domingo, 22 de abril de 2018

POPULAÇÃO É EXPLORADA PELOS BANCOS NO BRASIL

 Vez por outra comento aqui sobre os juros estratosféricos cobrados pelos bancos e a verdadeira covardia que fazem contra quem vai mal financeiramente e precisa de ajuda. Sem perdão, os bancos cobram os juros e taxas mais caras do mundo de quem tem menos ou fica devendo a eles.  
  As gerações mais novas não sabem, mas antigamente os bancos pagavam juros para ter o nosso dinheiro e ganhavam ao usar esse mesmo dinheiro para emprestar a juros um pouco maiores, e assim cresceram. Agora temos que pagar diversas taxas para ter o dinheiro depositado num banco. Inverteram tudo e os bancos festejam a cada semestre recorde de lucros exorbitantes. Assim é que, mesmo quando todos brasileiros e as empresas nacionais estão mal, os bancos vão muito bem. 
 O único objetivo dos bancos é o lucro abusivo a qualquer custo, com taxas anuais que chegam a 400% e desse modo acabam com empresas e pessoas. Nessa semana li no Globo um anúncio da Fiesp e Ciesp, entidades que representam os grandes empresários, cujo conteúdo denuncia esse absurdo e mostra um exemplo com números para comparação que nos deixa estarrecidos. Veja o que diz o anúncio:
  1 - Se uma pessoa tivesse ido a um banco para depositar R$ 100,00 na caderneta de poupança há dez anos teria hoje na conta R$ 198,03.
  2 – Se essa mesma pessoa tivesse usado o mesmo valor de R$ 100,00 no cheque especial, na mesma data, teria hoje no mesmo banco uma dívida de R$ 4.394.136,97.
  Caro leitor, finalmente vejo algum sinal de que outros também não suportam mais este absurdo e abusivo mal que os bancos fazem a todos brasileiros e ao país. É preciso uma mobilização para que eles também sejam instrumentos justos e decentes de desenvolvimento compartilhado com o povo. Pior é que a Caixa e Banco do Brasil do próprio governo cometem a mesma indecência contra o povo.


joserichard.ilha@gmail.com

EMPRESAS DE ÔNIBUS DA ILHA EXTINGUEM ALGUMAS LINHAS DE ÕNIBUS POR CONTA PRÓPRIA E POPULAÇÃO FICA PERPLEXA

  É inexplicável a retirada de parte ou de toda frota em algumas linhas de ônibus que circulam na Ilha do Governador. Pelo que se sabe foram ações decididas pelas próprias empresas que entenderam que elas não eram lucrativas. Simples assim.
 O sistema de transporte de passageiros que já era ruim, está ficando a cada dia pior, gerando revolta e prejudicando os passageiros que são obrigados a esperar muito tempo pelos ônibus dessas linhas que ainda não acabaram, mas que já tiveram a frota bastante reduzida.
 É um desrespeito aos passageiros, cujas vidas e responsabilidades são programadas pelos horários e trajetos das conduções, principalmente porque aconteceu sem aviso prévio e de uma hora para outra deixaram de circular. O sistema de mobilidade urbana continua piorando e abre espaço para o transporte alternativo e oportunista muitas vezes ilegal e perigoso.
 Problema semelhante já aconteceu tempos atrás com o surgimento das kombis e vans que ocuparam, e continuam ocupando, cada dia mais, os trajetos mal atendidos pelos ônibus. E isso é péssimo, porque o serviço do transporte complementar, em muitos casos é realizado por veículos piratas, dirigidos de modo louco pelas ruas, desrespeitando sinais e colocando em risco os passageiros, o restante da população e outros carros nas ruas. 
 O pior é que não existem movimentos ou planos para que a situação mude e as empresas de ônibus sejam obrigadas e fiscalizadas para cumprir as obrigações das concessões de cada linha. A previsão é que o sistema pode piorar por absoluta má vontade de algumas empresas que não cumprem as obrigações com a população, nem justificam porque não fazem.


