sexta-feira, 1 de julho de 2016

MEDO TOMA CONTA DA ILHA COM AÇÃO DE BANDIDOS

  
Ônibus da Paranapuan foi incendiado e a Ilha parou
            
  A terça-feira (28), desta semana, foi catastrófica para os moradores da Ilha. Todos fomos atingidos pela absurda falta de opções de mobilidade urbana diante de uma ação criminosa que fechou a única pista de saída da região por várias horas.
  É claro que ninguém imaginava que naquela tarde, bandidos iriam colocar fogo num dos ônibus da Paranapuan, alegando protestar contra a demolição de algumas construções irregulares na Vila Joaniza. É provável que tenha sido outra a razão para desviar a atenção de coisas mais graves que estariam acontecendo na Vila Joaniza e adjacências. 
  O resultado da ação criminosa, além de causar um grande prejuízo à empresa que teve o ônibus incendiado - não tem seguro -, provocou imensos transtornos à vida de milhares de insulanos que saiam da Ilha para compromissos, muitos deles inadiáveis. 
   Foi um tempo perdido que ninguém recupera mais. Passou. As milhares de pessoas que ficaram presas em seus carros ou dentro dos ônibus - muitos em pé -, viveram momentos de desconforto e perplexidade. Outros congestionamentos podem acontecer e não existe nenhum plano alternativo de mobilidade urbana, mesmo que seja simples como acionar imediatamente barcas extras na linha Cocotá x Centro. 
   Na terça, a Ilha parou e ficou clara a vulnerabilidade que a população sofre com a falta de planejamento para esses momentos críticos. Reclamar dos bandidos não é possível, mas exigir providências das autoridades é nossa obrigação. Afinal, a Ilha do Governador, além de 300 mil habitantes, tem em seu território, o segundo maior aeroporto do país e os reflexos negativos também refletem contra todo o País.


joserichard.ilha@gmail.com

sexta-feira, 24 de junho de 2016

FRIO FAZ POPULAÇÃO DE RUA SOFRER MAIS DIANTE DA OMISSÃO DESUMANA DAS AUTORIDADES. INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS SE UNEM PARA AGASALHAR QUEM TEM FRIO

Moradores de rua são os que mais sofrem 

  Com o frio de rachar desse começo de inverno a população que vive nas ruas e embaixo de viadutos na Ilha, são as pessoas que mais sofrem e precisam de ajuda. Fiquei feliz em saber da notícia que um conjunto de instituições religiosas, agindo de modo ecumênico, decidiram recolher agasalhos e cobertores para distribuir para aqueles que sofrem com as baixas temperaturas.
  Geid, Grupo da Solidariedade e a Paróquia de Nossa Senhora Aparecida se uniram na Campanha do Agasalho, com o apoio do Ilha Plaza Shopping, e estão mobilizando as suas estruturas e a comunidade para garantir amparo a essas pessoas que não tem onde viver ou habitam moradias de condições precárias.
  Com uma população perto de 300 mil habitantes, a Ilha do Governador precisa de mais exemplos de unidade como este. As instituições sérias, sejam religiosas ou não, precisam ganhar mais apoio dos moradores e dos governos para que tenham forças e assim proporcionar melhores condições de vidas aos mais necessitados.
    A Casa do Índio, localizada na Ribeira, é uma dessas instituições que estão sempre precisando de ajuda para dar condições de sobrevivência a um punhado de índios doentes. Alguns com problemas mentais, absolutamente abandonados por suas tribos. Outras instituições sérias conseguem, com o esforço e dedicação de seus membros, fazer o que as autoridades não fazem. Aliás, por culpa de uma ação equivocada e desumana dos órgãos de assistência social, centenas de desabrigados são deixados no abrigo Stella Maris, no Galeão, e de lá saem, depois de poucas horas, para vagar, sem destino, pelas ruas da Ilha.


