sexta-feira, 18 de maio de 2012

Falta de coordenação nas obras do Asfalto Liso na Estrada do Galeão causam prejuízo aos motoristas







 É um desrespeito com a população, principalmente aos motoristas, a falta de planejamento para a execução da segunda etapa do projeto Asfalto Liso na Ilha do Governador. Depois de um ano sem nenhuma atividade real para continuidade do projeto, a empreiteira responsável retornou à obra. E reiniciou a partir da ponte no sentido de entrada da Ilha, e muita gente está reclamando que não está ficando bom o serviço nesse trecho que tem emendas e desníveis. Coisa incompatível com um serviço que tenha o nome de Asfalto Liso.

 Na raspagem do asfalto velho - medida necessária para manter o nível da rua e o escoamento das águas da chuva - bueiros e tampas de aço ficaram à mostra, causando diversos acidentes e prejuízos aos motoristas. Nesta semana, muitos veículos procuraram as oficinas para trocar amortecedores, molas e eixos quebrados, além dos pneus rasgados. O impacto com obstáculos desconhecidos e pontiagudos no meio da estrada assusta os motoristas que, surpreendidos, podem causar acidentes involuntariamente.

 A retirada do asfalto antigo segue em ritmo diferente da colocação do asfalto liso. Há uma semana que o trecho na pista de entrada da Ilha, entre o Colégio Lemos Cunha e o Prezunic, está um caos. São cerca de dois quilômetros esburacados, com desvios e obstáculos que provocam todo tipo de incomodo aos motoristas e passageiros. A equipe que coloca o asfalto novo, começou num ritmo bom, seguindo a turma da raspagem, mas agora ficou para trás e acabou desaparecendo das ruas, deixando o mais movimentado trecho da Estrada do Galeão abandonado.


 A subprefeitura se omite, não está presente e não toma providências para a retomada imediata do asfaltamento. Não se sabe quem fiscaliza a qualidade dos serviços ou o que aconteceu para demorar tanto para colocar o asfalto liso nesse trecho. É evidente que logo vão fazer o serviço, mas não é possível tanto desprezo com a população que merece mais respeito.

joserichard.ilha@gmail.com

terça-feira, 15 de maio de 2012

Secretário de Saúde Hans Dohmann se alongou
sobre as estatísticas da sua atuação na saúde e
frustrou platéia na Ilha do Governador

Nesta terça, 15 de maio o Secretário de Saúde e Defesa Civil da cidade do Rio de Janeiro, Dr. Hans Dohmann fez uma longa palestra aos empresários da Ilha sobre o seu trabalho. Extensa e com detalhes minuciosos de temas que não interessavam aos convidados, Hans conseguiu frustrar o objetivo principal do encontro. A platéia esperava detalhes sobre o novo hospital municipal de emergência que será inaugurado em julho – segundo o secretário.

                A explanação do secretário tratou de mostrar informações estatísticas das suas ações de saúde em todo município. Incrivelmente está tudo bem e, como nunca, os resultados são extraordinários, segundo Hans.

                Quando tocou no assunto principal, o novo hospital da Ilha, foi rápido e impreciso, não explicando, por exemplo, porque a gestão do hospital vai ser entregue a uma instituição da cidade de São Paulo. Quanto ao nome escolhido para o hospital, disse que será homenageado um antigo seu professor e, que a escolha, foi feita pela equipe da própria secretaria. A população não foi consultada nem será. O nome de um médico insulano -  Maurício Pinkusfeld  - foi sugerido e teve apoio de diversas entidades, mas o secretário foi indiferente à ideia e confirmou a sua escolha.

Foi uma reunião com a presença de mais de 150 pessoas. Com representantes da Sociedade dos Médicos da Ilha, Rotary, Federação das Associações de Moradores, profissionais da área da saúde, donos de hospitais e clínicas, empresários, advogados políticos e dirigentes de diversas instituições da região, entre outros. O público foi bom, entretanto muito pouco foi tratado sobre o novo hospital. Uma pena!!!

As atividades e os resultados da secretaria de saúde mencionados pelo secretário, a população acompanha pelos jornais e faz o julgamento. As estatísticas apresentadas talvez interessem os técnicos da saúde. O que nós que moramos na Ilha do Governador queremos saber - e estamos ansiosos -  são  informações sobre o novo hospital. O quanto e de que forma ele vai mudar as nossas vidas.  Isso, e detalhes sobre o funcionamento do hospital o secretário não respondeu!!!

joserichard.ilha@gmail.com

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Parabéns às mães!



