sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Estacionamentos na Estrada do Galeão acabam com período de tolerância



As cabines de controle de entrada e saída do estacionamento ao lado 
do McDonald's revelam desleixo. Um aviso diz: "Não há tolerância"

               Os locais onde hoje funcionam os três estacionamentos explorados por uma empresa particular eram ruas há cerca de 20 anos. O projeto Rio Cidade, que modernizou algumas regiões da Ilha, modificou radicalmente o urbanismo do bairro da Portuguesa e criou essas áreas para estacionar. 
             O trecho da Estradado Galeão, em frente ao Extra era de duas mãos e teve seu trajeto de entrada desviado para a Rua República Árabe da Síria, acabando com o sossego dos moradores dessa rua, para que fosse criado um dos estacionamentos. Acreditava-se na época da inauguração que esses estacionamentos seriam públicos e o sistema de cobrança a ser adotado o Rio Rotativo que hoje é R$ 2. 
            Para entender melhor, a prefeitura na época, gastou dinheiro de impostos e construiu em áreas públicas três estacionamentos para garantir o acesso da população ao comércio, médicos e outras atividades que agora perderam os espaços de estacionamento - para os clientes -, que tinham antes das obras.             
            Desde então, muitos negócios já faliram porque as antigas áreas de estacionamento, que eram gratuitas, passaram a ser exploradas empresarialmente através de concessões. Fomos traídos. O lucro obtido com a exploração dos estacionamentos passou à frente do dever de servir à população e o desenvolvimento da região.
             Outra coisa, não vejo diferença desses três estacionamentos que cobram R$ 5,00 por duas horas e mais R$ 2,00 por hora adicional, ou fração, comparando com as vagas exploradas pelos flanelinhas que cobram R$ 2,00. Não fornecem nota fiscal, os carro ficam à céu aberto e se houver roubo ou dano no veículo ninguém é responsável. 
            Negar aos motoristas o período de alguns minutos como tolerância é um absurdo e uma agressão violenta aos moradores da Ilha.

joserichard.ilha@gmail.com

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Papai Noel chega dia 20 na Ilha

  
               Uma boa notícia! 
               No sentido contrário da crise e das más notícias, este ano está de volta a grande festa de natal que durante cerca de 30 anos foi realizada no estádio da Portuguesa, sempre com grande presença de público. O evento vai acontecer, na tarde do domingo, dia 20 de dezembro e terá diversas atrações, além da chegada de Papai Noel, de helicóptero. 
             Entre as atrações deste ano, se destaca o salto de paraquedistas no gramado do campo de futebol, shows de mágico, ventríloquo e da equipe de dança de Leandro Azevedo, o bicampeão do quadro da televisão “Dança dos Famosos” e outras atrações que ainda vão confirmar.
              O evento é dedicado, principalmente, para as crianças que moram em comunidades da região e cujo Natal muitas vezes não é tão divertido. Este ano, em especial, o clima de tristeza deve abater a alegria de muitos brasileiros e Papai Noel pode nem aparecer em muitos lares. As consequências do aumento do desemprego e a alta da inflação, que corrói o valor dos salários, infelizmente, atingiu muitos trabalhadores.
             A realização do evento que pretende levar alegria e festa e o privilegio de assistir a chegada de Papai Noel, está sendo possível devido a participação de diversos empresários que apoiam a iniciativa e estão colaborando principalmente com a doação de bicicletas para serem sorteadas entre às crianças que forem ao evento. 
             As associações de moradores receberão nos próximos dias tickets que, após preenchidos, deverão ser entregues no dia do evento para garantir a participação nos sorteios. As principais lojas da Ilha também estarão distribuindo gratuitamente esses tickets.
A organização da festa e coordenação do evento é do jornal Ilha Notícias, com o apoio da Associação Comercial e da Associação Atlética Portuguesa. Para participar ligue 2462-1448.
             Deus é bom!!!

joserichard.ilha@gmail.com

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Com graves problemas de mobilidade urbana e cerca de 300 mil habitantes, a Ilha do Governador precisa encontrar um modelo ideal de estruturação urbanística

             

