urbanos para fixar a população atual e atrair novos moradores. A Ilha é estratégica não apenas pelo aeroporto, mas principalmente por estar cercada pelas águas da Baía de Guanabara, cujas perspectivas de recuperação e belezas naturais podem gerar, no mínimo oportunidades de negócios náuticos e turísticos, imensos. É preciso sair da inércia. E repito, os recursos gerados na região precisam ter destino aqui. A preservação do meio ambiente e estímulos para investimentos na orla desta bela baía que nos envolve são prioridades urgentes.     

joserichard.ilha@gmail.com