  Todos os anos, na edição que antecede o Dia das Mães renovo minha gratidão à minha querida mãe. Hoje ela está com 91 anos e mora em Porto Alegre. Longe, mas amparada pelo carinho dos outros filhos e morando na casa da filha caçula e da família que a adora. Estarei com ela neste final de semana para abraçá-la e ouvir suas histórias fantásticas que a cada dia ficam mais intrigantes porque recuam ao tempo quando ela tinha cerca de quatro anos. Ela conta, com detalhes, a rotina dos pais dela, de uma vida e costumes de 88 anos atrás. Uma delícia!


 Mas quero também homenagear as mães que moram ou trabalham na Ilha do Governador. Sei de história fantásticas de amor e do sacrifício que muitas se submetem para criar os filhos. Conheço também o outro lado vergonhoso de alguns filhos bem sucedidos, mas canalhas, que ignoram suas mães que muitas vezes continuam a viver na miséria. Eles esqueceram o quanto eram frágeis e foram protegidos, limpos e curados pelas mãos que agora se afastam.


  Aproveito para registrar a importância do gesto que fez nascer o Grupo Solidariedade, fundado há alguns anos por mães que perderam filhos prematuramente e se uniram pelo amor aos filhos que se foram, numa instituição de caridade séria que presta relevantes serviços humanitários. Praticam o bem, principalmente aos mais pobres. São exemplos de mães!
Cuide e ame muito a sua mãe. Ela é um ser emotivo e especial cuja possibilidade de gerar vidas é a maior manifestação do amor e do poder Deus.
Parabéns a todas as Mães!!!

joserichard.ilha@gmail.com

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Mães!!! Reconhecimento e gratidão.

Meu amor e gratidão à minha querida mãe Estácia, 91 anos. Obrigado Deus!.

Um jovem de nível acadêmico excelente candidatou-se à posição de gerente de uma grande empresa. Passou a primeira entrevista e o diretor fez a última, tomando a decisão definitiva. O diretor descobriu, através do currículo, que as suas realizações acadêmicas eram excelentes em todo o percurso, desde o secundário até à pesquisa da pós-graduação e não havia um ano em que não tivesse pontuado com nota máxima.
O diretor perguntou, "Tiveste alguma bolsa na escola?"
O jovem respondeu, "Nenhuma".
O diretor perguntou, "Foi seu pai quem pagou as suas mensalidades ?"
O jovem respondeu, "O meu pai faleceu quando eu tinha apenas um ano, foi a minha mãe quem pagou as minhas mensalidades."
O diretor perguntou, "Onde trabalha a sua mãe?" - e o jovem respondeu: "A minha mãe lava roupa."
O diretor pediu que o jovem lhe mostrasse as suas mãos. O jovem mostrou um par de mãos macias e perfeitas.
O diretor perguntou, "Alguma vez ajudou sua mãe lavar as roupas?"

O jovem respondeu: "Nunca, a minha mãe sempre quis que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, a minha mãe lava a roupa mais depressa do que eu."
O diretor disse, "Eu tenho um pedido. Hoje, quando voltar, vá e limpe as mãos da sua mãe e depois venha ver-me amanhã de manhã."
O jovem sentiu que a hipótese de obter o emprego era alta. Quando chegou em casa, pediu, feliz, à mãe que o deixasse limpar as suas mãos. A mãe achou estranho, estava feliz, mas com um misto de
sentimentos e mostrou as suas mãos ao filho.
O jovem limpou lentamente as mãos da mãe. Uma lágrima escorreu-lhe enquanto o fazia. Era a primeira vez que reparava que as mãos da mãe estavam muito enrugadas e havia demasiadas contusões nas suas mãos.
Algumas eram tão dolorosas que a mãe se queixava quando limpava com água. Esta era a primeira vez que o jovem percebia que este par de mãos que lavavam roupa todo o dia tinham-lhe pago as mensalidades. As contusões nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua graduação, excelência
acadêmica e o seu futuro.
Após acabar de limpar as mãos da mãe, o jovem silenciosamente lavou as restantes roupas pela sua mãe. Nessa noite, mãe e filho falaram por um longo tempo. Na manhã seguinte, o jovem foi ao gabinete do diretor.

