sexta-feira, 2 de setembro de 2016

PICHADORES AGEM DURANTE À NOITE E CAUSAM GRAVES PREJUÍZOS NA MAIORIA DOS PRÉDIOS E MONUMENTOS DA ILHA




Centenas de prédios comerciais e residenciais da Ilha 
sofrem com a ação dos pichadores

  Centenas prédios da Ilha estão criminosamente pichados e a ação desses vândalos continua acelerada, provocando grande preocupação entre moradores e comerciantes que se sentem ameaçados pela ação desses bandidos que agem sem limites que trazem insegurança e medo a todos nós.
 Basta descobrirem um novo espaço, em qualquer bairro da região, que eles picham sorrateira e covardemente, causando prejuízos enormes e sujando o patrimônio de todos que vivem na Ilha.
 Nesta semana, esses agentes do mal, picharam a passarela da Portuguesa, deixando um borrão incompreensível em diversos pontos daquele equipamento público e, recentemente, sujaram a Pedra da Onça, o mais tradicional símbolo histórico da região. Os borrões, de cada pichador, são sinais do mau gosto e um desrespeito agressivo contra os cidadãos insulanos. 
  A beleza urbanística e a valorização da Ilha, e de qualquer região no mundo, é fruto do investimento público e o cuidado da população que tem a obrigação de ajudar na preservação das ruas, praças e, principalmente do seu próprio patrimônio. 
  A sensação de quem mora ou trabalha em um prédio pichado é de absoluta vulnerabilidade, porque não é improvável flagrar um desses malucos, a qualquer momento da noite, pendurado na nossa janela pichando o prédio. 
  Essa impotência da população está gerando revolta e as autoridades precisam agir para proteger a sociedade com mais rigor desses bobalhões que não possuem nenhum talento.

joserichard.ilha@gmail.com

sábado, 27 de agosto de 2016

REVITALIZAÇÕES URBANÍSTICAS MOSTRAM CAMINHO PARA INTERVENÇÃO NO CAÓTICO SISTEMA DE TRANSPORTE DA ILHA

Há alguns meses, passageiros das barcas foram obrigados
 a desembarcar entre as pedras da orla do Cocotá.
 Concessionária não tem interesse em melhorar o serviço
 e a segurança é apenas um dos problemas

 A revitalização da orla da Freguesia, cuja matéria é destaque nesta edição, provocou o resgate da autoestima dos moradores do bairro e já sinaliza na recuperação do polo gastronômico, que por muitos anos contou com diversos ótimos restaurantes e casas de shows, como Don Franguito e Tabuão, principais palcos do início da carreira do cantor Elymar Santos.
 Outras regiões da Ilha já foram revitalizadas recentemente, como a Praia da Bica e, há quase duas décadas, a área comercial da Portuguesa, com o Projeto Rio Cidade que modernizou o aspecto urbano da região, com a colocação das passarelas e os amplos calçadões que privilegiam os pedestres.
  Mais regiões da Ilha precisam de intervenções urbanas e um melhor planejamento do transporte público. Entretanto essa questão de mobilidade urbana ineficiente, já passou dos limites.
  É necessária, não apenas a revitalização do sistema de transporte na Ilha, mas uma intervenção, séria, intensa e corajosa, para tentar, também, resgatar a autoestima dos passageiros de ônibus, vans e principalmente das barcas.
 Trata-se de irresponsabilidade deixar as coisas como estão, simplesmente largadas nos ombros e sacrifício da população que é obrigada a viajar em ônibus sucateados, cujos trajetos estão ultrapassados e contam com poucos veículos. 
 Sobre as vans todos conhecem a desordem que provocam no trânsito, onde imperam, transgredindo todas as leis de trânsito com a conivência dos órgão públicos, no mínimo por absoluta omissão. 
 Já o serviço operado pelas barcas é o mais vergonhoso e ineficiente de todos. As autoridades públicas do Estado não tem nenhum controle sobre a concessionária que abusa em prejudicar os passageiros e só coloca embarcações nos horários e dias que podem gerar lucros. 


