segunda-feira, 18 de julho de 2016

A ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PORTUGUESA E A UNIÃO DA ILHA SÃO ÍCONES INSULANOS E PODEM GERAR UM BAIRRISMO POSITIVO

       


            
  É muito gratificante ver o intenso movimento na nossa Associação Atlética Portuguesa cujo estádio e a infraestrutura foram reformados para receber jogos do Brasileirão. A Lusa é o maior clube da Ilha e a projeção para todo Brasil pode ser capitalizado para consolidar a Lusa, cujo time profissional disputa neste ano o Campeonato Brasileiro da série D.
  Assim como a União da Ilha é dona de parte do coração insulano, a Portuguesa é, para nós, no mínimo, o segundo time do coração. E, como desejamos ver a União desfilando com brilho na Sapucaí, torcemos também que essa parceria da Portuguesa com o Botafogo frutifique em grandes momentos para o clube. Que cresça mais e possamos festejar muitas conquistas no futebol e nos outros esportes praticados no clube.
  Na verdade, o bairrismo precisa ser mais intenso entre nós. Uma das razões é que estamos juntos neste mesmo barco cujos problemas atingem a todos que vivem por aqui. E não somos poucos: quase 300 mil habitantes, segundo as estatísticas. Acho que precisamos nos unir mais em torno de todas as coisas que existem na Ilha. É preciso valorizar nossas ruas e praças para que sejam mais bem cuidadas e, por outro lado prestigiar mais o nosso comércio para que fique mais forte, prospere e abra mais vagas de emprego e muito insulano que ainda trabalha fora da região tenha mais oportunidades de emprego na Ilha.
 Torcer para o sucesso de ícones como a União da Ilha e a Portuguesa significa defender as coisas no nosso território e fortalecê-las. Existem outras receitas, mas o importante é estarmos unidos e fortes para a Ilha chamar a atenção das autoridades. O objetivo é conquistar melhor qualidade de vida. Como por exemplo, garantir mais segurança na Ilha, cujo sistema foi muito abalado com os acontecimentos dos últimos dias.


joserichard.ilha@gmail.com

terça-feira, 12 de julho de 2016

A INTEGRAÇÃO POR BARCAS, DO AEROPORTO TOM JOBIM - GALEÃO COM O CENTRO E RODOVIÁRIA, É UMA OPÇÃO DE MOBILIDADE QUE PRECISA SER ESTUDADA

É absolutamente necessário aproveitar a Baía de Guanabara 
para ampliar as opções de deslocamento de moradores 
da Ilha e usuários do Aeroporto

              O consórcio que administra o Aeroporto Tom Jobim está inaugurando nas últimas semanas obras em diversos setores do complexo aeroviário, instalado no território da Ilha do Governador. Com a ampliação e modernização das instalações da principal porta internacional de entrada ao Brasil, a antiga estrutura do velho aeroporto do Galeão, existentes no amplo Terminal 1 ficam praticamente obsoletas por culpa da Infraero que nunca soube conservar o prédio e seus equipamentos. 
  Um dos mais desagradáveis transtornos de quem usava o antigo aeroporto para viajar ou tratar de outros assuntos, era o estacionamento pequeno, sujo e caro. Agora, embora o preço continue caro, foram construídos prédios que podem receber centenas de veículos e possibilitam maior acesso aos terminais.
  Outras medidas estão sendo tomadas pelo consórcio para ampliar os serviços de quem chega ao Rio como a criação de uma linha de ônibus ligando o aeroporto à cidade de Búzios. A novidade sinaliza que existem gestões que podem prosperar para transformar o complexo aeroportuário em um amplo polo logístico de passageiros.
  Todavia, ainda não foi planejada uma importante solução para facilitar a ligação do Tom Jobim com o Centro da cidade. A idéia de criar uma linha marítima do Tom Jobim com Aeroporto Santos Dumont e a rodoviária Novo Rio é uma proposta que deveria fazer parte da agenda daqueles que tem responsabilidade com o futuro do Rio de Janeiro. 
  Os constantes congestionamentos e falta de segurança já deveriam ter provocado estudos para o uso de barcas para transporte de passageiros e cargas. A medida seria uma grande conquista para os passageiros e tripulantes que vivem sob tensão pré-vôos diante da possibilidade de engarrafamentos e a falta de segurança no trajeto para acesso ao aeroporto, sobretudo na Linha Vermelha. 