O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e  perguntou,
"Diz-me, o que fez e que aprendeu ontem em sua casa?"
O jovem respondeu, "Eu limpei as mãos da minha mãe e ainda acabei de lavar as roupas que sobraram."
O diretor pediu, "Por favor, diz-me o que sentiu."
O jovem disse "Primeiro, agora sei o que é dar valor. Sem a minha mãe, não haveria um eu com sucesso hoje. Segundo, ao trabalhar e ajudar a minha mãe, só agora percebi a dificuldade e dureza que é ter algo pronto. Em terceiro, agora aprecio a importância e valor de uma relação familiar."
O diretor disse, "Isto é o que eu procuro para um gerente. Eu quero recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conheça o sofrimento dos outros para terem as coisas feitas e uma pessoa que não coloque o dinheiro como o seu único objetivo na vida.
Está contratado."
Mais tarde, este jovem trabalhou arduamente e recebeu o respeito dos seus subordinados. Todos os empregados trabalhavam diligentemente e como equipe. O desempenho da empresa melhorou tremendamente.

Uma criança que foi protegida e teve habitualmente tudo o que quis se desenvolverá mentalmente e sempre se colocará em primeiro. Ignorará os esforços dos seus pais e quando começar a trabalhar, assumirá que todas as pessoas o devem ouvir e quando se tornar gerente, nunca saberá o sofrimento dos seus empregados e sempre culpará os outros.
Para este tipo de pessoas, que podem ser boas academicamente, podem ser bem sucedidas por um tempo, mas eventualmente não sentirão a sensação de objetivo atingido. Irão resmungar, estar cheios de ódio e lutar por mais.
Se somos esse tipo de pais, estamos realmente a mostrar amor ou estamos a destruir o nosso filho?
Pode-se deixar seu filho viver numa grande casa, comer boas refeições, aprender piano e ver televisão num grande TV em plasma. Mas quando cortar a grama, por favor, deixe-o experienciar isso. Depois da refeição, deixe-o lavar o seu prato juntamente com os seus irmãos e irmãs. Deixe-o guardar seus brinquedos e arrumar sua própria cama. Isto não é porque não tem dinheiro para contratar uma empregada, mas porque o quer é amar e ensinar como deve de ser. Quer que ele entenda que não interessa o quão ricos os seus pais são, pois um dia ele irá envelhecer, tal como a mãe daquele jovem. A coisa mais importante que os seus filhos devem entender é a apreciar o esforço e experiência da dificuldade e aprendizagem da habilidade de trabalhar com os outros
para fazer as coisas.
Quais são as pessoas que ficaram com mãos enrugadas por mim?
O valor das nossas mães ...


(reprodução de uma mensagem anônima que recebi na internet, com poucas alterações)


joserichard.ilha@gmail.com

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Ilha precisa de solução para o transporte de passageiros




 Acredito que todos concordam que o Rio de Janeiro é a cidade da década no planeta. Não apenas porque até 2020 alguns mega eventos serão realizados na cidade, como Olimpíada e Copa do Mundo. E para tornar a cidade eficaz para os deslocamentos da população e dos visitantes, muitas obras estão em andamento por toda parte. Atualmente, quem precisa se deslocar no Rio acaba perdendo a paciência com os congestionamentos e as obras que ocupam ruas e quarteirões inteiros. As obras do BRT, por exemplo, estão mexendo com os nervos dos cariocas que perdem muito tempo nos desvios e afunilamentos. Todavia, depois de pronta a via será parte de uma nova maneira de viver na cidade e os passageiros do BRT não vão enfrentar engarrafamentos e sinais. O traçado do BRT é, praticamente, uma linha que corta a cidade ao meio, ligando pontos distantes como o Aeroporto Tom Jobim ao terminal rodoviário Alvorada, no coração da Barra.


 Entretanto, com o vento dos recursos financeiros a favor do Rio, cujo prefeito de modo inteligente, aproveita o momento para deslocar o centro da cidade para a área portuária com investimentos bilionários, é oportuno que a Ilha do Governador tenha mais participação nos projetos de desenvolvimento urbano e econômico. Precisamos aproveitar as transformações para pressionar os governos para, por exemplo, resolver definitivamente a questão do transporte de passageiros para o centro da cidade e a zona sul. Seja através de mais ônibus, metrô, barcas mais velozes ou outra solução. O fato é que a população da Ilha, que já supera os 300 mil habitantes, não pode ficar literalmente presa quando, por exemplo, cai uma árvore sobre a Estrada do Galeão, como aconteceu na semana passada. Temos que pensar e agir com seriedade, essa questão que é prioridade para a qualidade de vida do povo insulano. E urgente!!!

joserichard.ilha@gmail.com