joserichard.ilha@gmail.com

sábado, 20 de agosto de 2016

A ILHA EM PRIMEIRO LUGAR NA HORA DO VOTO


O esgoto lançado na Praia de São Bento 
afeta a saúde dos moradores da Ilha

  Com o início, na terça (16) passada, da campanha eleitoral de 2016 que vai eleger no dia 2 de outubro, 50 vereadores e o prefeito da cidade do Rio de Janeiro é importante que os moradores da região criem critérios para escolher candidatos que tenham compromissos com a Ilha. Entendo que o bairrismo é fundamental para melhorar a qualidade de vida na região e deve ser exercido de maneira egoísta. No bom sentido, é claro.
 Os critérios são individuais e, no caso do cargo de vereador, julgo que o fato do candidato morar na Ilha seja condição absolutamente necessária. Outros critérios dependem das ideias, ideologia e a força do candidato. É evidente que o histórico de participação e interesse em assuntos da comunidade são ingredientes cuja análise também deve pesar na escolha.
 Cabe ao vereador levar ao prefeito pleitos e carências regionais de cuja responsabilidade seja do município como limpeza urbana, iluminação pública nas ruas e praças, atendimento médico de emergência e primeiros socorros, roteiro de linhas de ônibus e outras coisas que fazem parte da rotina diária da vida familiar. Propor leis e fiscalizar os atos do prefeito são questões gerais tão importantes como as responsabilidades pontuais da rua que moramos.
  É tão séria essa questão de morar na Ilha para merecer o voto do insulano que imagino ser impossível um vereador de Campo Grande ou Bangu ou de qualquer região da cidade, deixar de dar prioridade para a região onde vive. É cascata. O vereador que se interessar apenas pela sua região nas questões do seu bairro já terá trabalho suficientes para ocupar totalmente o seu tempo.
  Conheço mais de 20 candidatos a vereador insulanos que vão tomar as ruas e o facebook nos próximos dias em busca do seu voto. A quantidade sugere que exista entre eles, aquele que melhor possa representar as suas convicções. É importante pensar e decidir com tranquilidade para votar em alguém sério e capacitado para ser merecedor do seu voto.  Alguém que você possa confiar e, no futuro, orgulhar-se de ter votado. 


joserichard.ilha@gmail.com

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

SUSPENSÃO DOS SERVIÇOS DAS BARCAS POR MAIS 2 DIAS VAI PREJUDICAR A POPULAÇÃO DA ILHA

A Estação do Cocotá não vai funcionar na quinta (18) e segunda (22),
 porque a CCR Barcas decidiu não fazer o trajeto Ilha x Centro

 Tratar o problema da ineficiência dos serviços de barcas como um assunto pequeno é um desrespeito a milhares de pessoas que precisam desse transporte como uma opção para chegar ao Centro da Cidade, sobretudo nos dias de caos no trânsito, que lamentavelmente são bastante comuns.
 Foi irresponsável a atitude da concessionária, que administra as barcas, cancelar o serviço no trajeto entre a Ilha e o Centro na quinta e sexta (4 e 5) da semana passada, em razão do feriado que beneficiou apenas os funcionários públicos e prestadores de serviços. Nesses dois dias funcionaram normalmente todas as lojas, o comércio de rua, shoppings e restaurantes entre outras atividades econômicas. Na Ilha o movimento foi intenso.
  Pegos de surpresa, trabalhadores e consumidores ficaram desorientados com a decisão da concessionária que não agiu para servir a população, mas priorizou os seus interesses, diante de uma possível queda de faturamento.
  Agora, a concessionária CCR Barcas, anuncia que vai suspender novamente o serviço, nos próximos dias 18 e 22 (quinta e segunda), pelos mesmos motivos, repetindo a atitude irresponsável e desrespeitando, mais uma vez os passageiros, que usam o transporte, que, aliás, é considerado ruim pela população. 
 O governo estadual tem que tomar uma atitude em defesa da população, advertindo a empresa e, ao mesmo tempo, exigir que ela mantenha as barcas funcionando normalmente nesses dois dias. A população não poder ficar refém de decisões absurdas que a prejudicam e geram graves prejuízos a todos nós.


joserichard.ilha@gmail.com

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

TRANSTORNOS NO TRÂNSITO COMPLICAM O FLUXO DE VEÍCULOS NA ILHA E GERAM PREJUÍZOS PARA OS MORADORES

Uma das razões dos longos congestionamentos é 
a inexistência de agentes para organizar o trânsito  
  Uma das coisas que deixa o insulano muito chateado é o absoluto desinteresse das autoridades públicas para resolver os problemas de trânsito e de mobilidade urbana na Ilha.
 O trânsito de saída da Ilha, pela manhã, durante os dias de semana é quase sempre caótico. Igual ou pior que o da Linha Vermelha, que divide com a Avenida Brasil o fluxo de populosas cidades da baixada fluminense. 
 No final da tarde, na inversão do fluxo, a pista de entrada da Ilha também costuma engarrafar quase até a Praça do Avião, tudo em consequência da desordem no ponto de ônibus localizado na Portuguesa. Nesse local, vans costumam simplesmente estacionar até fazer a lotada, fato que acaba retendo a fluidez do fluxo de veículos. Coisa simples, mas cujos transtornos atrapalham significativamente a vida dos demais motoristas.
  Inexiste, na Ilha, atuação dos órgãos públicos responsáveis pela fiscalização no trânsito. E, enquanto eles forem omissos a população sofre nos congestionamentos, a perda de tempo provoca prejuízos para todos.
 O tempo gasto da entrada da Ilha até o relógio do Cacuia, cuja distância se aproxima de uns 5 quilômetros, é um exemplo do absurdo. São sete sinais absolutamente dessincronizados e nenhum policiamento para orientar os motoristas e impedir as grosseiras irregularidades provocadas pelas vans.  
 O morador da Ilha merece mais respeito e exige atitude para resolver o abandono no trânsito e na mobilidade urbana, onde faltam barcas e vans provocam desordem nas ruas.


joserichard.ilha@gmail.com