              A discussão do Projeto de Estruturação Urbanística da Ilha do Governador, mais conhecido como PEU, é necessária e não deve ter fim até quando a maior parte das ideias divergentes tenham minimamente pontos em comum.
               Até agora, vejo muito poucos avanços e nenhum entendimento à vista. As reuniões não convergem e há desconfiança dos dois lados. Tem os que acham que está bom assim e, outros que não concordam e preveem o caos. Enquanto isso, a prefeitura e a Câmara dos Vereadores agem nos bastidores na expectativa que o texto do projeto de lei seja melhorado e atenda verdadeiramente os desejos da população.
             Quando algumas reuniões são anunciadas por um dos grupos interessados nas modificações do projeto, eles deliberadamente demonizam o projeto básico. É quando alguns, como eu, ficam desanimados e consideram perda de energia a participação. Aprendi que é preciso ouvir, pesquisar e estudar as questões relevantes - como o PEU é -, para participar, até divergindo com argumentos importantes e, soluções alternativas. Participar de reuniões com cartas marcadas, onde a disputa é entre, quem fala mais e mais alto não me empolga.
              Li o projeto e encontrei equações técnicas que obrigam consultar outras normas para entender as modificações propostas. Coisas fáceis para arquitetos e engenheiros mas para o simples morador a questão essencial é que as modificações no PEU tragam mais qualidade de vida junto com mais desenvolvimento. Já basta o passivo da Baía de Guanabara e todos os danos ambientais que sofremos.
             O PEU precisa ter no seu texto normas que permitam avanços essenciais, como preservar a qualidade de vida de modo claro e transparente, com base na legislação da cidade e fruto da vontade da população. 


joserichard.ilha@gmail.com

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Protestos de taxistas atingem a população

              É uma covardia contra a população essas greves cujo maior prejudicado é o cidadão. Não encontro argumentos que possam fortalecer os pleitos dos grupos que protestam, quando impedem a livre circulação das pessoas. O alvo dos taxistas, por exemplo, são a Prefeitura e a Câmara dos Vereadores, poderes que podem deliberar sobre os problemas que a classe diz que afligem os taxistas.
               Ouvi muitos amigos dizerem que usam os serviços do UBER diante das insatisfações contra os taxistas. Eles lembram que alguns motoristas recusam corridas para fora da Ilha, outros têm carros sujos e caindo aos pedaços, não tem um padrão de roupa e ostentam mau humor permanente. Essas, entre outras, podem ser as razões porque cada vez menos passageiros defendem os taxistas. 
              Hoje além do UBER, muita gente usa o próprio carro e transporta colegas de trabalho e amigos para o Centro, diminuindo cada vez mais o público que usa os serviços de táxi. É uma pena, e parece que os taxistas ainda não perceberam que os tempos mudaram e que a concorrência vai auentar mais e a classe precisa mudar urgente a estratégia de protestos. É preciso oferecer à população serviços de qualidade, bom atendimento, gentileza, educação e alto astral. Além, é claro, de muito esforço para fazer a diferença. Raros fazem isso e se dão bem. Seus táxis estão sempre limpos e eles exibem um sorriso permanente, atitude que faz as viagens prazerosas.
               A cada dia os taxistas perdem espaço no mercado de transporte de passageiros por culpa própria. São desunidos. Autônomos e auxiliares apenas fingem que se entendem. O pior é que existem empresas donas de mais de 1 mil táxis, e que mandam no sistema, segundo denúncias. A legislação deveria mudar e estabelecer concessões exclusivas aos motoristas. É absolutamente natural que todos os auxiliares tenham garantido o direito a autonomia.  Uma para cada um de modo a equilibrar o sistema e se ajustar à realidade. 
               Mas não é com protestos impopulares que vão conquistar alguma coisa.

joserichard.ilha@gmail.com

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Não desista, invista mais em você mesmo



             Diante da situação política complicada que gera crises, até onde não existe motivos, a melhor atitude é ficar atento às oportunidades. Alguns preferem fingir que nada está acontecendo e ficam parados até a tempestade passar. O problema é que podem ser arrastados para o fundo do poço por culpa da própria inércia.
              Essa crise política que acabou afetando a economia é um preço alto que a população está pagando pelas falcatruas e rombos nos cofres públicos, provocado pelos principais protagonistas do país. O pior é que nenhum economista sabe prever quando a maré vai melhorar, razão pela qual, acredito que o melhor que temos que fazer é trabalhar mais, produzir mais e ficar ligado nas oportunidades.
             As crises econômicas costumam ser ajustes para uma nova relação dos valores, mudanças que na lógica do mundo digital, que vivemos, deverá ser coisa comum. Todavia, as crises políticas não tem lógica, e os motivos que as geram são de interesses contrariados ou, como a atual, por razões que envolvem vaidades, propinas e subornos.
             Com alguns negócios diminuindo suas atividades, outros empreendedores com mais visão e ousadia, devem conquistar essas fatias do mercado, premiando quem tem disposição e criatividade. Quando o mercado voltar à normalidade terão crescido geometricamente. Não desista. Invista ainda mais em você e na sua capacidade de trabalho.

joserichard.ilha@gmail.com