joserichard.ilha@gmail.com  

segunda-feira, 20 de junho de 2016

PERIGO NOS CÉUS DA ILHA

   
  Tenho muito medo, principalmente neste período de festas juninas, da ação dos grupos de baloeiros que costumam intensificar as suas atividades construindo e soltando balões gigantes, em diversos locais da cidade, e colocando em risco a vida e o patrimônio da população.
   Felizmente, tenho visto muito menos balões nos céus, mas me assusta a possibilidade de que mesmo se soltarem um só, existe a enorme chance de acontecer uma grande tragédia, como incêndio nas matas, residências, indústrias e, principalmente do choque com um avião.
  Além das campanhas institucionais de conscientização que informam sobre o perigo e os graves acidentes que um balão pode provocar, existe uma lei que considera como praticante de crime quem transporta, fabrica, comercializa ou solta balões. A pena de prisão vai de um a três anos, além de multa de mais de R$ 5 mil, por balão apreendido.
   O céu da Ilha do Governador é especialmente lindo para nós insulanos, mas também é onde existe o mais intenso trafego de aeronaves da cidade, tanto de aviões que pousam e decolam no aeroporto Tom Jobim como do Santos Dumont, cuja rota passa pela Ilha. É, portanto, um espaço aéreo muito sensível cuja restrição para soltar balões deve ser rigorosa e com uma permanente fiscalização das autoridades contra qualquer iniciativa de baloeiros.
   Não existe lugar no mundo seguro para essa brincadeira. Em alto mar, nos polos ou no deserto sempre haverá a possibilidade de que, essa geringonça sem rumo, possa provocar uma grande tragédia. Se souber de algum movimento de baloeiro denuncie: 2253-1177. Sua ação poderá salvar vidas.


joserichard.ilha@gmail.com

segunda-feira, 13 de junho de 2016

SEGURANÇA DA ILHA ESTÁ AMEAÇADA

Assaltos provocados por motoqueiros não são habituais na Ilha
         
 Uma das melhores sensações para quem mora na Ilha é atravessar a ponte e se sentir seguro. Parece utopia, mas é o que a maioria argumenta para provar a diferença da Ilha com outras regiões da cidade. Duvido de quem ande de carro por bairros próximos durante a noite e não fique bastante assustado com a proximidade de uma moto. É terrível, mas faz parte da rotina de insegurança desta cidade cuja violência está aumentando a cada dia. As motos são as ferramentas de "trabalho" preferidas de muitos assaltantes, pela sua mobilidade para fuga.
 Todos queremos que a Ilha continue diferente e mais segura, todavia existem sinais de que está surgindo com força extraordinária, assaltos praticados por motociclistas em diversos bairros da região. O crime era incomum na região, e precisa ter uma ação repressiva imediata da polícia para não se tornar uma assustadora rotina. A população não aceita ficar refém de bandidos covardes que surpreendem suas vítimas de preferência mulheres, agindo armados e de modo bruto.
  Acho que sei por que isso está acontecendo e esses crimes podem aumentar trazendo um  inédito clima de terror para a Ilha. São centenas de motos sem placas que circulam livremente pelas ruas, pilotadas por motociclistas sem capacete e, possivelmente em situação irregular, numa visível atitude de desrespeito às autoridade policiais que atuam nas ruas. 
 Quero continuar com a sensação de segurança ao entrar na Ilha. Confio na polícia militar e principalmente nos seus agentes para tirar das ruas os motociclistas bandidos, cujas ações ameaçadoras não podem prevalecer contra a população. Vamos protestar alto e forte contra essa terrível ação criminosa.
   Acredito na vitória do bem.


joserichard.ilha@gmail.com

sexta-feira, 10 de junho de 2016

CORREDOR ESPORTIVO FINALMENTE É DESCOBERTO COMO OPÇÃO DE LAZER E EVENTOS

A pista para caminhadas é na orla com vista para a região serrana

  O Corredor Esportivo passou há alguns meses, a ser bastante utilizado para a realização de diversos eventos ao ar livre, fato que é muito positivo. Grupos de várias atividades encontram no espaço do parque, o lugar adequado para promover encontros e reuniões. 
  Neste final de semana, por exemplo, os veículos da Food Trucks vão agitar o local com diversas atrações de comidinhas gostosas e diferentes. A novidade tem sido um sucesso por toda cidade e atrai gente curiosa em conhecer como funciona o festival dos trucks. Vale ir.
  Há pouco tempo, por iniciativa do ex- subprefeito Nelson Miraldi, foi criado um espaço reservado para animais: o Parcão, onde famílias levam seus animais para curtir o espaço. Vez por outra, uma turma aproveita para fazer uma feira de adoção de animais.
 Uma das mais movimentadas igrejas da Ilha, a Igreja Nova Vida do Moneró, já realizou dois eventos atraindo uma multidão de pessoas que cantaram e oraram ao ar livre, numa demonstração de fé, e de que o lugar pode e deve ser usado pela população, qualquer que seja a atividade.  
 Orientados por profissionais de educação física muita gente se exercita em organizados circuitos funcionais ou caminhadas individuais, em busca de saúde.
  O Corredor Esportivo se firma como ponto de lazer e diversão e está recebendo um fluxo de gente cada vez maior. Outro dia, um pessoal antenado na cultura, fez roda para contação de histórias. Uma delícia.
  Observando isso, cabe agora às autoridades agirem para conservar o local limpo e iluminado, com grama cortada e todos os equipamentos urbanos em excelente estado. A presença da PM e GM é importante para a tranquilidade dos frequentadores. Agora, só depende das autoridades.


joserichard.ilha@gmail.com