sábado, 12 de novembro de 2016

Governo diminui verbas e o Colégio Newton Braga pode fechar as portas em poucos anos. O Ministério da Educação precisa agir urgente para tirar esse excelente colégio público federal da crise.

Fundado por militares da aeronáutica, o colégio 
sempre foi referência pela qualidade de ensino

  Aos 66 anos de existência o tradicional Colégio Newton Braga não consegue sair da crise gerada pela diminuição dos recursos federais encaminhadas pelo 3º Comando Aéreo Regional, instituição militar que é a principal mantenedora do colégio.
 Após cobrar de 1500 novos alunos a taxa de inscrição para o sorteio de 100 novas vagas para 2017, a direção do Newton Braga viu-se constrangida a anunciar que foram canceladas todas as turmas para o próximo ano e devolver os valores das inscrições.
 É uma vergonha que isso aconteça, e principalmente que não exista movimento do governo federal para normalizar a remessa dos recursos essenciais, através do Comar, para manter o funcionamento normal desse colégio que sempre foi um dos melhores da cidade. Os investimentos na educação precisam estar na pauta das prioridades de qualquer governo que verdadeiramente se interesse pela educação dos jovens e pretenda transformar o país em uma nação maior.
  Acredito que um movimento pacífico dos alunos, professores, pais e comunidade seja necessário, nesse momento, para sensibilizar as autoridades e restabelecer imediatamente o fluxo de verbas indispensáveis para o funcionamento com excelência do colégio. Não matricular novos alunos condena o colégio ao fechamento das suas portas em menos de uma geração, fato que é inaceitável tratando-se de uma escola e, principalmente quando ela possui o alto conceito e tradição do Newton Braga.
 Tenho certeza que toda comunidade da Ilha do Governador é solidária com essa bandeira, cujos propósitos são firmes para garantir que mais jovens brasileiros possam ter a oportunidade de uma formação de qualidade como o Newton Braga proporciona.


joserichard.ilha@gmail.com

sábado, 5 de novembro de 2016

EMBARCAÇÕES COM TRAJETOS DA ILHA PARA DIVERSOS PONTOS DA BAÍA DE GUANABARA É O FUTURO

Embarcações robustas de porte médio atuando no transporte 
marítimo na Baía de Guanabara e realizando trajetos da Ilha para o
 Centro, Niterói, Paquetá, etc., deverão funcionar também nos finais
 de semana para o lazer. É uma das soluções que precisam ser estudadas 
urgente. 

  Uma das soluções para resolver o problema do transporte marítimo não é obviamente transferir para os ônibus essa tarefa. Além de contribuir para piorar, o já lento trânsito da Estrada do Galeão, a medida gera desconforto para os usuários cuja rotina de trabalho e compromissos foram planejados nos horários existentes.
  A concessionária CCR e o governo estadual não compreenderam que esse serviço é essencial para a Ilha do Governador, cuja população só possui a alternativa rodoviária pela ponte. Cercada de água, a região merecia mais comprometimento dos governos para melhorar o sistema de transporte marítimo, que se já era de péssima qualidade, agora ficou quase inexistente.
 O pior, é que a medida foi tomada repentinamente, sem nenhum aviso prévio, em uma demonstração de desprezo pelos insulanos e sem preocupação com os problemas que foram gerados às centenas de famílias e trabalhadores. 
 Há cerca de dois anos, um plano do governo pretendia fortalecer o sistema de transporte hidroviário, e incluía a compra de novas embarcações, em substituição às sexagenárias em operação. Até onde sei, o governo comprou, mas como não pagou, uma embarcação moderníssima está  enferrujando na baía.
  Diante desse panorama devastador, resta permitir que pequenas e médias embarcações possam realizar o serviço ampliando a oferta em diversos pontos da Ilha. Seria um estímulo para investimentos no setor e criaria muitos novos empregos. Basta as autoridades compreenderem que esse monopólio agoniza há décadas e que, abrir oportunidade desse serviço a novas empresas pode ser a solução.


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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

CONHEÇO O SENADOR CRIVELLA E QUERO O BEM DA ILHA, DA CIDADE E DO SEU POVO

Crivella durante uma reunião da Associação 
Comercial da Ilha do Governador em 2014

