quarta-feira, 8 de junho de 2011

Vivendo aos 100 anos



O aniversário da dona Emília que completa 100 anos de vida no próximo dia 8 deve ser comemorado por todos nós. É flagrante que a cada dia está maior o número de pessoas que ultrapassa o centenário com saúde e lucidez. O vertiginoso avanço da ciência e a alimentação mais saudável tem ajudado aqueles que são abençoados por Deus como a vó Emília. Cabe cumprimentar a família que a cerca de carinho e admiração. 


Provavelmente este seja outro motivo da longevidade da matriarca. Embora quem tem a cabeça no lugar e respeita o próximo não admita outro tipo de tratamento com uma pessoa idosa, é incrível a quantidade de casos cujos pais e avós são literalmente abandonados pela família e passam a viver de favores, mendigando agasalhos e comida. Nas comunidades estão os casos mais deprimentes. Eles sofrem junto com outras pessoas, cuja deficiência física necessita do amparo de alguém para se movimentar. É muito triste!


Por outro lado, embora a vida esteja dura e com poucas perspectivas profissionais para quem passa dos 50 anos, é no exemplo de dona Emília que devemos projetar nosso futuro e lutar muito. A vitalidade está nas caminhadas - como ela ensina -, que fazem bem ao corpo e sobretudo à mente. Cinquenta anos é só a metade do caminho e a consciência disso ajuda a revitalizar forças e sonhos. Tenho dó daqueles que ao chegar a essa idade colocam na cabeça que a aposentadoria é uma prioridade para garantir o futuro. Bobagem! Isso é coisa do século passado quando, por exemplo, muitas mulheres eram obrigadas a serem apenas donas de casa e logo se desinteressavam pela vida, acumulando peso e angústias, sem ter com o que sonhar. O mundo mudou e exige muita atividade de todos para garantir disposição e aproveitar as diversões e programas que estão disponíveis para todas as idades.

joserichard.ilha@gmail.com

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Novo Código Florestal e o futuro do planeta

 A Câmara Federal aprovou nesta terça (24), o projeto do novo Código Florestal que se for confirmado pelo Senado e não sofrer vetos da presidente não pune – pelo menos com o replantio – aqueles que já desmataram criminosamente nossas matas e florestas. Ainda não caiu a ficha na consciência das autoridades que provocar a natureza não é um bom negócio. Sobretudo quando o futuro do planeta está em jogo. Torço que o Senado seja austero na preservação ambiental, não dando flexibilidade alguma para quem provoca queimadas e desmatamentos. Não sou ambientalista, mas vejo assustado cidades desmoronando sob a fúria de tsunamis, enchentes e tornados em todos os continentes. Será que os recados pré-apocalípticos não estão servindo para nada?

 Infelizmente, o problema da irresponsabilidade ambiental atinge todos os países. Um exemplo é o aquecimento global, cujas consequências estão modificando o clima em todo planeta e acelerando o degelo da calota polar. Neste caso, agindo como inconsequentes algumas nações já planejam ocupar essas terras para explorar novas jazidas de petróleo e vão acabar por tornar a área inóspita. Com as ações nos campos de exploração do ouro negro e a queima dos excessos dos gases que se desprendem dos poços, a região nunca mais será a mesma. Com isso a natureza fica sem chances de um dia regenerar o gelo na região. A escassez e o fim do petróleo é uma realidade. As reservas mundiais, segundo os especialistas, duram só mais três décadas, considerando o assustador aumento do consumo em todo mundo, sobretudo na China. Entretanto, nada justifica ir para a Groelândia para destruí-la.
 É natural que o planeta reaja. Todavia, as coisas estão descontroladas e as previsões que estimavam acontecimentos catastróficos, na natureza, para daqui a 20, 30 anos, estavam furadas. Já começou a acontecer. Não podemos calar e aceitar que por interesses financeiros, ou de poder, a humanidade seja destruída sem dar chances de vida às próximas gerações. Confesso que tenho medo das tragédias que podem acontecer a qualquer momento em qualquer ponto do planeta. Para ter certeza que o mundo está reagindo assista uma semana de programação nas redes de TV e reflita.



joserichard.ilha@gmail.com

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Comércio de carros: uma nova vocação da Ilha