joserichard.ilha@gmail.com

FALTA DE POLICIAIS É O GRANDE PROBLEMA DA SEGURANÇA PÚBLICA

  Um dos maiores problemas da intervenção militar na área de segurança pública no Rio de Janeiro é a absoluta falta de policiais. Um exemplo é o batalhão da Polícia Militar na Ilha do Governador cujo efetivo, há cerca de 47 anos era de cerca de 1.100 homens e hoje conta apenas com aproximadamente 200. Essa redução drástica de efetivo também aconteceu na polícia civil e em todas as cidades do estado do Rio de Janeiro.
  Enquanto isso, nessas quatro décadas, a quantidade de criminosos se multiplicou por todos os lados e surgiram as milícias para dividir espaços com os criminosos nas favelas, travando verdadeiras guerras para conquistar territórios e transformar os moradores em verdadeiros reféns.
  Torço que o plano e as estratégias dos comandantes militares que assumiram a difícil responsabilidade de devolver a paz aos moradores desta cidade maravilhosa e a nossa Ilha do Governador, tenham sucesso. Todavia, existem na cidade dezenas de favelas gigantes onde milhares de bandidos agem nas sombras e armados até os dentes.
  A intervenção só vai até o final do ano, tempo em que os bandidos ficarão acuados em seus esconderijos ou refugiados em outros estados aguardando o momento oportuno para retornar. Para a intervenção militar dar certo, uma das medidas é dar prioridade para a contratação e treinamento em massa de novos policiais para incorporarem nas tropas da PM e do contingente de policiais civis. 
  A presença da polícia nas ruas é a garantia da segurança da população e o resgate da paz.


joserichard.ilha@gmail.com

TEMPESTADE DE MADRUGADA PROVOCA A QUEDA DE MAIS DE 300 ÁRVORES

  Essa terrível tempestade que desabou na cidade e principalmente na Ilha do Governador, na madrugada da quinta-feira (15), deixou nossa terra arrasada. Quase 200 árvores gigantes, algumas centenárias, foram arrancadas do solo como se fossem de papel.
   A força do vento com velocidade de quase 100 km/h não encontrou barreiras e chegou a colocar abaixo, no estádio da Associação Atlética Portuguesa, duas torres de iluminação feitas de concreto e ferro, com cerca de 20 metros de altura. Em consequência, o Flamengo vai ter que adiar alguns jogos na Ilha do Urubu, por conta dessa verdadeira devastação provocado pela natureza.
  Se a tempestade cai 48h antes, provavelmente levaria estragos as escolas de samba que desfilaram na segunda-feira (15) na Sapucaí e poderia gerar grandes transtornos aos milhares de componentes e ao público que foi assistir os desfiles. Deus não permitiu, e temos que manifestar nossa gratidão ao Senhor, pois nenhum insulano perdeu a vida devido ao temporal.
  A falta de energia elétrica gerou problemas principalmente para empresas, sobretudo aos restaurantes e aquelas que produzem ou armazenam produtos perecíveis que precisam de refrigeração. A ruptura de fiações e cabos provocaram também o fim das conexões de internet e as plataformas sociais ficaram inacessíveis. Em uma demonstração de solidariedade, e exemplo de cidadania, o Ilha Plaza Shopping, que também opera com geradores, liberou para os insulanos espaços para a carga de celulares e o uso do Wi-Fi. Foi a salvação de muitos para acalmar familiares.
  A rotina na Ilha ainda vai demorar alguns dias para voltar à normalidade, mas a lição desse vendaval é nos lembrar do respeito às forças da natureza e o quanto devemos nos preocupar em preservar o meio ambiente. 


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POSTO DA PM NA PORTUGUESA É ESSENCIAL PARA A SEGURANÇA DA REGIÃO

  Há algum tempo quando a Ilha era uma região mais tranquila, havia uma cabine da Polícia Militar localizada no canteiro central entre o Casa Show e a passarela. Nela trabalhava o cabo Afonso, PM que por muitos anos foi uma das pessoas mais conhecidas e respeitadas da Ilha em razão da admiração que conquistou, por sua educação e integridade. Simbolizava a presença da lei e era respeitado por todos.
  Devido às obras do Projeto Rio Cidade, aquela parte do canteiro central foi urbanizada com árvores e outras plantas; a cabine desapareceu e a polícia desde então deixou de estar presente no local mais visível da Ilha. O soldado Afonso, diabético, veio a morrer vítima do agravamento de uma ferida no pé.
 O tempo passou, a PM teve reduzida drasticamente ou  número de policiais; a população dobrou e os bandidos se multiplicaram, na Ilha e em todo estado. A região ficou menos tranquila e agora bandidos da Maré fazem dos moradores da Ilha suas vítimas preferenciais pela facilidade de fuga. 
  Medidas urgentes são necessárias para retomar o clima de segurança, e uma delas é o retorno de uma cabine da PM para aquela que é região mais estratégica e de visibilidade da Ilha – mesmo local onde o soldado Afonso Ferreira foi símbolo da lei e da ordem. A iniciativa dessa óbvia necessidade é da vereadora Tânia Bastos que na semana passada levou o pleito ao governador Pezão que entendeu a necessidade e manifestou interesse na instalação do equipamento na mesma região.
  O comando da Polícia Militar já iniciou os estudos técnicos para instalar uma cabine adequada ao local com suporte logístico, policias e equipamentos que garantam a presença do polícia na Ilha, de modo a inibir a ação dos criminosos e resgatar a sensação de segurança na região.


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