  Conheço o senador Marcelo Crivella e vou votar nele. Tenho uma excelente impressão  dele como homem público e cidadão. Convidado pela vereadora Tânia Bastos, já participei, ao longo dos anos, de diversas reuniões que ela promoveu, com a presença do senador, para debater assuntos da Ilha e da cidade. 
 Outras duas vezes, Crivella foi meu convidado especial em reuniões realizadas pela Associação Comercial, com a presença de dezenas de empresários da Ilha, para debater problemas de interesse do setor e ele revelou ser um homem cordial e afável. Nessas ocasiões, as suas posições sempre foram firmes e equilibradas, demonstrando conhecimento e experiência sobre a gestão das responsabilidades públicas. Considero Crivella um dos melhores senadores da república, cujos princípios éticos são indiscutíveis.
  A cidade do Rio de Janeiro, depois da excelente gestão do prefeito Eduardo Paes que transformou e modernizou diversas regiões da cidade, agora precisa de alguém preparado como Crivella para dar continuidade no desenvolvimento da cidade e, principalmente, tratar das pessoas. Acho oportuna sua proposta de fortalecer a Guarda Municipal para apoiar a polícia na segurança da população. 
 Não conheço pessoalmente seu adversário nessa disputa pela prefeitura do Rio e nunca fui convidado para alguma reunião que eventualmente o deputado Freixo tenha realizado na Ilha. Mas a diferença entre o Crivella coerente e tranquilo que conheço, e o seu adversário é abismal. 
 No episódio da ação criminosa dos Black Blocs, em 2013, que resultou na morte de um cinegrafista, fiquei espantado quando Freixo se manifestou de modo paternalista com o movimento baderneiro, mas insensível com a tragédia que destruiu uma família. Definitivamente isso não combina com minhas convicções.                 
 Vou votar Crivella, porque quero o bem da Ilha, da cidade e do seu povo.


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domingo, 23 de outubro de 2016

A ABSURDA EXTINÇÃO DE 14 VIAGENS DE BARCAS DIARIAMENTE, PREJUDICA SERIAMENTE A POPULAÇÃO DA ILHA DO GOVERNADOR

As barcas estão indo embora
Ligação entre a Ilha do Governador e o Centro
 perde 14 viagens por dia, a partir de novembro

 É inaceitável a extinção de 14 viagens da barca nos trajetos de ida e volta entre a Ilha do Governador e o Centro da cidade, conforme anunciou a concessionária CCR Barcas, para vigorar a partir de 1º de novembro.
 Em uma concessão pública, termos legais e decentes exigem que a empresa que explora o serviço, em nome do Estado, cumpra suas obrigações mínimas na operação para atender bem a população. Um exemplo de como é grave a extinção de horários nas barcas, seria supor, que a concessionária da Linha Amarela decidisse interromper o trânsito na via, no horário da madrugada sob o argumento que o fluxo de carros diminui muito e não compensa manter em operação equipamentos e funcionários. Foi mais ou menos isso que a CCR Barcas fez com os insulanos ao extinguir 14 horários, com a conivência do Estado.
  A medida é um dos maiores absurdos contra o direito de ir e vir da população insulana, cujos horários e compromissos estão adaptados às viagens anteriormente estabelecidas pela CCR. Os prejuízos e desconforto são inaceitáveis para todos que tem a rotina programada nos horários atualmente existentes no transporte marítimo.
   A Secretaria de Transportes do Estado nunca poderia ceder aos interesses da CCR Barcas e permitir a operação do sistema hidroviário apenas em horários da conveniência da companhia. O Estado tem o dever de proporcionar meios de transporte à altura da necessidade e importância da comunidade da Ilha do Governador, cuja única alternativa é a saturada Estrada do Galeão.
  Aliás, o trânsito que já está complicado na Ilha, vai ficar mais congestionado com o reforço de mais ônibus em nove linhas para o Centro da cidade, conforme decisão da Secretaria de Transportes, para compensar a extinção dos 14 horários das barcas. A mobilização da sociedade contra essa medida absurda precisa ser rápida e forte.


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sábado, 15 de outubro de 2016

CAOS NO TRÂNSITO DA ILHA É GERADO POR PLANEJAMENTO RUIM, AÇÕES INCORRETAS E ABSOLUTA FALTA DE FISCALIZAÇÃO

Novas câmeras e velocidade controlada 
muito perto do sinal confundiu os motoristas

  As trapalhadas no trânsito e nas ruas da Ilha tem pelo menos um grande responsável que é a CET Rio, órgão da estrutura municipal, cujas responsabilidades incluem estudos para autorização de obras para colocar quebra molas, sinais, criar ou fechar retornos, mudar o sentido das ruas entre outras atribuições como localização de pontos de ônibus, etc.
 Um exemplo dessa confusão é a possível reabertura, diante da pressão dos motoristas e comerciantes, do retorno fechado há cerca de duas semanas na Estrada do Galeão.
 É estranho que aparentemente o órgão não tenha realizado nenhum estudo de impacto nas vias internas como na Rua Sargento João Lopes que congestionou ao ser transformada em um caminho alternativo para o retorno fechado.
  É estranho, também. a recente localização do ponto final de ônibus da linha 739L (Ilha x Vilar dos Teles) no Aterro do Cocotá, que prejudica a circulação de veículos junto a UPA e a Clínica da Família.
 Foi desconcertante, há pouco mais de dois meses, a instalação, na Estrada do Galeão, de placas de velocidades diferentes a cada 200 metros, além de novos radares, câmeras e medidores de velocidade muito perto do sinal na Praça do Avião. A confusão provocou diversos acidentes e até hoje confunde os motoristas.
  Duvido que todas essas confusões tenham partido dos técnicos da CET Rio, a não ser que a verdadeira intenção do órgão seja testar os nervos dos motoristas da Ilha. A verdade é que as autoridades do trânsito conseguiram transformar as ruas da Ilha em um verdadeiro caos, onde o império das vans domina, causando grandes transtornos a vida dos insulanos.


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