joserichard.ilha@gmail.com

sexta-feira, 1 de julho de 2016

MEDO TOMA CONTA DA ILHA COM AÇÃO DE BANDIDOS

  
Ônibus da Paranapuan foi incendiado e a Ilha parou
            
  A terça-feira (28), desta semana, foi catastrófica para os moradores da Ilha. Todos fomos atingidos pela absurda falta de opções de mobilidade urbana diante de uma ação criminosa que fechou a única pista de saída da região por várias horas.
  É claro que ninguém imaginava que naquela tarde, bandidos iriam colocar fogo num dos ônibus da Paranapuan, alegando protestar contra a demolição de algumas construções irregulares na Vila Joaniza. É provável que tenha sido outra a razão para desviar a atenção de coisas mais graves que estariam acontecendo na Vila Joaniza e adjacências. 
  O resultado da ação criminosa, além de causar um grande prejuízo à empresa que teve o ônibus incendiado - não tem seguro -, provocou imensos transtornos à vida de milhares de insulanos que saiam da Ilha para compromissos, muitos deles inadiáveis. 
   Foi um tempo perdido que ninguém recupera mais. Passou. As milhares de pessoas que ficaram presas em seus carros ou dentro dos ônibus - muitos em pé -, viveram momentos de desconforto e perplexidade. Outros congestionamentos podem acontecer e não existe nenhum plano alternativo de mobilidade urbana, mesmo que seja simples como acionar imediatamente barcas extras na linha Cocotá x Centro. 
   Na terça, a Ilha parou e ficou clara a vulnerabilidade que a população sofre com a falta de planejamento para esses momentos críticos. Reclamar dos bandidos não é possível, mas exigir providências das autoridades é nossa obrigação. Afinal, a Ilha do Governador, além de 300 mil habitantes, tem em seu território, o segundo maior aeroporto do país e os reflexos negativos também refletem contra todo o País.


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sexta-feira, 24 de junho de 2016

FRIO FAZ POPULAÇÃO DE RUA SOFRER MAIS DIANTE DA OMISSÃO DESUMANA DAS AUTORIDADES. INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS SE UNEM PARA AGASALHAR QUEM TEM FRIO

Moradores de rua são os que mais sofrem 

  Com o frio de rachar desse começo de inverno a população que vive nas ruas e embaixo de viadutos na Ilha, são as pessoas que mais sofrem e precisam de ajuda. Fiquei feliz em saber da notícia que um conjunto de instituições religiosas, agindo de modo ecumênico, decidiram recolher agasalhos e cobertores para distribuir para aqueles que sofrem com as baixas temperaturas.
  Geid, Grupo da Solidariedade e a Paróquia de Nossa Senhora Aparecida se uniram na Campanha do Agasalho, com o apoio do Ilha Plaza Shopping, e estão mobilizando as suas estruturas e a comunidade para garantir amparo a essas pessoas que não tem onde viver ou habitam moradias de condições precárias.
  Com uma população perto de 300 mil habitantes, a Ilha do Governador precisa de mais exemplos de unidade como este. As instituições sérias, sejam religiosas ou não, precisam ganhar mais apoio dos moradores e dos governos para que tenham forças e assim proporcionar melhores condições de vidas aos mais necessitados.
    A Casa do Índio, localizada na Ribeira, é uma dessas instituições que estão sempre precisando de ajuda para dar condições de sobrevivência a um punhado de índios doentes. Alguns com problemas mentais, absolutamente abandonados por suas tribos. Outras instituições sérias conseguem, com o esforço e dedicação de seus membros, fazer o que as autoridades não fazem. Aliás, por culpa de uma ação equivocada e desumana dos órgãos de assistência social, centenas de desabrigados são deixados no abrigo Stella Maris, no Galeão, e de lá saem, depois de poucas horas, para vagar, sem destino, pelas ruas da Ilha.


joserichard.ilha@gmail.com  

segunda-feira, 20 de junho de 2016

PERIGO NOS CÉUS DA ILHA

   
  Tenho muito medo, principalmente neste período de festas juninas, da ação dos grupos de baloeiros que costumam intensificar as suas atividades construindo e soltando balões gigantes, em diversos locais da cidade, e colocando em risco a vida e o patrimônio da população.
   Felizmente, tenho visto muito menos balões nos céus, mas me assusta a possibilidade de que mesmo se soltarem um só, existe a enorme chance de acontecer uma grande tragédia, como incêndio nas matas, residências, indústrias e, principalmente do choque com um avião.
  Além das campanhas institucionais de conscientização que informam sobre o perigo e os graves acidentes que um balão pode provocar, existe uma lei que considera como praticante de crime quem transporta, fabrica, comercializa ou solta balões. A pena de prisão vai de um a três anos, além de multa de mais de R$ 5 mil, por balão apreendido.
   O céu da Ilha do Governador é especialmente lindo para nós insulanos, mas também é onde existe o mais intenso trafego de aeronaves da cidade, tanto de aviões que pousam e decolam no aeroporto Tom Jobim como do Santos Dumont, cuja rota passa pela Ilha. É, portanto, um espaço aéreo muito sensível cuja restrição para soltar balões deve ser rigorosa e com uma permanente fiscalização das autoridades contra qualquer iniciativa de baloeiros.
   Não existe lugar no mundo seguro para essa brincadeira. Em alto mar, nos polos ou no deserto sempre haverá a possibilidade de que, essa geringonça sem rumo, possa provocar uma grande tragédia. Se souber de algum movimento de baloeiro denuncie: 2253-1177. Sua ação poderá salvar vidas.


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