 O desenvolvimento é fruto de fatores entre eles o empreendedorismo, ousadia e oportunidades. Negócios não nascem como capim. Mesmo em terra fértil. Sem empresários dispostos a apostar no sucesso através do investimento e trabalho não nascem atividades produtivas que gerem renda e empregos. As oportunidades surgem pelo movimento do mercado, cuja demanda, na maioria das vezes, só é percebida por raros empreendedores que as farejam no ar. Na metade das vezes eles acertam. Muitas vezes cabe aos governos criarem as oportunidades, flexibilizando normas e criando incentivos para motivar a instalação de novos negócios. Foi o que aconteceu há poucos anos quando a prefeitura criou regras especiais para estimular a atividade de venda de automóveis na Estrada do Galeão.
 Alguém notou que empresas com esse tipo de atividade ocupavam diversos espaços na via e sofriam com todo tipo de dificuldades para se desenvolver. Era preciso fazer alguma coisa para dar musculatura a esse tipo de atividade. O prefeito foi sensível aos argumentos e flexibilizou o funcionamento das agências de automóveis em um trecho da Estrada do Galeão. O fato é que aos poucos essas atividades prosperaram e recentemente uma concessionária de veículos de origem chinesa se instalou na região e as vendas vão de vento em popa. Uma outra, de veículos coreanos, acelera as obras para inaugurar as instalações de uma loja. Esses são sinais de que a atividade de veículos agora precisa que sejam mantidas e ampliadas as condições para o crescimento. Novas oportunidades de emprego e a circulação de capital fortalecem a região que pode se transformar num pólo definitivo dessa atividade. Estes são os nossos argumentos para a Ilha se consolidar como uma das regiões onde o comércio de carros seja a nova vocação.
 

joserichard.ilha@gmail.com

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Ilha: abandonada pelo poder público

 Na minha opinião a Ilha está bastante abandonada pelo poder público. Exemplos? Vai faltar espaço nesta coluna, mas vamos lá. Na orla existem há meses verdadeiras crateras nas calçadas da Praia da Bica, Corredor Esportivo e Pitangueiras. Crianças e pessoas que praticam caminhadas e deficientes precisam ter muito cuidado para não cair num desses buracos e sofrer ferimentos. É um caos a desorganização do transporte alternativo. Os motoristas de vans e kombis fazem o que querem nas ruas, colocando em risco a vida dos passageiros e de motoristas dos outros veículos. Estacionados nos pontos de ônibus à espera de passageiros ou em velocidade excessiva pelas ruas são o símbolo da impunidade. A lei que multa com rigor eventuais erros dos outros motoristas parece não existir para eles. Falta fiscalização séria. 
Os trabalhos do projeto campanha do Asfalto Liso pararam na Ilha. Alguns trechos da Estrada do Galeão e, em dezenas de outras ruas, buracos e ondulações quebram a suspensão dos veículos, causando sérios prejuízos aos motoristas. Na área da saúde, os serviços públicos que têm a obrigação de atender a população doente não têm médicos na quantidade suficiente. O novo hospital que está sendo construído e deverá ficar pronto no próximo ano só poderá resolver a indignação coletiva de quem busca atendimento, se a quantidade de profissionais da saúde surpreender e estiver a altura da grandiosidade e importância da obra. A prioridade das prioridades é a questão da saúde. Ninguém vai a uma escola ou consegue trabalhar sem saúde. Portanto: saúde em 1º lugar!
 Falta espaço para apontar a maioria dos problemas que a população enfrenta no dia a dia. Felizmente em muitos deles a solução surge após as denúncias do jornal que conta com a participação dos leitores e o interesse de algumas autoridades. Vamos em frente! Queremos uma Ilha do Governador cada vez melhor para viver.



joserichard.ilha@gmail.com

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Feliz Dia das Mães

 Quero registrar meu abraço a todas as mães. O Dia das Mães que comemoramos neste domingo (8) é e será sempre um dos dias mais importantes do ano. Imagino o quanto elas devem ser orgulhosas e felizes pelo simples fato de gerar vida. A nossa reverência e agradecimento às mães deve ser eterno. Deus tem muita confiança nelas para lhes proporcionar o direito de gerar pessoas semelhantes a Ele. Cabe aos filhos e filhas demonstrar, de modo muito intenso e carinhoso, o afeto e a gratidão por quem os gerou e criou, às vezes, com muitas dificuldades.

 Desejo saúde e muito amor à todas às mamães. Que Deus continue a dar força aquelas que sofrem eventuais indiferenças. Certamente o amor que dedicam aos filhos será amplamente recompensado pelo Senhor. Amar e proteger as mães é uma obrigação de cada filho. Diria mais, proteger as mães do planeta é um dever de toda humanidade. 
 O Dia das Mães costuma lotar restaurantes com famílias que confraternizam longe das cozinhas para dar um merecido alívio na rotina da mamãe que sempre prepara a comida da turma. Não há outra data que leve tanto movimento nos restaurantes. Algumas famílias preferem comemorar em casa, mas sempre preservam a mãe de qualquer trabalho na cozinha. Afinal é o dia delas. Portanto, não se esqueça de preparar uma bela surpresa para a sua mãe. E caso ela esteja longe, cumprimente outras pelo telefone ou aquelas que encontrar pela rua. Ou compre umas rosas e distribua entre as mães da vizinhança. Isso vai fazer muito bem para elas e para você.
Estarei neste domingo em Porto Alegre para abraçar a dona Estácia. Vou agradecer, mais uma vez, o carinho e paciência, além de ouvir as deliciosas histórias das nossas vidas. 
 À você leitora que é mãe quero desejar um “Feliz Dias das Mães!”


joserichard.ilha@gmail.com